AMD apresenta suas placas de vídeo tops de linha para enfrentar a GTX 1080

Por anos a AMD ficou na sombra da Intel e Nvidia. A empresa se contentou em ser a alternativa de baixo custo para a montagem de um PC, tanto em processadores quanto em placas de vídeo. O cenário começou a mudar com a introdução dos chips Ryzen, e agora a mesma situação pode ser vista com o anúncio de uma nova família de GPUs de alto desempenho com a arquitetura Vega.

A AMD não ofereceu benchmarks para provar as capacidades, mas a proposta da linha Vega é manter um desempenho base estável do que alcançar picos de taxas de quadros. Segundo a empresa, a placa é capaz de sustentar um mínimo de 53 quadros por segundo em um monitor ultra-wide de resolução 1440p contra apenas 45 da GTX 1080 da Nvidia.

Como aponta o site Engadget, é bastante provável que a AMD esteja selecionando os testes e números que favorecem a sua arquitetura sobre os produtos da concorrente Nvidia, mas ao menos eles servem como indicativo que as tecnologias estão em um patamar similar.

Todos os modelos contam com 8 GB de memória RAM com velocidade de até 484 GB/s, com o clock da GPU variando entre 1.156 MHz e 1.406 MHz dependendo do modelo. Entre as melhorias anunciadas estão novos motores de geometria, um controlador cache de alta largura de banda e suporte a múltiplas operações por ciclo.

A linha começa com o modelo Radeon RX Vega 56, com 56 compute units, custando US$ 400, com o modelo Vega 64 Air Cooled, com 64 compute units, custando US$ 500. Para completar, ainda há uma versão com resfriamento líquido custando US$ 600.

https://goo.gl/8UaHq3

Facebook considera desenvolver um smartphone modular LEONARDO PEREIRA 21/07/2017 06H53

O Facebook pode ser a próxima companhia de tecnologia a explorar o conceito de modularidade para um dispositivo móvel. Pelo menos é o que indica uma patente da empresa publicada nesta quinta-feira, 20, pelo órgão americano responsável por analisar e catalogar ideias.

O documento, originalmente registrado em janeiro de 2016, trata sobre um “dispositivo modular eletromecânico” que teria suas funções “definidas pela combinação de módulos anexados a um chassi”.

Na justificativa da patente, o Facebook lembra que eletrônicos geralmente têm um ciclo de vida curto, com o consumidor sendo obrigado a se desfazer de um dispositivo que muitas vezes está bom, mas que não tem mais como acompanhar o nível de inovação do mercado.

“Tipicamente, os componentes de hardware incluídos em eletrônicos que são considerados ‘desatualizados’ ainda estão usáveis”, diz a empresa. “Contudo, os componentes de hardware não podem mais ser reutilizados, uma vez que os eletrônicos são desenvolvidos como sistemas fechados. Da perspectiva do consumidor, o ciclo de vida de eletrônicos convencionais é caro e um desperdício.”

Para combater isso, o Facebook acredita que o ideal seria desenvolver produtos como seu “dispositivo modular eletromecânico”. A ideia segue os mesmos preceitos do Projeto Ara, adquirido, desenvolvido e, posteriormente, encerrado pelo Google: a pessoa compra o aparelho e depois vai atualizando seu hardware trocando peças como câmera, bateria, processador etc.

Reprodução

Quem descobriu o documento foi o Business Insider, e o site chama atenção para o fato de que a patente está registrada sob o nome de quatro pessoas que trabalhavam para a Nascent Objects, empresa comprada pelo Facebook no ano passado que usa impressão tridimensional para criar rapidamente protótipos modulares.

Além disso, a divisão responsável pela aplicação da patente, chamada Building 8, está cheia de ex-funcionários do Google que passaram pelo Projeto Ara. Como ressalta o The Verge, a chefe da divisão, Regina Dugan, é um deles.

Outra função especificada na patente é a possibilidade de que o dispositivo opere de forma semelhante às caixas de som inteligentes que começaram a pipocar no mercado — Google Home, HomePod (Apple), Echo (Amazon). E um dos chefes da Building 8, Bernard Richardson, trabalhou no desenvolvimento da Alexa, a assistente virtual da Amazon.

MIT desenvolve sistema que identifica receitas usando imagens de alimentos

Em um período do futuro, as pessoas não precisarão mais ir atrás de receitas na internet. O MIT está desenvolvendo um sistema capaz de identificar uma receita usando imagens de um alimento.

Conforme relata o TechCrunch, o “pic2recipe” usa o Food-101 Data Set, um algoritmo de identificação de alimentos construído por cientistas suíços em 2014, que conta com um banco de dados de mais de 100 mil imagens de alimentos.

A tecnologia foi capaz de identificar muffins e biscoitos com uma certa facilidade, enquanto que sushi e smoothies representaram um problema. Além disso, também houve dificuldade de identificar pratos que tinham várias receitas diferentes no banco de dados.

Segundo o coautor do projeto Nick Hynes, o maior problema são as fotos utilizadas. “Quando as pessoas tiram fotos de comida, existem muitas variações: se é tirado de perto ou de longe, se tem um único alimento, vários ou parte de um prato completo”, explica.

https://goo.gl/a55J6M

Google permite ‘visitar’ a Estação Espacial Internacional com o Street View

Hoje, o Google disponibilizará pela primeira vez o recurso “Street View” para um local além do planeta Terra. O local em questão é a Estação Espacial Internacional (EEI), um gigantesco laboratório que fica no espaço. A experiência permitirá que os usuários “visitem” virtualmente a estação e vejam imagens de todas as suas áreas.

O projeto foi realizado pelo Google em parceria com as agências espaciais dos Estados Unidos, Europa, Rússia e Japão (Nasa, ESA, Roscosmos e Jaxa, respectivamente). De acordo com Deanna Yick, a gerente de projeto global do Street View, a cooperação das agências foi possível por tratar-se de um projeto com fins primariamente educacionais e de incentivo à ciência.

Cooperação espacial

Segundo a gerente do projeto no Google, Alice Liu, o projeto marcou a primeira vez que as imagens do Street View foram capturadas por um equipamento que não as máquinas oficiais da empresa. No caso, foram usadas três câmeras DSLR tradicionais, que foram “giradas” em todas as direções para garantir a melhor captação das imagens da estação.

“Na Terra, você usaria uma câmera apoiada num tripé. Mas no espaço, sem gravidade, se você solta uma câmera no ar, ela simplesmente fica lá”, comentou Liu. Mesmo assim, a necessidade de se estabilizar as câmeras obrigou os astronautas a usar cordas elásticas para fixá-las no centro dos ambientes. O astronauta responsável pela tarefa foi o francês Thomas Pesquet.

Pesquet fez um investimento importante de seu tempo ao cooperar com o projeto, pois, como Liu aponta, “o tempo dos astronautas a bordo da EEI é extremamente valioso: cada cinco minutos da atividade diária deles é reservado para algo”. Antes de partir para a captura das imagens, a equipe do Google conversou com Pesquet num link Terra-EEI e fez um teste do processo em um modelo da estação que fica na Terra.

Além das imagens

Durante o processo de juntar as imagens capturadas em uma experiência do Street View, ficou evidente que as imagens não eram suficientes para revelar aos usuários todos os aspectos interessantes da estação. Nas palavras de Yick, “a estação é cheia de detalhes interessantes, como equipamentos de exercício e aparelhos de aparência estranha, e as pessoas vão querer entender o que eles são e como funcionam”.

Para isso, a equipe criou “anotações” nas imagens do Street View. Elas são pequenas bolinhas que ficam sobre as imagens e, ao serem clicadas, abrem caixas de texto com mais informações sobre os objetos representados. Segundo Liu, isso permitirá, por exemplo, que as pessoas entendam “por que os astronautas precisam fazer tanto exercício, o que eles comem a bordo da EEI e como um banheiro espacial funciona”.

A Terra é só o começo

Já é possível visitar a EEI por meio do Street View entrando no Google Earth e clicando no ícone de “-” (menos) para dar o mínimo de zoom possível: isso fará com que a Estação Espacial Internacional apareça e permitirá que o usuário clique nela para acessá-la.

Além de realizar a “visita” pelo computador, os usuários também poderão entrar na EEI em realidade virtual usando o Daydream VR, a plataforma do Google. “Na EEI, noções como ‘para cima’ e ‘para baixo’ ficam um pouco borradas; as salas se ligam umas às outras em todas as direções, o que faz com que a experiência em realidade virtual seja bem interessante”, diz Yick.

Embora o Google Earth ainda se chame, literalmente, “Google Terra”, Liu e Yick afirmam que estão abertas à ideia de criar mais experiências de exploração espacial na plataforma no futuro. Elas poderiam incluir, segundo elas, passeios pela Lua ou por Marte usando as imagens captadas pelas sondas já enviadas a esses locais. “Qualquer lugar em que as agências espaciais estiverem dispostas a cooperar, nós também estaremos”, diz Liu.

https://goo.gl/kCCi6f

Google aumenta proteção de contas de usuários contra ataques de phishing

Para os que temem sofrer algum tipo de ataque na internet, o Google reforçou a proteção contra phishing em seus serviços com uma nova ferramenta que ajuda a manter os usuários em segurança.

Descrita por funcionários do Google em um blog de desenvolvedores da empresa, a nova camada de segurança protege as credenciais do Google de apps de terceiros que não tenham origem conhecida.

Quando um app ou serviço der a opção ao usuário de usar as credenciais do Google para fazer login, a nova ferramenta vai verificar a procedência do pedido. Se vier de um site ou serviço desconhecido, uma nova tela vai ser exibida ao usuário dizendo que o site em questão não é verificado, e, portanto, pode representar riscos aos seus dados.

Quem quiser prosseguir da mesma maneira vai ter a opção de clicar em “Avançado” e digitar “continuar” em uma janela pop-up.

A nova camada de segurança vem como resposta a um ataque de phishing recente feito a partir de um app falso chamado “Google Docs”, que não tinha relação com o original, roubava credenciais do Google e se espalhava pela lista de contatos da vítima. Com a nova ferramenta, o Google visa minimizar os estragos feitos por golpes do tipo.

https://goo.gl/rnNo22

 

 

 

31 apps e jogos pagos para Android que estão temporariamente grátis

Quem não gosta de coisas grátis, não é mesmo? Ocasionalmente, desenvolvedores que querem que seus aplicativos chamem mais a atenção do público optam por tornar temporariamente grátis alguns jogos e apps que, por serem pagos, acabariam não sendo reconhecidos, já que o usuário teria medo de experimentá-los de outra forma.

A lista abaixo contém aplicativos que estavam disponíveis gratuitamente no início da noite desta segunda-feira, 17 de julho, e foram verificados pelo Olhar Digital. O preço zero é por período limitado, mas, se você decidir instalar esses apps ou apenas “comprá-los” sem realizar a instalação, eles estarão para sempre vinculados à sua conta do Google Play e você poderá usá-los quando bem entender sem custos adicionais.

Vale observar, também, que as promoções podem ser encerradas a qualquer momento. Então, se você entrar na Play Store e o botão de aquisição não mostrar mais a palavra “Instalar”, exibindo apenas o preço original do app, você será cobrado por isso.

Apps

  1. Write: Tablet Notepad/Journal
  2. Round Corners
  3. Baby Names PRO
  4. Vpn Hosts (sem root)
  5. Video Player Pro by Halos
  6. Voice Recorder – Sound Recorder PRO
  7. Speedometer GPS Pro

Games

  1. Dead Forest | Horror | Full
  2. Defense Zone 3 Ultra HD
  3. Dexter Slice
  4. LINES | PRO
  5. oO
  6. Blockly (Full Version)
  7. Biome Survival Online War PRO
  8. 나선의궤ì Â (Circle Of Helix)
  9. Sokoban Land (Ads Free)
  10. 0 to Billionaire (No Ads)
  11. Infinite Passengers
  12. Lord of Ravage

Ícones e personalização

  1. Paper Windmills 3D Pro lwp
  2. Space Cityscape 3D LWP
  3. 3D Waterfall Pro lwp
  4. PIXELICIOUS ICON PACK
  5. [Substratum] Awesome Navbars (precisa de root)
  6. Mars 3D Live Wallpaper
  7. Odinson HD Icon Pack
  8. Black silver glas icon pack 3D
  9. Toro Icon Pack
  10. Golden Marble Theme for Xperia
  11. Luna Blu Theme for Xperia
  12. Rosé Gold theme for Xperia

https://goo.gl/V6yJj4

Aparelho promete eliminar falta de sinal, não importa onde você vá

Sonnet permite comunicar-se via celular, mesmo em áreas sem cobertura (Foto: Divulgação/Sonnet)

O Sonnet é um dispositivo de comunicação que usa rádio de alta frequência para garantir a smartphones acesso a redes de comunicação. Para usar o aparelho, basta conectar o celular via Wi-Fi, tendo acesso a uma rede que possibilita o envio de mensagens, uso de GPS e até mesmo compartilhamento de arquivos de foto.

O Sonnet pode ser uma alternativa interessante para quem circula por pontos afastados, sem qualquer cobertura de celular. Apresentado no Kickstarter, o projeto já superou a meta e os responsáveis prometem envio ao Brasil.

Por usar rádio de alta frequência, o Sonnet pode operar em qualquer lugar do planeta. Na prática, essa tecnologia transforma o smartphone em um walkie-talkie, já que cria as bases para que ele se comunique com uma rede de outros Sonnet.

O Sonnet atua como transmissor e oferece aplicativo oficial para Android e iOS, que conta com as funcionalidades de envio de dados, comunicação e informações, como coordenadas de GPS e mapas que podem ser usados offline.

É importante entender que, para tirar proveito do dispositivo, o usuário terá que se comunicar com outro Sonnet. Por conta disso, é interessante considerar a compra aos pares para que o comprador carregue um aparelho consigo e deixe outro nas mãos de outra pessoa.

Além de oferecer cobertura de rede em lugares remotos, o Sonnet pode ser um recurso de segurança importante para pessoas ilhadas em locais atingidos por catástrofes naturais.

Dispositivo pode facilitar a vida de quem vai a pontos afastados, ou oferecer mais segurança em de emergência (Foto: Divulgação/Sonnet)

Dispositivo pode facilitar a vida de quem vai a pontos afastados, ou oferecer mais segurança em de emergência (Foto: Divulgação/Sonnet)

 Resistente à poeira e a água, o Sonnet é emborrachado para sobreviver a impactos. Abrigando uma bateria de 4.000 mAh, o dispositivo deve aguentar 36 horas longe do carregador (e é possível usar o Sonnet para recarregar o celular em emergências). Interessados podem investir no produto por US$ 89 (R$ 289, em conversão direta sem impostos), para comprar o par. O frete sai por R$ 35 e as entregas começam em novembro.

Conheça as 20 linguagens de programação mais populares do momento

A Redmonk lançou uma atualização do seu ranking de linguagens de programação mais populares. Durante o mês de junho, foi possível notar como o JavaScript e o Java permanecem com folga entre as linguagens mais populares do mundo. Também é curioso notar como a Swift, criada há poucos anos pela Apple para desenvolvimento de apps para iOS e MacOS, rapidamente cravou seu lugar no top 20.

O ranking leva em consideração duas das principais comunidades de desenvolvedores de software na internet: o Stack Overflow, muito usado para tirar dúvidas sobre programação, e o GitHub, um repositório de projetos. Por serem bastante populares, estas ferramentas fornecem uma base de comparação e análise, embora esteja longe de ser perfeita.

Veja o top 20 (que na verdade é um top 22 devido aos empates na vigésima colocação) completo logo abaixo, com uma ressalva para o fato de que CSS não é uma linguagem de programação no sentido mais comum da expressão.

1º JavaScript
2º Java
3º Python
4º PHP
5º C#
6º C++
7º CSS
8º Ruby
9º C
10º Objective-C
11º Swift
12º Shell
12º Scala
14º R
15º Go
15º Perl
17º TypeScript
18º PowerShell
19º Haskell
20º CoffeeScript
20º Lua
20º Matlab

Se o ranking numérico não for do seu agrado, a Redmonk também apresenta um gráfico que posiciona melhor as linguagens em termos de popularidade. O gráfico também é mais completo, permitindo observar outras linguagens que não aparecem no top-20. Clique na imagem para vê-las em tamanho ampliado:

Processadores de 12 e 16 núcleos da AMD devem custar quase metade dos da Intel

A AMD vem falando recentemente sobre a linha Threadripper de processadores top de linha que pretende lançar em breve. Hoje, porém, o site Videocardz obteve uma tabela que supostamente lista a performance e os preços dos novos componentes, e que coloca os novos processadores bem abaixo da linha Core, X da Intel.

De acordo com os dados vazados, a linha Threadripper contará com dois processadores. O mais simples deles é o 1920X, que terá 12 núcleos, 24 threads, clock base de 3,5 GHz com turbo para até 4 GHz, e que custará US$ 800 (cerca de R$ 2.500, em conversão direta). O mais rápido é o 1950X, que contará com 16 núcleos, 32 threads, clock base de 3,5 GHz que chega a 4 GHz com turbo, e que custará US$ 1.000 (R$ 3.225). Abaixo, é possível ver a tabela:

Reprodução

Como o The Verge ressalta, as configurações e os preços dos processadores Threadripper se comparam de maneira muito favorável à linha Core X, da Intel. O processador mais potente daquela linha, o i9-7980 Extreme Edition, tem 18 núcleos e 36 threads, mas custa US$ 2.000 – o dobro do processador mais potente da Threadripper. O processador de 16 núcleos e 32 threads da Intel, por sua vez, custa US$ 1.700 – US$ 700 a mais que o AMD Threadripper 1950X.

Quanto ao Threadripper 1920X, o chip da Intel que melhor se compara a ele é o Core i9 7920X, que custa US$ 1.200. Com isso, o preço dele é US$ 500 maior do que o da alternativa da AMD, e maior do que o do processador top de linha da AMD (que oferece quatro núcleos e oito threads a mais).

Embora a performance dos Threadrippers ainda esteja por ser testada, a vantagem de preço da AMD é considerável, o que deve ser uma questão preocupante para a Intel. A AMD já lançou neste ano alternativas mais baratas aos processadores de sua principal concorrente em outras faixas de preço, com as linhas Ryzen 5 e Ryzen 7.

Segundo o PC World, os novos processadores da AMD (e as placas-mãe compatíveis com eles) começarão a ser vendidos no início de agosto. Eles também estarão disponíveis, segundo o site, nos computadores da linha Area 51, da Alienware, cuja pré-venda começará no dia 27 de julho.

Ferramenta compara a velocidade da sua internet com a prometida pela operadora

A Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, lançou nesta semana uma nova ferramenta para ajudar os brasileiros a cobrar suas operadoras de internet fixa. Trata-se do Velocímetro, um site que mede a velocidade da sua internet fixa e compara com o que é prometido pela provedora.

O objetivo, segundo a Proteste, é mostrar ao consumidor quanto dinheiro ele pode estar perdendo em um plano de internet que não entrega tudo o que promete. Segundo uma pesquisa de satisfação realizada pela associação, 40% dos consumidores recebe uma velocidade menor do que a contratada.

Já de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, entidade que regula o setor, a velocidade média mensal não pode ser inferior a 80% do plano contratado. Com o Velocímetro, é possível medir de forma objetiva se a operadora tem fornecido ou não a velocidade de internet pela qual é paga.

Para fazer o teste, basta ir até proteste.org.br/velocimetro, fazer um cadastro (que pode ser apagado depois) e iniciar a medição. A ferramenta então mede a latência (“ping”), que é o tempo de resposta entre o seu computador e um servidor remoto; a velocidade de download, que é o volume de dados baixado da internet; e a velocidade de upload, volume de dados enviado à internet.

Segundo a Proteste, é recomendável que o teste seja feito por uma conexão via cabo à internet, já que redes de Wi-Fi podem ocasionar perdas de dados inerentes à tecnologia. Além disso, a orientação é que esse teste seja feito todos os dias, por pelo menos 30 dias seguidos. Ao final desse período, o Velocímetro mostra a velocidade média do mês e compara com o valor contratado.

Assim, se houver diferença, e a velocidade que chega à casa do consumidor for menor do que a contratada, é possível verificar quanto dinheiro está sendo desperdiçado com essa diferença. A Proteste cita como exemplo o caso de um consumidor que pagava por uma internet de 120 Mbps, mas só recebia 15 Mbps. Com base nessa informação, ele conseguiu pedir um abatimento de R$ 78 na sua conta.

O Velocímetro da Proteste não é o único site que faz essa medição. O Speedtest.net, por exemplo, também mede latência, download e upload, sem precisar de cadastro, mas não mostra a perda financeira no fim do mês. Já o Fast.com, criado pela Netflix, mede apenas a velocidade de download, também sem precisar de cadastro.

https://goo.gl/HQHKx1