Google lança versão beta do novo Android

O Google lançou ontem a versão beta do Android 7.1.2, a mais recente atualização de seu sistema operacional. A nova versão deve começar a ser disponibilizada ao longo dos próximos dias para usuários dos smartphones Pixel, Pixel XL, Nexus 5X, do tablet Pixel C e do aparelho de streaming Nexus Player.

Trata-se, segundo a empresa, de uma atualização periódica de manutenção. Isso significa que ela é mais focada em pequenos refinamentos de usabilidade e correções de bugs do que em novos recursos. Segundo o Ars Technica, há referências a um recurso de “ligações multimídia” no discador do Google, algumas mudanças no Bluetooth e um aviso de temperatura elevada, que provavelmente só aparecerá quando o dispositivo for usado no modo Daydream VR (de realidade virtual).

Como conseguir

Para ter acesso à versão, é necessário inscrever-se no programa beta do Android. Ele pode ser acessado por meio deste link. Após confirmar seu login e senha do Google, o usuário poderá ver a lista de dispositivos compatíveis com o programa e inscrevê-los para participar e receber primeiro as novidades.

Segundo o Google, os aparelhos Nexus 6 e Nexus 9 não receberão a atualização, uma vez que já foram lançados há mais de dois anos, mas seguirão recebendo atualizações de segurança. O Nexus 6P, por sua vez, deverá recebê-la em breve, embora não esteja na lista de lançamento inicial da versão beta.

Caso você não consiga receber a atualização agora, porém, não se preocupe: por enquanto, ela está em versão beta, e nessa versão o Google costuma testá-la apenas em seus próprios dispositivos, para ter mais controle. Uma versão definitiva do Android 7.1.2 deve sair ao longo das próximas semanas.

https://goo.gl/sKkBP4

Óculos eletrônicos se focam automaticamente no que o usuário está olhando

Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, desenvolveram um par de óculos que consegue dar foco automático ao que o usuário está olhando. De acordo com os responsáveis pelo projeto, o dispositivo consegue identificar se a pessoa está olhando para longe ou para perto e dar uma espécie de “zoom” eletrônico para melhorar a visão.

Os óculos contêm baterias, medidores infravermelhos de distância e glicerina. Quando a pessoa olha para algo, o sensor infravermelho mede a distância e envia um sinal para o sistema que, em 14 milissegundos, altera o foco, oferecendo uma visão clara.

O “grau” do usuário pode ser inserido no sistema via smartphone e as informações são enviadas via Bluetooth, o que significa que pode ser possível manter os mesmos óculos ainda que o grau mude. “A maioria das pessoas que têm óculos de leitura têm que colocá-los e tirá-los o tempo todo. Você coloca este e a visão está sempre nítida”, explica Carlos Mastrangelo, líder da pesquisa.

A desvantagem, como é possível perceber, é que os óculos não são tão bonitos.

O projeto não é o único a desenvolver lentes com foco automático. O Google e uma empresa chamada Optics já trabalham com ideias semelhantes, mas ainda não há previsão de lançamento para elas.

https://goo.gl/RGtcxS

WhatsApp é considerado o app de mensagens mais seguro por 57% dos brasileiros

Uma pesquisa encomendada pelo WhatsApp para o Datafolha (pdf) confirmou algo que já era esperado: ele é o aplicativo mais utilizado por brasileiros no celular, ficando à frente até mesmo do Facebook, do YouTube e do Messenger. Além disso, para 57% dos brasileiros ele é o aplicativo mais seguro para se trocar mensagens sigilosas.

Ao todo, a pesquisa ouviu 2.363 pessoas com 13 anos ou mais em 130 cidades do Brasil, entre os dias 24 e 28 de novembro. Elas consideraram o WhatsApp o aplicativo mais seguro para a troca de mensagens com “assuntos pessoais ou dados bancários”. Trata-se de um resultado positivo, já que, de fato, o aplicativo usa criptografia ponta-a-ponta. Curiosamente, porém, as mensagens SMS, que não têm qualquer tipo de criptografia, ficaram em segundo lugar. Confira abaixo os resultados:

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Falar com a família e com os amigos foram os dois principais usos que as pessoas citaram para o aplicativo (97% e 95%, respectivamente). Em terceiro lugar, com 60%, ficou o uso do app para “conversar com colegas ou ex-colegas de escola, faculdade ou outros cursos”. Em seguida veio “uso comercial”, com 42%: isso se refere ao uso do WhatsApp para conversar com empresas e prestadores de serviço.

Assuntos sigilosos

Os principais assuntos compartilhados pelos brasileiros no aplicativo, no entanto, não são tão sensíveis assim. 61% disseram usá-lo para contar “momentos importantes seus ou de familiares ou amigos”, e 54% para “combinar encontros ou viagens com familiares, amigos, colegas de trabalho e outros”. Empatados em terceiro lugar, com 53%, estavam os usos do app para enviar “piadas, memes e coisas engraçadas” e para mandar “vídeos e filmes”.

No entanto, 71% dos usuários de WhatsApp disseram que compartilham mensagens confidenciais ou pessoais. Nessa categoria, os principais dados compartilhados são “informações pessoais suas ou de amigos” (46%), “conversas sobre temas profissionais” (30%) e “assuntos íntimos” (22%). Também são frequentemente enviadas informações de saúde, financeiras e documentos ou dados pessoais pelo app.

Bom e seguro

Para 93% dos brasileiros, o WhatsApp é um aplicativo “bom” (49%) ou “excelente” (44%). As avaliações positivas do aplicativo foram mais frequentes entre pessoas com maior poder aquisitivo, pessoas com maior escolaridade e o público masculino. Menos de 1% considera o aplicativo “ruim” ou “péssimo”, e 82% colocam o aplicativo como um dos seus três apps preferidos para celular.

Garantir a privacidade das mensagens parece ser parte do que faz o WhatsApp ser tão bem avaliado. Ao todo, 94% dos respondentes consideram “importante” (29%) ou “muito importante” (65%) que o aplicativo garanta a privacidade das mensagens.

Com relação aos bloqueios do WhatsApp feitos pela justiça, 74% se disseram contra – o que não é de se estranhar, já que o uso do aplicativo é tão difundido e ele é tão bem avaliado. Entre os restantes, 22% disseram ser a favor do bloqueio e 5% não souberam opinar.

Relação com o Facebook

Surpreende um pouco, por outro lado, a avaliação feita pelos brasileiros sobre a relação entre o Facebook e o WhatsApp. A maioria (54%) considerou a compra do aplicativo de mensagens pelo Facebook “positiva” ou “muito positiva”, com apenas 8% achando-a “negativa” ou “muito negativa”. 37% disseram-se neutros com relação à compra.

O compartilhamento de informações do WhatsApp com o Facebook foi, no geral, bem visto pelos usuários. 81% deles concordam que o app compartilhe suas informações com o Facebook para aumentar a segurança, 79% concordam em fazer isso para melhorar a sugestão de produtos à sua disposição e 69% concordam em fazer isso para combater o spam.

Em agosto, o Facebook anunciou que passaria a coletar os dados dos usuários do WhatsApp para associá-los ao seu perfil. No mês seguinte, a Alemanha obrigou a empresa a interromper essa coleta de dados por considerá-la antiética e ilegal. Em novembro, o Reino Unido fez a mesma coisa, e poucos dias depois a medida foi adotada pela Europa inteira.

https://goo.gl/CzGiot

 

Saiba como criar um APK a partir de um app instalado no seu Android

Vou começar este tutorial com uma historinha. Há cerca de 13 anos eu criei a minha primeira conta no Gmail. O endereço foi criado quando eu ainda era um adolescente, o que me proporciona alguma vergonha até hoje; mesmo assim, ainda uso ele para cadastros, servindo de e-mail principal para o meu uso do Android, por exemplo, ao mesmo tempo em que mantenho outro endereço de e-mail no Outlook para usos mais profissionais e sérios.

Acontece que, recentemente, eu tive a oportunidade de testar um aplicativo antes do lançamento. Para isso, precisei passar meu endereço do Gmail com o qual uso o Android para ter acesso antecipado ao app pelo Google Play. Como seria um mico passar meu e-mail adolescente, criei um perfil secundário no meu celular usando outra conta do Google e passei para a empresa.

Agora tinha outro problema em mãos: eu podia instalar o app, mas ele ficava em uma parte separada do meu celular, tornando inviável o uso do aplicativo no cotidiano junto das outras ferramentas que uso com frequência. A única solução encontrada para isso foi criar um APK.

Moral da história: você nunca sabe quando o conhecimento de criar um APK de algum aplicativo será útil. Entre outras coisas, a técnica permite criar um backup de uma versão específica de um app, que pode ser restaurada se alguma atualização o fizer parar de funcionar direito, por exemplo.

Veja como:

1. Instale o ES File Manager

Existem outros apps que podem fazer esta função, mas o ES File Manager é um dos melhores e mais populares gerenciadores de arquivos do Android. Você pode baixar neste link.

2. Puxe o menu lateral e entre em “Biblioteca” e “APP”

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3. Dê um toque longo no app que deseja transformar em APK e acesse Backup

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4. Pronto, o APK foi criado

O aplicativo salva o arquivo em uma pasta específica. Para acessá-la, você pode usar o próprio e ES File Manager. Basta puxar o menu lateral, entrar em Local e Armazenamento Interno para ver sistema de arquivos do Android e procurar pela pasta Backups, que está na raiz do dispositivo, e em Apps. A partir daí, você pode colocar o arquivo em alguma outra pasta ou enviar para algum serviço de nuvem para acessá-lo em outros dispositivos se preferir.

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https://goo.gl/8N4wmg

Google promete fotos de alta qualidade usando 75% menos dados móveis

O Google anunciou nesta sexta-feira, 27, uma tecnologia de compressão de imagem que usa até 75% menos largura de banda. De acordo com a empresa, a RAISR, abreviatura para Rapid and Accurate Super Image Resolution, economiza os dados da internet móvel do usuário sem sacrificar a qualidade da imagem.

A RAISR analisa versões de baixa e alta qualidade da mesma imagem e consegue aprender o que as diferencia. Na prática, explica o Google, o sistema de aprendizagem de máquina cria uma espécie de “filtro do Instagram” que engana o olho humano e o faz acreditar que a imagem de baixa qualidade é a de alta qualidade.

Por enquanto, para a maior parte dos usuários, a tecnologia só está disponível no Google+. A empresa afirma, no entanto, que pretende expandir o sistema a mais apps nos próximos meses.

https://goo.gl/jVbPa7

Facebook lança página com tutoriais para garantir privacidade no site

O Facebook está colocando no ar nesta quinta-feira, 26, uma página para ajudar as pessoas a usarem melhor a rede social. Apesar disso, a novidade não é assim tão nova. Trata-se do Privacy Basics, uma plataforma relançada pela empresa com dicas de como assegurar a sua privacidade no site.

Em entrevista exclusiva ao Olhar Digital, o diretor de políticas públicas da empresa no Brasil, Bruno Magrani, explicou que a iniciativa nasceu como uma forma de ajudar os usuários a manejarem melhor os recursos do Facebook relacionados com a privacidade dos internautas.

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A página já estava em funcionamento há alguns anos, mas vinha recebendo críticas dos usuários que não estavam satisfeitos com o nível didático do hotsite, que agora conta com 32 guias interativos em 44 idiomas diferentes. “O conteúdo está mais claro e foi selecionado de acordo com o feedback dos internautas. Vimos quais eram as perguntas mais feitas pelos usuários e trabalhamos em cima delas”, explica Magrani.

A reportagem do Olhar Digital conseguiu averiguar quais eram as críticas mais recorrentes da antiga página. Conforme descoberto, usuários tinham as seguintes dúvidas:

  • Como escolher quem pode ver algo que eu publiquei no Facebook?
  • Como faço para ver como meu perfil é visualizado por outras pessoas?
  • Outros usuários podem ver minha lista de amigos?
  • Quem pode ver minhas curtidas e comentários em outras publicações?
  • Quem pode ver uma foto publicada no Facebook com outras pessoas marcadas?
  • Como faço para desfazer uma amizade ou bloquear um usuário?
Prevenção de crimes

Além de garantir que os usuários usufruam com sabedoria dos recursos disponíveis no site, o executivo lembrou que essas ferramentas podem auxiliar até mesmo na prevenção de crimes causados pela a ação de pessoas mal-intencionadas, que acabam se aproveitando de dados expostos na internet para planejar ações criminosas.

“Nosso objetivo principal é educar melhor as pessoas sobre os controles de privacidade que elas têm. Isso é fundamental para evitar que situações como essa aconteçam”, diz.

https://goo.gl/zceIkj

Gmail passará a bloquear arquivos JavaScript para combater spam e vírus

O Google anunciou nesta semana que, a partir do próximo mês, começará a bloquear arquivos JavaScript de serem anexados em mensagens no Gmail. A empresa diz que a medida visa restringir a distribuição de spam e vírus pela plataforma de e-mail.

A mudança começa a valer em 13 de fevereiro. Embora arquivos de extensão .js não sejam maliciosos por natureza, eles podem ser usados por criminosos para instalar um malware no seu computador assim que você abrir a mensagem infectada na sua caixa de entrada, para citar apenas um exemplo.

Segundo o Google, o Gmail será capaz de detectar arquivos .js mesmo que eles estejam comprimidos em formato .zip, .tgz, .gz ou como .bz2. Ao tentar anexar um arquivo JavaScript, uma notificação surgirá na tela avisando que aquele anexo será bloqueado por segurança.

Se você é um programador e quiser encaminhar um arquivo JavaScript para um colega de trabalho, por exemplo, o Google recomenda que o envie pelo Google Drive. Arquivos .js entram para a já extensa lista de formatos bloqueados pelo Google por “questões de segurança”, incluindo as extensões .exe, .msc e .bat.

https://goo.gl/INMWkR

Agora é possível compartilhar fotos do Instagram direto no WhatsApp

Se você queria compartilhar uma foto do Instagram pelo WhatsApp ou Messenger, havia duas opções: enviar o link da foto, ou fazer uma captura de tela e enviar o print. No entanto, recentemente o Instagram para Android ganhou uma atualização que permite que usuários compartilhem fotos de sua timeline diretamente por meio dos aplicativos de conversa.

Com a novidade, usuários do sistema operacional do Google podem enviar fotos, boomerangs e vídeos para seus contatos com mais facilidade. Ainda há algumas inconsistências no sistema: ao que parece, vídeos só podem ser enviados pelo WhatsApp (e não pelo Messenger). Vale notar também que só é possível compartilhar imagens postadas por usuários com o perfil do Instagram “aberto” (que não exige o envio de solicitação para poder seguir).

Como fazer

Usar o novo recurso é bastante simples. Vá até a foto que você deseja compartilhar e clique no ícone das “três bolinhas” no canto superior direito. Dentre as opções a seguir, escolha “Compartilhar no Messenger” ou “Compartilhar no WhatsApp”. O aplicativo então será aberto para permitir que você escolha a quais contatos ou grupos enviar o conteúdo:

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A integração entre os aplicativos faz sentido. Afinal, o Facebook é dono tanto do Instagram quanto do Messenger e do WhatsApp. Facilitar o compartilhamento de imagens do Instagram pelos outros dois deve fazer com que os usuários passem mais tempo nos aplicativos da empresa.

Caso o recurso não esteja funcionando para você, atualize seu aplicativo e tente novamente. Por enquanto, ele só está disponível para Android, mas deve chegar em breve para os iPhones também.

https://goo.gl/3JaXwi

Vírus se esconde em apps do Google Play e infecta até 12 milhões de celulares

Em mais uma prova de que nem mesmo os aplicativos baixados diretamente do Google Play são totalmente seguros, um vírus foi encontrado em 20 aplicativos que já foram baixados entre 2 milhões e 12 milhões vezes na loja do Google, de acordo com a empresa de segurança Check Point.

O malware em questão se chama HummingWhale, e é uma variação de uma outra praga chamada HummingBad, documentada em julho do ano passado, que infectou 10 milhões de aparelhos e era capaz de fazer root no celular da vítima para ganhar privilégios totais ao aparelho. Entre os efeitos do vírus estavam a instalação de aplicativos fraudulentos (50 mil por dia) e exibição de anúncios maliciosos (20 milhões por dia).

A diferença da nova versão da ameaça é que ela conseguiu aparecer em aplicativos do Google Play. O HummingWhale também não força root, mas usa técnicas de criação de máquinas virtuais (VMs) para revolucionar a fraude de anúncios.

O propósito do vírus é gerar dinheiro para seus desenvolvedores por meio da instalação automática de aplicativos e exibição de anúncios fraudulentos. Quando o usuário fecha o anúncio, o malware faz aplicativos baixados rodarem em uma máquina virtual. Isso cria uma identidade falsa que permite a geração de dinheiro por meio de indicações.

A técnica das máquinas virtuais tem alguns benefícios para os malfeitores, sendo a principal delas o fato de que o vírus consegue instalar aplicativos sem depender de qualquer tipo de permissões por parte do usuário. Além disso, as VMs também mascaram a atividade, o que facilita a inclusão do vírus dentro de outros aplicativos no Google Play, facilitando demais sua difusão entre usuários incautos.

O Google diz que removeu os apps de sua loja assim que recebeu a informação.

https://goo.gl/wQFB8A

Novo Megaupload teve seu lançamento atrasado; entenda os motivos

O Megaupload 2.0 deveria ter sido lançado na semana passada; mais especificamente, na sexta-feira, 20. A data marcava o aniversário de 5 anos da operação que fechou a primeira versão do serviço de armazenamento de arquivos. No entanto, isso não aconteceu, e já sabemos o motivo.

A ideia de Kim Dotcom, fundador do primeiro Megaupload, era anunciar uma fusão com uma empresa canadense de capital aberto na bolsa de valores do Canadá que traria um capital adicional de US$ 12 milhões para o projeto. Só que na última hora a Comissão de Valores Mobiliários do país interveio em impediu o negócio.

Dotcom, claro, não ficou satisfeito, afirmando que a comissão demonstrou um viés contra a fusão e pediu informações “detalhadas e intrusivas”, mas não revela quais foram as preocupações que levaram o negócio a ser paralisado. É possível, mas não confirmado, que os vínculos com o primeiro Megaupload e toda a bagagem de processos criminais contra o serviço tenham sido o motivo.

Com os planos atrasados, Dotcom não desistiu ainda de relançar a plataforma de armazenamento de arquivos. Ele promete que tanto o Megaupload 2.0 quanto o Bitcache, que é outro serviço diretamente relacionado.

Agora sobre aspectos técnicos, ainda é um grande mistério como o novo Megaupload vai funcionar, e Dotcom propositalmente tem evitado entrar em detalhes sobre o tema. Ele só revelou que cada transferência de arquivo será associada a uma microtransação em Bitcoin graças ao sistema Bitcache.

Não fica muito claro como será essa união entre transferências de arquivos e bitcoins. O usuário recebe um micropagamento por download? Ele precisará pagar por isso? Não é nenhuma das duas opções? A única explicação é que o Bitcache chega com a promessa de solucionar as limitações de escala da tecnologia blockchain, que restringem o número de transações que a rede bitcoin pode suportar.

https://goo.gl/OVG3zW