E-commerce supera vendas totais e expande 7% no Natal

E-commerce supera vendas totais e expande 7% no Natal

O volume de vendas totais na semana que antecedeu o Natal – 18 a 24/12 – teve queda de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, praticamente todos os setores foram impactados negativamente, sendo considerado o pior resultado das vendas totais desde o início da série do SpendingPulse (2008). O desempenho reflete a confiança do consumidor, que entrou em declínio nos últimos dois meses aliada à alta taxa de desemprego.

Somado ao resultado positivo do Black Friday deste ano – crescimento de 11,2% em relação ao mesmo período do ano passado – o e-commerce manteve o bom resultado em dezembro com o Natal. O volume de vendas entre os dias 1 a 17/12, comparado ao mesmo período do ano passado, teve uma expansão de 7,0%. Ao contrário do varejo tradicional, o e-commerce mantém um ritmo de recuperação, mesmo com os desafios do atual ambiente econômico.

https://goo.gl/nYJJwd

Anatel lança chamado para homologação de drones no Brasil

 

A Anatel lançou um chamado convocando empresas e pessoas físicas que têm drones para homologar seus dispositivos. A agência informa que os veículos aéreos não tripulados possuem transmissores de radiofrequência em seus controles remotos, quando não no próprio veículo, e isso pode causar interferência com outros dispositivos aéreos, por exemplo.

A medida da Anatel visa evitar interferência dos drones com outro serviços, como a comunicação via satélite. Os usuários interessados em homologar seus dispositivos devem preencher um requerimento disponível no site da agência

Durante o processo de homologação do dispositivo, serão verificadas as características técnicas de transmissão dos equipamentos. Vale lembrar que, no Brasil, os drones também são usados no controle da saúde pública, como, por exemplo, na identificação de criadouros do mosquito Aedes aegypti em áreas de difícil acesso.

Além da homologação da Anatel, para operar os drones é preciso uma autorização da ANAC ou um “Certificado de Voo Experimental” (CAVE), que permite uso de aeronaves em operações operacionais em algumas áreas. Para conferir mais detalhes sobre a homologação dos drones, os usuários podem acessar este link.

https://goo.gl/w0xDXq

Operação realizada com sucesso. Quantidade atualizada foi de 1 cobranças.

Facebook

O Facebook informou que não foi equívoco a decisão de pedir aos habitantes de Bancoc que se marcassem como seguros após o relato de uma pequena explosão à bomba.

Trata-se de um exemplo de como os alertas de “verificação de segurança” da rede social se tornarão mais comuns.

Os alertas de terça-feira em Bancoc geraram pânico porque os usuários da rede social pensaram que deveriam se preocupar por seus entes queridos.

Eles foram disparados quando um manifestante jogou pequenas bombas de fumaça em um edifício do governo, em um episódio em que ninguém saiu ferido.

O Facebook costumava decidir internamente quando era apropriado ativar a verificação de segurança, que pede que os usuários de uma determinada área geográfica se declarem salvos após desastres como o terremoto no Nepal ou os ataques terroristas de Paris.

Os incidentes que atraíam a atenção da companhia costumavam ser grandes crises globais. Em novembro, o Facebook entregou o poder de suas verificações de segurança aos seus 1,8 bilhão de usuários, que agora podem decidir quais desastres merecem o acionamento da ferramenta.

“Isso permite que as verificações de segurança sejam usadas por mais pessoas e com mais frequência, independentemente do tamanho da crise”, afirmou o Facebook.

O alerta foi usado mais de 300 vezes desde junho, quando a empresa começou a testar a permissão de acionamento pela comunidade, contra 39 vezes em que o Facebook iniciou a verificação de segurança ao longo dos dois anos anteriores, segundo a companhia.

O problema é que ao delegar a responsabilidade aos usuários, o Facebook provavelmente começará a enviar mais alertas que causam alarde sobre incidentes que são benignos, como o que ocorreu em Bancoc.

A companhia afirmou que à medida que as pessoas se acostumarem mais à verificação de segurança, terão menor propensão a ligar os alertas aos grandes desastres.

A ferramenta estreou quando houve um terremoto no Nepal, em 2015, que matou quase 9.000 pessoas.

O Facebook afirmou que seu alerta de Bancoc ocorreu depois que o incidente foi confirmado com uma terceira fonte e que as pessoas começaram a falar localmente sobre a ameaça, acionando seu algoritmo de verificação de segurança.

Contudo, a rede social pode ter que avançar com mais cuidado. O alerta sobre o manifestante contrário ao governo em Bancoc foi marcado, por equívoco, a uma reportagem sobre uma explosão séria que ocorreu em 2015.

A companhia enfrenta críticas relacionadas à propagação de notícias falsas e enganosas em seu site, algo que prometeu resolver.

https://goo.gl/Fa5fqm

Ano de 2016 prova que sua senha não protege mais nada

Um dos alertas que a indústria de tecnologia faz há anos é de que as senhas não são mais suficientes para proteger ninguém. E o ano de 2016 fez o favor de lembrar a todo mundo que isso é mais verdade do que nunca. Uma senha não tem mais o poder suficiente para manter seus dados seguros.

O ano foi recheado de casos de perfis online de destaque hackeados, incluindo o de grandes CEOs da tecnologia. A situação mais notória foi a de Mark Zuckerberg, que teve três contas pessoais invadidas ao longo do ano, no Twitter e no Pinterest (duas vezes). Sundar Pichai, CEO do Google, também teve sua conta no site Quora invadida. O Twitter da Netflix foi hackeado neste mês.

A questão é que os métodos de ataque de força bruta têm ficado cada vez mais sofisticados, tornando mesmo as senhas mais complexas fracas quando se trata de um ataque direcionado. Mesmo os grandes nomes da tecnologia têm sido incapazes de manter seus perfis seguros com apenas uma palavra-chave.

Para piorar a situação, os casos de vazamentos de senhas têm se tornado cada vez mais frequentes e notórios. Recentemente, o Yahoo revelou que 1 bilhão de contas tiveram seus dados, mas o fato é que esse tipo de brecha acontece toda hora, e muitas delas não chegam ao nosso conhecimento. A sua combinação de e-mail e senha já pode estar circulando na internet sem você saber em uma dessas listas, só esperando alguém fazer o teste.

Assim, a recomendação que deixamos para 2017 é para que ative a autenticação em duas etapas em todos os serviços que for possível para manter-se seguro. Uma senha mais forte pode te ajudar um pouco, mas o que realmente pode fazer diferença é não a repetir nos outros serviços que você usa. Assim, se uma conta online sua for invadida, pelo menos o hacker não ganhará acesso a outras com a mesma combinação de e-mail e palavra-chave.

 

https://goo.gl/52BsxJ

Robô tripulado inspirado em ficção científica começa a operar na Coreia do Sul

Robôs em formato humanoide, com braços e pernas, mas tripulados por um operador humano, já apareceram nos mais diversos cantos da ficção científica: desde os AMPs do filme “Avatar” até os APUs de “Matrix Revolutions”. Agora, esse tipo de tecnologia está finalmente saltando para o mundo real.

O Method-2 é uma criação da Hankook Mirae Technology, uma empresa de robótica sediada em Seul, na Coreia do Sul. Trata-se exatamente de um robô humanoide tripulado e completamente funcional, com quatro metros de altura e pesando cerca de 1,5 tonelada. A máquina consegue repetir, em escala, todos os movimentos que faz o piloto na cabine central.

O design é de autoria de Vitaly Bulgarov, conhecido por seu trabalho em filmes como “Transformers”, “Robocop” e “O Exterminador do Futuro”. O Method-2 começou a operar nesta semana e foi pensado como um projeto de testes, mas Yang Jin-Ho, presidente da Hankook Mirae, disse que já recebeu pedidos de empresas no setor da construção civil e até do entretenimento. Aplicações militares, por enquanto, não passam de boato.

“O robô só tem um ano de idade, por isso ainda está dando passos de bebê”, disse Yang em entrevista ao jornal britânico Telegraph. Segundo ele, o Method-2 ainda deve passar por mais alguns ciclos de desenvolvimento antes que esteja pronto para se mover tão livremente quanto um ser humano. Um primeiro protótipo, porém, pode começar a ser vendido já em 2017 pelo equivalente a US$ 8,3 milhões.

Confira um vídeo do Method-2 em ação (obtido pela agência de notícias AFP).

15 serviços úteis do Google que você talvez não conheça

Quando se trata das pesquisas de tecnologia do Google, é possível listar muitos projetos, como o sistema de carro autônomo, lentes de contato inteligentes, balões de distribuição de internet e muito mais.

Mas, enquanto esses projetos não saem do papel, a empresa tem outros produtos e serviços muito úteis que vão além do buscador e do Gmail que nem todo mundo conhece. Confira:

  1. Google Keep
    É um aplicativo de notas e lembretes que funciona tanto em desktops como em smartphones.
  2. Timer
    O Google tem uma função de timer no seu buscador. Para utilizar, é preciso que o idioma esteja selecionado em inglês e depois basta digitar “five minute timer”, por exemplo, para que ele comece a contagem do temporizador.
  3. Universo
    O google.com/sky permite explorar o espaço e as galáxias usando imagens do satélite da NASA, do Sloan Digital Sky Survey e do telescópio Hubble. Além disso, a página também tem a opção de explorar a Lua e Marte.
  4. Livros
    O Google Books Ngram Viewer é uma ferramenta que permite pesquisar palavras em 5,2 milhões de livros publicados entre 1500 e 2008 para que você possa ver como eles foram usados e alterados ao longo do tempo.
  5. Números
    Se você estiver em dúvida sobre como se fala um número muito longo, basta digitá-lo no buscador do Google e depois acrescentar “=english”, desta forma: “6754846374=english” (a ferramenta funciona somente em inglês).
  6. Google Tradutor
    O Google Tradutor tem um recurso que permite desenhar caracteres ou símbolos.
  7. Google Input Tools
    O Google Input Tools permite que você digite em mais de 80 idiomas diferentes sem precisar baixar um teclado especial.
  8. Fontes
    É possível encontrar fontes gratuitas no google.com/fonts.
  9. Pesquisas escolares
    Com o “Google Acadêmico” é possível pesquisar informações em revistas e artigos profissionais.
  10. Obras de arte
    O Google Art Project permite conferir fotos em alta qualidade de obras de arte dos maiores museus do mundo.
  11. Entregas
    O Google Express é um serviço que permite que você compre e receba no mesmo dia alimentos, eletrônicos, livros e muito mais. O serviço, por enquanto, funciona somente nos Estados Unidos.
  12. Músicas
    O Google Sound funciona como o Shazam para ajudar a identificar músicas.
  13. Animais
    O Google tem um catálogo de ruídos de animais que você pode encontrar facilmente digitando “sons de animais” ou o nome de um animal específico.
  14. Gboard
    O Gboard é um aplicativo para iPhone que permite pesquisar no Google diretamente do teclado, eliminando a necessidade de ir e voltar entre apps.
  15. Doações
    O Google One Today ajuda quem quer fazer doações para alguma causa, mas não consegue decidir qual. O aplicativo mostra diferentes instituições de caridade, dá uma breve descrição e permite que você saiba como pode ajudar

 

https://goo.gl/YtYYLx

Versão alternativa do Android, a CyanogenMod, chega ao fim

A CyanogenMod, versão alternativa do Android, chegou ao fim. Mas os desenvolvedores e usuários não precisam se preocupar, porque o sistema operacional foi relançado com o nome LineageOS.

O software continuará funcionando para quem já o tinha instalado em dispositivos, enquanto que as futuras atualizações serão responsabilidade dos programadores independentes que irão manter o novo programa.

No dia 23 de dezembro, um porta-voz da Cyanogen Inc. publicou um aviso no blog da empresa informando que todos os serviços e construções da Cyanogen serão descontinuadas até o dia 31 de dezembro, sendo que o projeto de código aberto e o código fonte permanecerão disponíveis para qualquer pessoa que queira criar o CyanogenMod pessoalmente.

A empresa chegou ao fim após conflitos internos entre o CEO, Kirt McMaster, e o fundador, Steve Kondik, que queria licenciar versões do software para pré-instalar em smartphones.

https://goo.gl/f8XUyv

Cientistas criam cabos elétricos que medem 3 átomos

O futuro promete ser wireless, pelo menos em termos de fones de ouvido e carregamento de smartphones. Mas os cabos elétricos presentes dentro dos dispositivos eletrônicos dificilmente deixarão de existir, mas poderão ser reduzidos para tamanhos microscópicos

Isso pelo motivo de que cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, estão trabalhando em formas de criar cabos minúsculos que medem o mesmo que três átomos. A imagem abaixo, aumentada em 10 mil vezes, dá uma ideia do tamanho dos componentes.

Reprodução

Para isso, os pesquisadores usaram pequenas partes de diamantes. Com isso, os cabos são capazes de conduzir eletricidade sem que exista a perda da energia e sem ocupar grande espaço do dispositivo no qual estão instalados. Além disso, os cabos “se juntam” como se fossem peças de lego graças a uma mistura de átomos de enxofre com ions de cobre.

Se isso já parece algo inacreditável, a melhor parte é que o processo é extremamente rápido. A produção de um fio leva apenas 30 minutos.

Qual a utilidade?

Além de reduzir o tamanho dos dispositivos, os cabos abrem alas para uma série de experimentos que englobam até mesmo a produção de dispositivos vestíveis mais modernos e com propriedades elétricas muito mais potentes.

 

https://goo.gl/wPGMa4

 

Os erros cometidos pelas redes sociais em 2016 que podem ser evitados em 2017

As redes sociais estão maiores do que nunca: bilhões de pessoas estão conectadas através de plataformas como Facebook, Twitter, WhatsApp, Snapchat e Instagram, sendo que o último anunciou na semana passada que ultrapassou a marca de 600 milhões de usuários ativos mensais.

Apesar do crescimento contínuo, 2016 não foi um ano fácil para as redes sociais. Todas as cinco plataformas citadas passaram por momentos de polêmica que, caso se repitam, podem afetar a imagem das marcas e resultar na perda de usuários.

Censura

O Facebook é constantemente acusado de censura. Em setembro, a rede removeu uma mensagem publicada pelo escritor norueguês Tom Egeland. O texto mostrava fotos que mudaram a história da guerra e era ilustrado pela icônica fotografia de Nick Ut que mostra crianças fugindo de um ataque durante a guerra do Vietnã – incluindo uma criança nua de nove anos de idade. O Facebook foi duramente criticado por usuários, inclusive pela primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, que acusou a empresa de censura e de editar a história.

No mês seguinte, a plataforma retirou do ar um vídeo de uma campanha pela conscientização sobre o câncer de mama da Sociedade Sueca do Câncer, causando mais debates nas redes sociais e o início da campanha #MamiloLivre, inspirado no movimento Free The Nipple, com o qual usuários passaram a questionar as regras da empresa.

O Facebook parece ter aprendido a lição e anunciou que iria flexibilizar os seus termos de uso, permitindo a publicação de “mais itens que as pessoas consideram ter conteúdo noticioso, significativos ou importantes para o interesse público”, mesmo que violem os padrões da rede.

Outra plataforma que também tem problemas com censura é o Instagram – que também faz parte do ecossistema do Facebook. No início do ano, a plataforma suspendeu a conta da inglesa Sue Moseley após ela publicar a foto de um bolo que foi confundido com um mamilo. Ao verificar que foi um erro, a empresa se retratou e recuperou a conta da usuária.

Notícias falsas

O Facebook ainda enfrenta um outro problema: o aumento de notícias falsas. Muitos usuários compartilham links sem verificar a fonte, o que leva a uma propagação de informações falsas, algo que aconteceu durante as eleições presidenciais norte-americanas. A princípio, a empresa negou a responsabilidade pelo conteúdo compartilhado, mas voltou atrás e anunciou uma ferramenta de verificação que sinaliza os posts que não são confiáveis.

“Eu penso no Facebook como uma empresa de tecnologia, mas reconheço que temos uma responsabilidade maior do que apenas a de construir a tecnologia pela qual a informação trafega”, disse o CEO Mark Zuckerberg após pesquisas comprovarem a propagação de notícias falsas.

Racismo

Por conta da facilidade de anonimato nas redes sociais, o racismo e mensagens de ódio acabam se tornando comuns. Essa é uma questão que o Twitter acompanha de perto, desde 2015, quando Dick Costolo, então CEO do Twitter, reconheceu a falha da empresa em coibir o racismo em sua plataforma.

Apesar de ter adotado termos de uso mais rigorosos, a rede social ainda tem problemas. Milo Yiannopoulos, o editor do Breitbart, por exemplo, foi banido da rede após diversas publicações racistas contra a atriz Leslie Jones, de “Caça-Fantasmas”.

Além disso, o futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu um aviso de que sua conta pode ser bloqueada caso ele não se comporte na plataforma. A medida serve como alerta ao empresário que, durante sua campanha eleitoral, ofendeu mulheres, latinos e negros.

Até o Snapchat passou por casos de racismo. Em duas situações a plataforma precisou tirar do ar filtros que foram considerados racistas: no início do ano a rede lançou um filtro “blackface” para homenagear o cantor Bob Marley; alguns meses depois foi a vez do “yellowface”, um filtro que caricaturava os asiáticos.

Reprodução

Compartilhamento de dados

No final de agosto, o WhatsApp anunciou que passaria a compartilhar os dados de seus usuários com o Facebook, que poderia oferecer melhores sugestões de amigos e mostrar propagandas mais adequadas.

A mudança nas regras incomodou muitos usuários. Apesar de não ser capaz de ler mensagens particulares por conta da criptografia de ponta a ponta, tanto o WhatsApp quanto o Facebook sabem com quem os usuários conversam, qual foi a última vez que usaram o aplicativo, localização, entre outras informações.

Desde então, organizações de consumidores europeias têm entrado com processos contra o Facebook questionando a falta de opção dos usuários, uma vez que as empresas não oferecem uma forma de evitar que os dados sejam compartilhados.

https://goo.gl/C8Pmmj

Hyundai quer produzir exoesqueletos mais baratos para pessoas com deficiência

A Hyundai está trabalhando em dois protótipos de exoesqueletos que podem reduzir os custos de produção desse tipo de aparelho. A ideia, segundo a própria montadora, é ajudar pessoas com deficiência a andar mais uma vez e também ajudar a criar “super-humanos”, capazes, por exemplo, de carregar bastante peso.

A companhia apresentou, na semana passada, os dois protótipos em um evento: o H-Wex, para o levantamento industrial, e o H-Mex, para ajudar as pessoas com deficiência.

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É necessário bastante treinamento para usar os equipamentos, mas ele pode realmente mudar a vida de seus usuários. Usando os botões indicados, os exoesqueletos são capazes de mover as pernas para frente, sentar e até subir escadas.

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“De uma perspectiva comercial, há um forte alinhamento entre fazer um robô de mobilidade e um automóvel”, explica Tae Won Lim, vice-presidente de pesquisa e engenharia da Hyundai.

A empresa não disse quanto cada exoesqueleto vai custar, nem quando eles podem chegar ao mercado.

https://goo.gl/3eFevj