Unicamp oferece cursos gratuitos de como criar aplicativos para iPhone

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A Unicamp está oferecendo uma série de cinco cursos gratuitos que ensinam como desenvolver um aplicativo para iPhone. As aulas são online e estão disponíveis na plataforma de ensino online Coursera.

Cada curso aborda temas específicos da programação para iOS, como a criação de apps com múltiplas telas, desenvolvimento de jogos 2D para iPad e como publicar o aplicativo na App Store.
Veja mais sobre cada um:

Como criar um aplicativo para iPhone
Início: 18 de julho
Ensina a linguagem de programação Swift da Apple e o Xcode, o ambiente de desenvolvimento da Apple, usado para criar aplicativos iOS. O aluno também aprende alguns princípios de Design, para aprimorar seus aplicativos visualmente.

Como criar aplicativos com múltiplas telas para iPhone e iPad
Início: começou em 11 de julho
A aula ensina como criar um aplicativo capaz de navegar por múltiplas telas, mostrar dados para o usuário através de tabelas e telas com rolagem e como incluir botões, controles, contadores e outros elementos.

Como aprimorar e monetizar seu aplicativo para iOS e Apple Watch
Início: 25 de julho
Neste curso é ensinado como colocar diversas funcionalidades no aplicativo, como photos, músicas, videos, usar mapa, permitir que o app faça posts no Facebook ou Twitter e também como fazer um aplicativo do iPhone que conecte com o AppleWatch. Além disso, também irá mostrar o passo a passo de como publicar e monetizar seu aplicativo uma vez que ele estiver publicado na App Store.

Como criar jogos 2D para iPhone e iPad
Início: 1º de agosto
O aluno irá conhecer os princípios de desenvolvimento de jogos e o SpriteKit – framework de criação de jogos 2D da Apple e o GameCenter. As ferramentas de Game Design trabalhadas no curso também são úteis para incrementar aplicativos que não são jogos com mecânicas que permitirão aumentar o engajamento dos usuários de seu aplicativo.

Criando e publicando um aplicativo para iPhone e iPad na App Store
Início: data não foi informada
O último curso propõe que ao aluno criar um aplicativo, publicá-lo na App Store e acompanhar o desempenho dele no mercado.

Hangouts do Google para Android agora grava e envia vídeos

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Mais de dois anos depois que o Google incluiu a capacidade de gravar e enviar vídeos em seu aplicativo Hangouts para iOS, a funcionalidade chegou a versão Android do software. Agora, os usuários podem gravar e enviar até um minuto de filmagem de dentro do app..

Quando a função foi disponibilizada para iOS em fevereiro de 2014, o tempo limite dos vídeos era de 10 segundos e foi aumentando até chegar a um minuto em março deste ano. Porém, os usuários Android ficaram de fora, tendo que se contentar com a capacidade de enviar adesivos em conversas do Google Voice.

Analistas de mercado acreditam que o Google esta desenvolvendo aplicativos melhores para iPhone do que para seu próprio sistema operacional, mas o novo update deve pelo menos fazer o Hangouts ficar mais parecido.

http://goo.gl/xhMhxz

Facebook vai levar recurso do WhatsApp ao Messenger

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O Messenger ganhou um novo recurso que deve melhorar a segurança de seus usuários. Em breve, todas as mensagens que você enviar ou receber no app serão codificadas de ponta a ponta. As mensagens poderão ser lidas apenas pelos envolvidos na conversa, nem a empresa ou hackers terão acesso ao conteúdo.

Chamado de “conversas secretas”, o recurso funcionará apenas a partir de um smartphone, tablet ou computador selecionado pelo usuário. Assim, o Facebook não precisa distribuir chaves de criptografia exclusivas para vários dispositivos.

Outra característica interessante da ferramenta é o temporizador. Com ele, o usuário pode definir por quanto tempo uma mensagem ficará disponível para a outra pessoa. Além disso, as mensagens criptografadas serão limitadas no formato. Desse modo, não espere que GIFs e vídeos sejam protegidos pelo recurso.

O WhatsApp (que também é do Facebook) introduziu este tipo de criptografia em abril deste ano. No entanto, diferentemente do Messenger, a ferramenta foi aplicada a todas as mensagens – até as conversas em grupo.

Com esse tipo de criptografia, a empresa não poderá passar informações de conversas ao governo e outras autoridades que eventualmente requisitem o material. Isso pode levar a algumas polêmicas com as autoridades, como o bloqueio do WhatsApp por ordem judicial em maio deste ano.

O recurso está em fase de testes e foi liberado para um número específico de pessoas. De acordo com um comunicado do Facebook, o “conversas secretas” ficará disponível para todos os usuários em breve.

http://goo.gl/ypKCR6

Próxima grande atualização do Windows 10 já está quase pronta

A Microsoft já está com quase tudo pronto para lançar a atualização de aniversário do Windows 10, programada para o dia 2 de agosto. A empresa já iniciou a fase final de testes do sistema operacional e, ao que tudo indica, selecionou a compilação 14384 como primeira candidata a RTM (release-to-manufacturing) para ser aquela que será distribuída quando chegar a data.

Neste processo, a empresa compila versões diferentes, que são candidatas a serem distribuídas ao público. Elas são testadas internamente e aquela que se sair melhor será a que será lançada, considerada a “build final”. O processo pode demorar alguns dias ou mais de uma semana.

Para referência, os usuários do programa Windows Insider já estão testando a compilação 14383, o que significa que a próxima atualização que receberem já pode ser a versão final da atualização de aniversário do Windows 10.

Para quem não está familiarizado com estas nomenclaturas de software: RTM é a versão que está pronta para o consumidor final. O nome “release-to-manufacturing” faz referência ao fato de que esta é a versão que é distribuída em lojas e repassada aos fabricantes para que possam pré-instalar em seus produtos.

A Microsoft, no entanto, tem tentado evitar a expressão RTM com o Windows 10, pelo fato de que o sistema operacional traz um conceito diferente. A ideia do RTM pressupõe um estanque no desenvolvimento de software, mas o Windows 10 é oferecido mais como um serviço que evolui com o tempo.

http://goo.gl/CNGuD7

Google começa a proteger o Chrome contra ataques de computadores quânticos

A computação quântica pode ainda estar engatinhando, mas ela já representa um risco muito sério para todos os sistemas de segurança vigentes na internet, já que nenhum tipo de criptografia, por mais forte que seja, aparenta ser capaz de resistir ao poder computacional destas máquinas. No entanto, o Google já está desenvolvendo técnicas para que pelo menos o Chrome seja protegido.

Matt Braithwaite, engenheiro do Google, explica que os computadores quânticos podem ser altamente benéficos para a área de pesquisas, mas também resolvem os “problemas usados para proteger as comunicações digitais”. Mais especificamente falando, grandes máquinas quânticas quebrariam com facilidade sistemas como o TLS, o protocolo por trás do HTTPS (indicado pelo cadeado ao lado do endereço de um site). Na prática, isso significaria que uma boa parte da internet que usa este protocolo para proteger a transmissão de dados estaria desprotegida, incluindo até mesmo as transações bancárias.

O sistema que o Google desenvolve é chamado de algoritmo “New Hope”, e foi ativado na versão Canary do Chrome, que é usada para testar recursos experimentais que ainda estão longe de ser disponibilizados para o público. Além disso, está disponível em apenas um pequeno número de conexões entre o navegador e os servidores da empresa.

Braithwaite, no entanto, não sabe quão seguro será o New Hope inicialmente, admitindo que ele pode ser, até mesmo, mais fraco do que as tecnologias já existentes de criptografia. No entanto, o Google conta que o algoritmo é o mais promissor para um software de troca de chaves pós-quantum que a empresa analisou no último ano.

A ideia também não é estabelecer um padrão definitivo, mas reunir informação e experiência para criar uma criptografia pós-quantum efetiva. A empresa, inclusive, já planeja descontinuar o New Hope em dois anos, com a intenção de substitui-lo por algo novo e melhor.

http://goo.gl/i3zLKn

Facebook passa a permitir uso de múltiplas contas em seus apps para iOS

A partir de hoje, o Facebook começará a permitir que usuários de seus aplicativos (Messenger, Instagram e a rede social propriamente dita) gerenciem múltiplas contas no mesmo dispositivo iOS. O recurso já estava começando a ser disponibilizado para Android desde fevereiro desse ano, mas ainda não havia começado a chegar aos iPhones e iPads.

Com a mudança, usuários que compartilham um dispositivo poderão alternar entre duas contas nas redes sociais sem a necessidade de se descadastrar e depois se cadastrar novamente. Segundo o The Next Web, A nova opção deverá aparecer nas configurações, sob o menu “Perfil”, com o nome “Trocar de conta”. Um símbolo de “+” indicará a possibilidade de se acrescentar mais uma conta naquele dispositivo, conforme a imagem:

Reprodução

Esse novo recurso é particularmente útil também para pessoas que gerenciam outro perfil ou página além do seu perfil pessoal na rede. Com a mudança, a troca entre os dois perfis se tornará muito mais ágil. Antes do recurso ser disponibilizado para Android, por exemplo, caso o usuário quisesse usar outra conta, era necessário usar o gerenciador de aplicativos do dispositivo para apagar os dados salvos do Messenger para, então, entrar com uma nova conta.

Trata-se de mais uma mudança que a rede social faz a seus aplicativos com o intuito de que usuários passem mais tempo neles. Recentemente, o Facebook também acrescentou ao Messenger a possibilidade de gerenciar as mensagens SMS enviadas e recebidas pelos usuários.

http://goo.gl/0qpVez

Empresa francesa lança mesa inteligente com Windows 10 por R$ 18 mil

A empresa francesa Kineti reviveu uma ideia que a própria Microsoft parece ter abandonado: lançar tablets gigantes que podem ser usados como mesas interativas com o sistema operacional da empresa. A Kineti está vendendo La Table Kineti, uma espécie de mesa de café inteligente, com tela sensível a toque de 42 polegadas com resolução Full HD.

O dispositivo possui um processador Intel Core i5, 8GB de RAM e 120GB de armazenamento via SSD. Com essas configurações e com uma tela sensível a múltiplos toques, ela permite que mais de um usuário a utilize ao mesmo tempo. A tela pode ser dividida em duas, para que cada usuário utilize aplicações diferentes de maneira separada.

Mas a Kineti parece não ver a mesa apenas como um tablet gigante: a intenção da empresa parece ser que ela funcione como uma espécie de “centro de controle” da sala de uma casa conectada. Por meio de conexões Bluetooth e Wi-Fi, os usuários conseguirão enviar imagens e vídeos de seus smartphones e tablets para a mesa por meio de gestos, ou ainda enviar vídeos da mesa para uma SmartTV na mesma sala. O víde abaixo mostra alguns dos recursos da La Table Kineti:

Dispositivos “Internet das Coisas”, como cortinas e lâmpadas inteligentes, também poderão ser controlados pela interface da mesa, segundo a empresa. E, naturalmente, jogos e aplicativos do Windows 10 também funcionarão na mesa. A esses recursos devem somar-se ainda outras funcionalidades que, segundo a empresa, “são segredo por enquanto”.

Como a ideia do aparelho é ser uma mesa – além de ser um computador – ela é “inquebrável” e “à prova d’água”, segundo a empresa. Dessa forma, usuarios podem apoiar xícaras de café ou copos de água tranquilamente sobre ela. Assim como a Surface Hub, porém, La Table Kineti não será barata. Atualmente, ela está à venda no site da empresa por € 4.997 (cerca de R$ 18.418).

http://goo.gl/Hepelg

Nova falha em aparelhos Android pode ser a deixa para trocar de celular

Uma nova falha em aparelhos Android pode forçar os usuários mais preocupados com a segurança de suas informações a trocar de celular. A vulnerabilidade permite quebrar a criptografia de disco do sistema com ataques de força bruta e não pode ser simplesmente resolvida com uma atualização de software.

O ataque, descoberto pelo especialista em segurança Gal Benjamini, permite driblar a criptografia RSA de 2048 bits por meio de um ataque de força bruta. Isso significa usar um software que usa várias combinações diferentes de senha até encontrar a correta para quebrar a segurança de um sistema.

Normalmente, um sistema RSA de 2048 bits seria altamente seguro e tornaria este tipo de ataque praticamente inútil por ser necessário um número tão grande de tentativas que o tempo necessário tornaria a tática inviável. No entanto, uma brecha em sistemas de segurança nos chips da Qualcomm, misturada com problemas no núcleo do Android, permite a extração das chaves.

O que isso significa na prática? A criptografia de disco do Android é uma garantia de que os dados no sistema sejam acessíveis apenas pelo usuário. Se uma outra pessoa tiver acesso físico ao celular criptografado (seja roubando ou achando perdido em algum lugar), seria muito difícil ter acesso aos dados guardados ali dentro, o que pode incluir contatos, fotos, senhas, informações bancárias e todo tipo de informação sensível. Pelo menos na teoria. Com essa brecha, fica muito mais fácil ter acesso a esses dados.

A ferramenta de criptografia de disco é um recurso do Android há muito tempo. No entanto, o Google decidiu transformá-la em padrão a partir do Android 5.0 (Lollipop), indicando que cerca de 45% da base de usuários pode ter essa proteção ativada como padrão quebrada (os outros 55%, em sua maioria, não deve tê-la ativada, o que significa que também estão desprotegidos).

O pesquisador já está trabalhando com o Google e com a Qualcomm para tentar resolver os problemas, mas faz a ressalva de que uma parte dos reparos só seria possível com uma troca de hardware, o que não é algo factível em smartphones.

Se há algum ponto positivo nesta história, é o fato de que apenas especialistas sabem como operar o ataque, e é necessário ter o aparelho em mãos para realizá-lo. No entanto, isso mostra que a criptografia de disco no Android talvez não seja a panaceia da segurança que o Google alardeou.

Mesmo no iOS, a criptografia de disco tem problemas; recentemente, a quebra desta segurança na plataforma da Apple tornou-se um caso de comoção mundial sobre o dever da empresa em quebrar ou não a segurança de seu próprio sistema para ajudar o FBI em um caso de terrorismo. No fim das contas, o FBI pagou para hackers destravarem o aparelho, e a segurança foi quebrada com sucesso.

http://goo.gl/mGZEtN

Inteligência artificial quer que você consiga conversar com pessoas mortas

Quando se pensa em chatbots, uma das primeiras coisas que vêm à cabeça é o auxílio em serviços de telemarketing e agendamento de atividades. Mas uma empresa russa chamada Luka tem planos mais ambiciosos para essa tecnologia: permitir que as pessoas se comuniquem com entes queridos que já morreram.

A ideia é de Eugenia Kuyda, fundadora da companhia, que perdeu o companheiro Roman Mazurenko em um acidente de trânsito no ano passado. A ideia de Kuyda é permitir que as pessoas continuem interagindo com a “personalidade” de quem já morreu. Para isso, são incluídas todas as informações sobre a pessoa no banco de dados.

A criadora do sistema explica que a mensagem de texto é a melhor maneira de manter essa comunicação, porque as pessoas contam com a privacidade e sabem que não serão ouvidas, mantendo conversas mais profundas e pessoais. Kuyda conta que o plano é permitir que pessoas façam solicitações como “Eu quero que a minha filha seja capaz de me acessar como eu estava quando tinha 21 anos”.

A Luka conta com uma equipe de 14 engenheiros e usa redes neurais recorrentes bi-direcionais, além de recursos do TensorFlow, do Google, e GPUs para executar as rotinas de aprendizado de máquina.
“Estamos tentando obter um perfil psicológico completo das pessoas, então elas devem responder mil perguntas para que possamos chegar a compreendê-las muito, muito profundamente”, diz ela. As questões são projetadas para serem envolventes, para que as pessoas não se cansem de respondê-las. Fotos e informações de redes sociais também são armazenadas.

“O apego é a coisa mais importante aqui.. O sistema não precisa passar no teste de Turing, porque nos apegamos a um Tamagotchi, ou aos nossos sapatos. Em um ano ou dois, com redes de memória mantendo o contexto profunda da conversa, nós chegaremos lá e isso é inevitável”, explica.

http://goo.gl/eeC6Kd

Site disfarça endereços de links como se fossem de vírus

Goo.gl e Bit.ly são alguns dos encurtadores de URLs mais famosos da internet. Tratam-se de ferramentas bem úteis entre os usuários que precisam compartilhar um link, mas não querem copiar e colar o endereço completo.

URLify é mais um serviço do gênero, só que com um detalhe a mais. A ferramenta não encurta a URL digitada, mas a transforma no endereço de uma página que parece, no mínimo, suspeita. Veja um exemplo:

http://6h2.xyz/sexual_ntsfe_join-isis-request-form_gxxcz_adolf-will-rise_stream

Não tenha medo de clicar no link acima. Apesar do domínio “.xyz” e de palavras como “isis request form” (formulário de requisição do Estado Islâmico) e “adolf will rise” (Adolf vai ressurgir), o endereço não vai baixar um vírus ou uma propaganda de ódio no seu PC.

Esta é, na verdade, uma versão alterada pelo URLify que leva o usuário para a página principal do Olhar Digital. O URLify é útil para quem quer compartilhar um link sem revelar o conteúdo ou pregar uma peça nos amigos.

http://goo.gl/v2WL4f