1,4 bilhão de dispositivos no mundo rodam Android

O Android, sistema operacional mais popular do mundo, está sendo usado por mais de 1,4 bilhão de pessoas. A informação é de Sundar Pichai, CEO do Google. “A escala em que as coisas estão funcionando é bastante impressionante”, declarou ele nesta terça-feira, 29, em um evento que anunciou os novos modelos da linha Nexus.

No ano passado, a empresa anunciou que havia atingido a meta de 1 bilhão de dispositivos ativos rodando o sistema operacional. Em 12 meses, mais de 400 milhões de celulares e tablets foram adicionados à lista, contrariando a previsão inicial do Google de dobrar o número de usuários em um ano.

A nova versão do Android, anunciada oficialmente nesta terça-feira, começa a ser liberada ainda hoje na linha Nexus. Todas as versões, exceto o Nexus 4, receberão a atualização. Outros aparelhos, ainda não revelados, começam a recebe-la nas próximas semanas.

 

Windows 10 roda em 100 milhões de dispositivos, diz pesquisa

Em menos de dois meses de lançamento, o Windows 10 já foi baixado por cerca de 100 milhões de dispositivos do mundo todo, de acordo com informações da consultoria de TIPetri. O sistema da Microsoft tem sido bem recebido pelo público: na primeira semana de lançamento, o Windows 10 já rodava em mais de 14 milhões de PCs.

Há um mês, a empresa anunciou que mais de 75 milhões de computadores, tablets e notebooks já haviam baixado a atualização. Uma das razões para explicar o sucesso é a possibilidade de fazer o download do sistema de graça.

Em comparação com as outras versões do sistema lançadas, a nova bate recordes. O Windows 7, por exemplo, atingiu 60 milhões de instalações com o dobro do tempo da versão 10. 

Objetivos
A meta da microsoft é, em dois ou três anos, atingir 1 bilhão de dispositivos com o sistema instalado.

Mais dispositivos
Em outubro deve ser disponibilizada a versão mobile do Windows 10, o que pode ajudar a companhia a aumentar ainda mais os números de downloads.

 

Apple adiciona recursos de visualização 3D aos mapas

O aplicativo de mapas próprio da Apple trará um novo recurso diferencial para o segmento, o modo Flyover em 3D. A funcionalidade vai permitir que os usuários explorem em modo 3D o percurso, exibindo dados topográficos, além de colinas, castelos e vilas.

O Apple Maps trouxe a novidade pata cidades no Japão, França, Espanha e outros países. A visualização 3D foi implantada em hotspots turísticos como Florença, Gênova e o Castelo Neuschwanstein, na Alemanha. Tóquio, Londres e Nova York vão oferecer ao usuário a possibilidade de uma visita guiada.

Craig Federighi, vice-presidente de software da Apple, afirmou que o Apple Maps foi 3,5 vezes mais usado que o próprio Google Maps, líder de mercado. Carros e vans da Apple foram vistos em cidades dos EUA e Reino Unido, sugerindo que a empresa estaria investindo em um recurso semelhante ao Street View. Além disso, a Apple adicionou rotas de transporte público no iOS 9.

 

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Propaganda do Facebook sabe tudo e não pode ser bloqueada

A principal preocupação de Sheryl Sandberg ao se preparar para a maior reunião anual de executivos de publicidade e mídia de Nova York, que acontecerá nesta semana, não tem nada a ver com software de bloqueio de anúncios nem com fraude por clique.

Sandberg, diretora operacional do Facebook, pode se gabar diante dos participantes da Advertising Week de como a maior rede social do mundo é praticamente imune às forças que levaram as empresas de internet e editoras a entrarem em pânico.

Mas Sandberg está perdendo a voz, então ela terá que fazer um discurso sucinto.

Entre pequenos goles de água de morango, na sede da companhia em Menlo Park, na Califórnia, Sandberg explica como o Facebook conseguiu escapar de polêmicas em relação aos anúncios on-line por causa da ênfase em uma conta única e vinculada à identidade do usuário no mundo real e por utilizar propagandas sutis, que podem ser rapidamente ignoradas se o usuário não estiver interessado nelas.

O que os anunciantes querem, de acordo com a rouca Sandberg, é “chegar às pessoas de um modo agradável, que não seja invasivo”.

Esse argumento passa por alto o fato de que os rastreadores do Facebook estão em praticamente todo lugar na internet.

No entanto, como a maioria dos 1,49 bilhão de usuários do Facebook acessa o serviço através de um aplicativo, não é possível ocultar os anúncios com uma das diversas ferramentas de bloqueio que agora estão no topo dos rankings de download na App Store da Apple.

Madison Avenue, o reduto da publicidade nos EUA, tem muito com que se preocupar atualmente, mas aquela saudade de épocas mais simples em breve será aplacada. Os anunciantes acostumados com a televisão vão se sentir mais à vontade no Facebook graças a um novo recurso para comprar propagandas em vídeo que é parecido com o modo em que eles compram comerciais na TV.

O Facebook também está testando que as marcas possam fazer enquetes com os usuários de smartphones para obter feedback. Embora isso talvez soe como um retrocesso, Sandberg diz que esses passos são necessários para ajudar as agências a se adaptarem.

Anúncios direcionados

O Facebook se tornou um rosto amigável no setor publicitário. Parte do que protegeu a empresa dos problemas que afetam outros gigantes da publicidade virtual, como Google e Yahoo!, é o controle de qualidade feito pelos usuários, disse Brian Blau, analista da empresa de pesquisa Gartner.

Mas vai ser difícil manter esses padrões altos à medida que o Facebook tomar medidas para estender seu império a outros aplicativos e sites, o que poderia expor a empresa a um volume maior do tipo de tráfego falso que irá custar US$ 6,3 bilhões aos anunciantes neste ano. “Com certeza eles vão ficar mais suscetíveis ao abuso de forma geral e à fraude por clique”, disse Blau.

“Quanto mais crescerem, mais difícil será confiar em que os usuários lhes digam que algo é ruim”.

Por volta desta época, no ano passado, o Facebook fez uma importante modificação na forma em que monitora o comportamento dos usuários nos aparelhos, uma medida que visou aprimorar o direcionamento dos anúncios. Agora, a empesa está desenvolvendo ferramentas mais sofisticadas para medir a eficácia das propagandas.

O Facebook levará em consideração o tempo que os usuários dedicam a uma publicação em particular, em vez de depender de que eles cliquem no botão “Curtir” ou “Ocultar”. Talvez isso pareça um tanto sinistro, mas é para o bem de todos, disse Sandberg.

“A pergunta que mais escutamos – literalmente, de longe – é ‘Por que as propagandas não são mais relevantes? ’”.

O Facebook pretende tornar mais personalizados os anúncios que aparecem nos telefones que rodam seu aplicativo, disse Carolyn Everson, diretora de receita do Facebook. Ela está começando pelo Instagram. As empresas que anunciam no aplicativo de compartilhamento de fotos poderão fazer o direcionamento com base nos dados demográficos do Facebook.

LiveRail, a rede de propagandas em vídeo que pertence ao acebook e é utilizada por mais de 200 companhias, como a Major League Baseball e a CBS, agora está usando informações da rede social sobre idade e gênero.

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EUA investigam Google por suposto monopólio do Android

A federação de comércio norte-americana (FTC) iniciou na última sexta-feira uma investigação sobre o Google para analisar o domínio de mercado do Android. A medida é semelhante às dos órgãos europeus com relação ao Gmail, Chrome e Google Play nos aparelhos que rodam o sistema operacional.

Segundo o órgão americano, representantes das companhias e fabricantes alegam que o Google prioriza seus próprios serviços dentro da plataforma Android. A prática estaria prejudicando concorrentes como o Outlook, da Microsoft, consistindo em monopólio.

Zuckerberg quer que o mundo todo tenha internet até 2020

No último sábado, 26, Mark Zuckerberg participou da 70ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde falou sobre sua parceria com o ONE, iniciativa que pretende conectar o mundo inteiro à internet até 2020.

A campanha conta com nomes como Bill e Melinda Gates, Jimmy Wales (Wikipédia), Arianna Huffington e o cantor Bono, do U2, que junto com Zuckerberg escreveu um artigo para oNew York Times em que tratam sobre a necessidade de espalhar a rede.

No texto assinado com Bono, o CEO do Facebook lembra que atualmente mais da metade da população mundial vive sem acesso. Ele ressalta que isso não é bom tanto para os desconectados quanto para quem já está na rede, uma vez que seus negócios e segurança dependem da existência de uma sociedade estável.

Para seu perfil no Facebook, Zuckerberg escreveu direto de NY: “Os líderes mundiais estão aqui na ONU para aprovar um novo conjunto de metas globais que visam desafios fundamentais para o mundo nos próximos anos. ”

“Prover acesso universal à internet é um desses desafios, e os governantes concordaram em trabalhar por isso até 2020 como parte das metas globais. Para ajudar a fazer disso uma realidade, eu anunciei uma campanha global em parceria com a ONE e apoiada por muitos líderes e organizações”, finalizou.

 

Atualização deixa reconhecimento de voz do Google mais rápido e eficiente

O Google melhorou o algoritmo de reconhecimento de voz para torná-lo mais rápido e preciso. O sistema é utilizado em uma série de ferramentas da empresa, como o buscador, o tradutor e o assistente pessoal do Android, o Google Now.

Em uma postagem no blog do buscador feita nesta sexta-feira, 25, a equipe explicou que vai está aprimorando o uso das redes neurais profundas, que conseguem calcular a coisa mais provável que o usuário está tentando dizer. De acordo com a companhia, a tecnologia foi treinada por pesquisadores para conseguir entender perfeitamente, mesmo em situações desfavoráveis. Isso significa que o sistema está “ouvindo melhor” e de maneira mais rápida, mesmo em ambientes onde houver ruído.

“A parte difícil foi descobrir como fazer isso acontecer em tempo real. Depois de muito trabalho, conseguimos definir modelos que consomem o áudio de entrada em pedaços maiores do que os modelos convencionais. Com isso, reduzimos drasticamente o tempo de reconhecimento”, conta a equipe.
A tecnologia já está funcionando nos apps de pesquisa do Google para iOS e Android.

 

Falha em antivírus pode ter facilitado ataques de hackers

Novas evidências de que o software antivírus da Kaspersky Lab contém erros que podem ser explorados remotamente por hackers deixou o ramo de segurança na web em alerta, principalmente porque a Kaspersky é uma marca tradicional no marcado de antivírus.

A evidências foram reveladas pelo jornalista Thomas Fox-Brewster, que cobre o mercado de tecnologia para a Forbes. Brewster aponta o resultado de uma pesquisa de um integrante do Google Project Zero, que mostra erros básicos, como ativação de um bloqueio na secção de armazenamento de buffer do sistema antivirus.

O pesquisador Tavis Ormandi, que integra o grupo especialista em encontrar falhas em aplicativos e sistemas operacionais, questionou o fato desse bloqueio estar desativado nas novas versões, já que nas anteriores sempre esteve ativado e atacar sistemas antivírus via pacotes de buffer, por exemplo, é uma pratica tradicional de criminosos.

Mais informações devem ser liberadas em breve por Ormandi, que ainda não finalizou suas auditorias nos softwares da Kaspersky, embora a própria empresa tenha declarado que todas as vulnerabilidades divulgadas por pelo técnico já foram corrigidas. O fato é que essa história só engrossa o caldo para o lado das empresas de segurança na web, que dia após dia são acusadas de serem inseguras.

 

 

Falha no iOS 9 permite acessar iPhone sem desbloquear a tela

Uma falha recém descoberta no iOS 9permite que fotos, contatos e outras informações de um iPhone ou iPad sejam acessadas mesmo quando o aparelho está bloqueado e com senha.

O problema foi divulgado por um usuário do Youtube com o nome de “videosdebarraquito”, que mostra em um vídeo como acontece o acesso sem senha aos aparelhos da Apple.

Após errar o código pela quinta vez (o que travaria o aparelho por alguns minutos), é possível chamar a Siri e dar comandos de voz normalmente.

No vídeo, um usuário pergunta apenas “que horas são” e com isso consegue acessar mensagens, contatos e fotos do smartphone – mesmo com ele travado.

Apesar de a falha ser grave, é fácil resolver o problema: basta desativar a Siri na tela de bloqueio. Para isso, é só entrar em “Configurações”, procurar por “Touch ID e código” e desligar o acesso à Siri com a tela bloqueada.

É um pequeno preço a pagar para resolver um problema sério, que afeta 50% de todos os iPhones e iPads, já que a configuração que mantém a Siri ativa na tela de bloqueio vem ativada por padrão no iOS 9.

Na semana passada, foi descoberto um bug semelhante, porém. Bastante grave no Android 5.1 Lollipop. Por sorte, a solução é igualmente simples.

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Ataque no WhatsApp foca em usuários brasileiros

O primeiro ataque destinado aos usuários brasileiros de WhatsApp foi verificado pela Kaspersky durante o último fim de semana.

A empresa de segurança digital identificou por meio de seu laboratório de tecnologia um link malicioso de phishing (isca) que promete descontos de R$ 500 nas redes de supermercados do Extra e Carrefour.

Este golpe é similar aos modelos de ataque do WhatsApp que apareceram fora do País, com o oferecimento de vouchers de descontos na cafeteria Starbucks ou nas lojas de roupa Zara e H&M.

A mensagem vem com os links “extra.supermarket.gift” e “carrefour.supermarket.gift” que direcionam para uma página falsa de cadastro.

No entanto, além de preencher seus dados pessoais e bancários em um site falso, os hackers pedem para o cliente ligar para um número premium para confirmar o recebimento do voucher.

Ao ligar, eles pedem para a vítima responder 25 questões para mantê-la na linha por um longo tempo, pois a ligação é cobrada e os hackers lucram com ela.

Cavalo de Troia

Outro ataque envolvendo o app foi encontrado nesta segunda-feira. Distribuidora do antivírus Avast no Brasil, a Štíty localizou um e-mail falso que conteria fotos enviadas pelo aplicativo de troca de mensagens em um suposto documento do Google Docs.

O documento é na verdade um cavalo de troia (trojan), usado para roubar informações bancárias.

Diferentemente dos ataques elaborados com voucher, esse e-mail enviado para usuários brasileiros é menos elaborado, pois a comunicação feita pelo WhatsApp é entre dispositivos móveis com números de telefone, sem contato por e-mail.

http://goo.gl/hNUJtS