Google quer poupar você de pegar filas com nova ferramenta

O Google liberou uma nova função em seu sistema que permite que você veja quando um restaurante ou local específico está lotado. A ferramenta promete ajudar as pessoas a se programarem e diminuírem aquelas filas gigantes que deixam qualquer um estressado.

Os cartões de localização do Google agora revelam uma seção, chamada de “horas populares”, junto ao número do telefone, endereço e o horário de funcionamento do estabelecimento. Segundo a empresa, a ferramenta tem como base o histórico de visitas ao lugar e não é uma informação em tempo real.

Para acessar tais informações, você só precisa procurar por um local para que o Google disponibilize o cartão de localização. Isso pode ser feito dentro do app do Google Maps ou fazendo uma busca no Google.

Depois disso, é preciso selecionar o botão “mais sobre” no canto inferior da tela e clicar no ícone “horas populares”.

Nele, você poderá ver como os horários de lotação variam de acordo com o dia da semana, hora e se você vai a pé.

Segundo o Google, a nova ferramenta está sendo disponibilizada aos poucos no mundo todo. Se você ainda não conseguiu acessar a função, até o final de semana deve ser possível utilizá-la, de acordo com a empresa.

O recurso já está sendo oferecido para smartphones com Android a partir do navegador e dentro dos aplicativos do Goo gle Chrome e do Safari no iPhone.

Bug no Android pode impedir até mesmo que o aparelho seja ligado

Um novo tipo de ataque, desenvolvido por especialistas em segurança, explora uma falha descoberta do Android para basicamente inutilizar o aparelho, tornando-o incapaz de desempenhar as funções mais básicas. O smartphone fica sem som, com a tela inativa e incapaz de fazer e receber chamadas.

A vulnerabilidade mora no serviço mediaserver, usado pelo Android para indexar arquivos de mídia armazenados no aparelho. Este serviço não consegue processar um arquivo corrompido usando o container Matroska (com a extensão MKV). Então a ferramenta apresenta um travamento, levando consigo o sistema operacional inteiro.

A falha pode ser explorada de duas formas, segundo o estudo da Trend Micro. A primeira delas é pela instalação de aplicativos maliciosos que tragam este tipo de arquivo no aparelho, ou por meio do acesso de sites preparados para atingir os celulares.

O primeiro método de infecção é particularmente perigoso, já que dá mais liberdade para a praga. Neste caso, o aplicativo poderia se registrar para iniciar automaticamente toda vez que o celular fosse iniciado, fazendo o sistema travar sempre que o celular for ligado, efetivamente tornando-o inútil.

A vulnerabilidade afeta cerca de metade dos usuários do Android. Ela foi identificada em todas as versões do sistema acima da versão 4.3, inclusive na mais recente, a 5.1.1. Assim, uma parte gigantesca do público pode ser afetado.

A Trend Micro, que revelou a falha, diz ter alertado o Google do problema em maio deste ano, mas a empresa não fez nada para solucionar a questão.

A falha, no entanto, ainda não é mais grave do que outra recém-divulgada, que foi batizada de “Stagefright”, que permite infecção por meio de uma mensagem simples. Ela afeta praticamente toda a base de usuários e permite o monitoramento de áudio e vídeo e até mesmo a execução remota de código, sem precisar nem mesmo de interação com a pessoa afetada.

Facebook abre Internet.org a operadoras de telefonia móvel

Um ano depois de o Facebook lançar o Internet.org, a empresa está tornando mais simples o processo para que qualquer operadora móvel ofereça acesso gratuito à internet e serviços on-line por meio do programa.

O Internet.org foi lançado inicialmente em Zâmbia, na África, e nos últimos 12 meses chegou a 17 países em três continentes, mas sempre em parceria com algumas poucas operadoras.

O serviço oferece acesso gratuito de internet a sites básicos em países subdesenvolvidos.

Agora, o Facebook quer atrair novos parceiros para o programa, anunciando o lançamento de um portal dedicado por meio do qual as operadoras podem se cadastrar no serviço.

Na página, o desenvolvedor encontra um manual de boas práticas, além de ferramentas técnicas para a criação de aplicativos.

Segundo a rede social, o Internet.org é benéfico para as empresas de telefonia pois consegue atrair novos clientes para elas.

“[O programa] traz novos usuários para redes móveis em média 50% mais rapidamente após elas lançarem serviços básicos gratuitos e mais da metade das pessoas que ficam online por meio do Internet.org estão pagando por dados e acesso à internet dentro dos primeiros 30 dias.”

O Facebook também ressalta que seu objetivo é “trabalhar com o maior número possível de operadoras móveis e desenvolvedores para estender os benefícios da conectividade”.

Essa é uma resposta direta aos críticos do programa, que acusam a rede social de violar a neutralidade da internetno Internet.org, facilitando o acesso a apenas alguns sites e serviços determinados.

Na teoria, isso significa que qualquer desenvolvedor pode criar serviços a serem oferecidos por meio do Internet.org. Mas ainda não se sabe quanto isso irá custar, ou quais as regulações que eles deverão seguir.

Facebook quer deixar que você e seus amigos coloquem tags em seus perfis

Se você usa o LinkedIn para tratar de negócios ou conseguir um novo emprego, já deve ter notado que os perfis dos usuários contêm tags que mostram suas principais competências e recomendações de outros usuários. Agora, parece que o Facebook deseja fazer o mesmo.

De acordo com o The Verge, o recurso, criado durante um hackaton interno da empresa, foi confirmado por um porta-voz da rede social de Zuckerberg. A novidade permitirá que você coloque tags em seu perfil ou deixe seus amigos colocarem – neste caso, elas irão para sua aprovação antes de aparecer em seu perfil.

“As tags de perfil são uma ferramenta criativa que permite que você e seus amigos adicionem tags ao seu perfil para destacar as coisas que descrevem você e o que você gosta”, disse a empresa ao site.

“Acreditamos que os amigos também podem adicionar uma perspectiva única de quem você é e o que faz você especial, coisas que você talvez nem pense em colocar em seu perfil”, disse o Facebook por e-mail ao site The Next Web. “Isso fortalece laços e ajuda seus novos amigos a aprender algo interessante sobre você”.

O recurso, no entanto, ainda não possui uma data certa para chegar aos usuários. “Não temos prazos específicos sobre quando as pessoas poderiam começar a vê-lo ou em quanto tempo o teste inicial na Nova Zelândia será executado”, disse o porta-voz ao TNW.

“Esperamos aprender o máximo que pudermos a partir do teste e ver como as pessoas na Nova Zelândia irão usá-lo antes de fazer o lançamento de forma mais ampla”, disse.

“Pior falha na história Android” permite invasão com apenas uma mensagem

Especialistas em segurança da empresa Zimperium dizem ter descoberto a “pior vulnerabilidade do Android na história do sistema”. O grande problema desta praga é que ela se espalha por mensagens MMS, que não precisam nem mesmo ser abertas para que seu telefone seja comprometido. Ela afeta praticamente todos os smartphones com o sistema, independente da versão.

Quando a mensagem é recebida, um código é executado, dando a liberdade para que alguém mal-intencionado tome o controle do seu celular, permitindo o roubo de dados, ou monitoramento remoto, como ativação da câmera ou microfone. Na prática, um cibercriminoso poderia fazer o que quisesse com seu smartphone e suas informações.

Segundo Joshua Drake, pesquisador da Zimperium, o processo acontece antes mesmo de o usuário ser notificado de que recebeu uma mensagem, o que torna o bug ainda mais perigoso.

Tudo acontece por causa de uma vulnerabilidade no Hangouts, em um recurso criado para permitir a execução de vídeo. De forma resumida, o cibercriminoso “esconde” um malware com o vídeo e o envia para o seu número de celular. O aparelho processa a mensagem e ativa a vulnerabilidade.

Isso acontece porque o Hangouts processa instantaneamente os vídeos recebidos por MMS e os salva na galeria para facilitar a vida do usuário na hora de executá-los, mas é isso que abre a brecha para o ataque. Se você não usa o Hangouts, e utiliza o app de Mensagens padrão do sistema, a mesma falha ainda é válida, mas ela só se manifesta quando a mensagem é exibida.

Felizmente, não há relatos de pessoas afetadas pelo problema. O Google já reconheceu a falha, e classificou a falha como de “alta prioridade”, por permitir execução de código remoto e acesso local ao sistema. A empresa já está se mexendo para solucionar o problema.

A questão é como essa solução será feita. Como já se sabe, atualizações do sistema normalmente têm muitos intermediários, causando demora na distribuição de updates, isso quando os aparelhos são atualizados. No caso de uma falha grave de segurança, essa característica do Android é especialmente perigosa.

Ao mesmo tempo, o Google pode tomar o caminho de atualizar apenas os aplicativos defeituosos pela Play Store, ou atualizar o Google Play Services pela loja, que é um processo muito mais simples e com maior alcance, mas ainda não se sabe se esse método é possível.

Será que o fim do Google Plus está próximo?

O Google insiste que sua rede social, oGoogle+ continuará no ar. No entanto, as últimas ações da empresa sugerem que talvez isso não seja tão certo. Em um comunicado oficial, a companhia anunciou que não é mais preciso ter uma conta no Google+ para utilizar o YouTube.

O YouTube comentou em seu blog que algumas dessas mudanças já poderão ser vistas em breve. A primeira é que os comentários feitos na plataforma de vídeos não poderão ser mais vistos nos perfis dos usuários no Google+. No entanto, caso você queira fazer o upload de algum vídeo, criar um canal ou comentar sem usar a rede social, será preciso esperar um pouco mais.

“Se você quiser remover o seu perfil do Google+, você vai ser capaz de fazer isso nos próximos meses. Mas não faça isso agora ou você vai excluir seu canal do YouTube”, alerta o time.

Sinais antigos

Essa não é a primeira vez que a empresa aparenta querer enterrar a rede social. Há quase um ano atrás, o Google liberou seus novos usuários da obrigação de criar contas no Google+. Além disso, foi revelado no Google I/O 2015 que o app de fotos agora é um produto autônomo, sem ligação alguma com a rede social.

O que parece é que mudanças relacionadas ao Google+ irão continuar. Bradley Horowitz, vice-presidente de streams, fotos e compartilhamentos da empresa, disse na publicação no blog que a ferramenta de compartilhamento de localização está sendo colocada no Google Hangouts e sendo retirada da rede social.

“Nós acreditamos que mudanças como essas irão transformar o Google+ em uma plataforma mais focada, útil e envolvente”, disse Horowitz. “Para as pessoas que já criaram perfis do Google+, mas não planejam usar o Google, vamos oferecer melhores opções para gerenciar e remover os perfis públicos”, adiciona o vice-presidente.

Em abril do ano passado, o então chefe da rede social, Vic Gundotra, deixou o Google. Nem a empresa nem Vic foram claros sobre a saída. Na ocasião, o site TechCrunch sugeriu que a mudança estava relacionada às últimas tentativas de o Google fazer o Plus funcionar.

Fracasso desde o nascimento

O Google+ foi criado em 2011 como uma alternativa ao Facebook e ao Twitter. No entanto, em poucos meses a rede social não havia mostrado a que veio. Aliás, uma pesquisa do Serasa Experian de 2013 revelou que o Google+ representava apenas 0,78% do mercado de redes sociais e é a nona mais usada no Brasil. Para se ter uma ideia, a rede social ficou atrás do Bate Papo UOL.

Não é só no Brasil que o Google+ anda pouco popular. Oblogueiro de Analytics, Kevin Anderson, traçou informações sobre a plataforma em janeiro deste ano e descobriu que apesar dos quase 2,5 bilhões de inscritos, quase ninguém realmente publica algo na rede social. Segundo as informações analisadas por Anderson, entre 4 a 6 milhões de pessoas interagem e publicam no Google+.

O aumento no público se deu por conta de obrigações impostas pelo Google. Ao criar uma conta em produtos como o Gmail ou o YouTube, usuários eram obrigados a fazer uma também no Google+.

Mas nem assim funcionou. Com todos esses fatos recentes, fica cada vez mais difícil acreditar que o Google+ sobreviverá a todas as mudanças impostas pelo Google.

Serviço permite destruir e-mails que já foram enviados

Um mês atrás o Gmail finalmente promoveu o experimento que deixa o usuário cancelar um e-mail segundos depois de clicar no botão de enviar. A solução é boa para arrependimentos momentâneos, mas ainda não é a melhor quando se trata de evitar grandes estragos; para isso nasceu a Dmail.

Trata-se de uma extensão para Chrome que permite estabelecer um prazo para o desaparecimento dos e-mails enviados através do Gmail. É possível indicar uma hora, um dia ou uma semana, por exemplo. Depois desse tempo, o destinatário não conseguirá mais ler o que recebeu.

extensão acrescenta um botão à interface de composição de mensagens do Gmail para que se estabeleça o tempo desejado. O remetente não precisa tê-la instalada no navegador, mas se tiver pode abrir a mensagem no próprio Gmail – caso contrário é necessário clicar num link que leva à mensagem.

O TechCrunch explica que o Dmail criptografa a mensagem na máquina do remetente e descriptografa no destinatário. Quando o primeiro decide revogar o acesso, a criptografia age para impedir que o outro acesse o conteúdo.

O produto já está disponível na Chrome Web Store, mas sairá em breve para iOS e Android em aplicativos pelos quais será possível ver e enviar as mensagens diretamente. Futuramente será implementado um sistema freemium, no qual algumas funcionalidades serão gratuitas e outras, pagas.

Seus dados estão disponíveis neste site sem que você saiba

São Paulo – O que você acha de ter o seu nome, CPF e endereço disponibilizados em uma base de dados online acessível por qualquer um? E mais: essa empresa lucra com isso, vendendo informações mais detalhadas de cidadãos por até 80 reais.

Esse site existe. No ar desde junho, o Tudo Sobre Todosvende informações pessoais que, de alguma maneira, se tornaram públicas.

Em uma pesquisa por nome completo ou CPF, a página mostra o bairro, o CEP e uma lista dos vizinhos gratuitamente, mas dados adicionais podem ser comprados.

São eles RG, CPF, registro profissional, local de trabalho e links para perfis nas redes sociais.

Cada dado pode ser consultado mediante a compra de um crédito. São três planos que um internauta pode contratar: um básico de 9,90 reais, que dá 10 créditos, um super de 24,90 reais, que confere ao consumidor 30 créditos e um profissional que custa 79,00 reais e dá um pacote de 100 créditos.

Em testes realizados por INFO, foram exibididos dados relativamente recentes.

Em um caso, o endereço correto apareceu para uma pessoa que se mudou há dois anos. Porém, em outro teste, o endereço antigo apareceu para uma pessoa que se mudou há cinco anos.

Segundo os criadores, as informações vêm de cartórios, decisões judiciais publicadas, diários oficiais, fóruns, bureaus de informação, redes sociais e consultas em sites públicos na internet.

A reportagem de INFO falou com um dos responsáveis pelo site no Facebook, que se recusou a se identificar ou revelar sua nacionalidade (embora a conversa tenha ocorrido em português).

Para ele, o serviço não fere a privacidade dos cidadãos. “Não encaramos dados abertos como dados privados. É o que temos como opinião.”

No entendimento da advogada Gisele Arantes, sócia do escritório Assis e Mendes, o serviço é totalmente “ilegal e repreensível”.

“Segundo nossas leis, ele ofende a constituição, os direitos civis, o código de defesa do consumidor e também o Marco Civil”, disse Gisele à INFO.

“Estamos vivendo em uma época em que tudo pode ocasionar algum tipo de fraude. Seja fraude de documentos, abertura de crédito em nome de outra pessoa ou qualquer coisa desse tipo.”

Gisele também levanta a hipótese de os dados serem provenientes de invasões cibernéticas a bancos de dados, como, por exemplo, o da Receita Federal.

A advogada acredita que o Ministério Público deva investigar o caso. Mais de duas mil pessoas partilham dessa visão e pedem a investigação por meio de um abaixo-assinado.

No LinkedIn, a Top Documents LLC, responsável pelo Tudo Sobre Todos, diz ser uma empresa internacional de notícias que mostra dados de fontes públicas para facilitar a pesquisa de informações para quem precisar delas.

O site indicado como o oficial da companhia é o bigspy.com, que está fora do ar. A reportagem encontrou apenas este e-mail relacionado ao site: topdocumentsllc@yahoo.com.

A página da empresa no Facebook data de 18 de junho de 2015 e tem pouco mais de 200 curtidas.

Lá, é possível encontrar também a história de uma suposta usuária do serviço que encontrou o seu pai após muitos anos sem saber de seu paradeiro.

Segundo a página de contato da Tudo Sobre Todos, a Top Documents LLC está localizada na Ilha Mahé, no Oceano Pacífico. No entanto, o domínio do site é da Suécia e o endereço IP consultado por INFO nesta tarde aponta para a França.

A confusão não é à toa. Essa prática de camuflagem dificulta a responsabilização da empresa, já que uma ordem judicial pedindo a remoção de dados levaria cerca de dois anos para se concretizar.

A outra opção seria entrar com um processo contra a empresa na Ilha Mahé, o que pode ser caro e não garante um resultado positivo, visto que o país tem legislação diferente da brasileira.

Questionados sobre o motivo do registro internacional, o representante do Tudo Sobre Todos disse não haver muito o que falar, já que “não há um motivo especial para isso”.

Depois de saber tudo isso, o usuário pode se perguntar como ele pode remover as suas informações pessoais do cadastro do site. Infelizmente, o responsável pelo site disse a INFO que isso é impossível:

“Ainda não temos uma política sobre isso. Apenas queremos atender nossos clientes e a população em geral da melhor forma possível, e torná-los satisfeitos. Remover pessoas do nosso sistema não deixaria ninguém satisfeito, já que os dados ainda existem e estão na internet, apenas facilitamos a busca. Por outro lado, quem estiver procurando um amigo, familiar há muito não visto ou um amor de infância nunca teria a certeza de que a pessoa ainda existe, já que nossa database estaria incompleta. Estamos discutindo isso seriamente, e abertos a opiniões. Claro que ao procurar de fato opiniões do público, o máximo que conseguimos foi agressividade por medo do desconhecido então acabamos filtrando estas opiniões, mas opiniões filtradas não são de fato tão relevantes.”

Por ora, você continuará com seus dados expostos no Tudo Sobre Todos – querendo ou não.

Windows 10: veja como preparar seu computador para o novo sistema

A migração para o Windows 10 deve ser um processo livre de dor para a maioria das pessoas, mas sabemos que essas coisas nunca são perfeitas .  Por isso, é uma boa ideia se preparar antes de fazer a atualização.

A Microsoft diz que as pessoas só perderão seus programas e arquivos no processo de migração se quiserem, mas é sempre bom ter uma garantia própria de que você poderá voltar a como tudo estava anteriormente se alguma coisa der errado.

Por isso, damos as dicas de como se prevenir contra possíveis problemas:

1) Mantenha seus arquivos importantes em segurança

Tenha certeza de antes de tudo, guardar fotos importantes e documentos que estejam guardados em algum pendrive, HD externo, CD, DVD, ou suba-os para algum serviço de armazenamento, como OneDrive, Google Drive, Dropbox, ou algum outro de sua preferência. Esse tipo de arquivo que é irrecuperável caso você encontre algum problema grave deve ser sua prioridade.

2) Crie uma imagem do Windows para recuperação em caso de problema

É mais fácil do que parece, mas o caminho é diferente no Windows 7 e no Windows 8.

No W7: Entre no Painel de Controle, acesse Sistema e Segurança, Fazer Backup do Computador e clique em Criar uma imagem do sistema. Você vai precisar de pendrives, um HD externo, DVDs ou um segundo disco rígido na sua máquina. Escolha onde gostaria de salvar o arquivo de backup e pressione Avançar. O procedimento pode levar mais de uma hora e depende da velocidade do seu computador e do volume de dados que precisa ser guardada.

No W8.1: Entre no Painel de Controle, acesse Sistema e Segurança e procure pela opção Histórico de Arquivos.Clique em Backup da Imagem do Sistema. Então, selecione onde gostaria de salvar o arquivo de recuperação e pressione Avançar. Todo o resto é igual no Windows 7.

3) Verifique se seu computador tem alguma incompatibilidade

Se você recebeu a notificação ao lado do relógio para receber o Windows 10, significa que sua máquina é minimamente compatível, mas não quer dizer que sua experiência será perfeita. O aplicativo fornecido pela Microsoft, o Obter o Windows 10, faz essa varredura por incompatibilidades. Execute-o, clique no ícone no canto superior esquerdo e selecione a opção Verificar meu Computador.

O teste procura por drivers incompatíveis e aplicativos que podem não funcionar no Windows 10. Como você já recebeu a notificação para atualização, a tendência é que a busca não retorne problemas.

4) Confirme os requisitos mínimos

O Windows 10 não é muito exigente em relação a hardware. Veja o que é necessário:

Processador: de 1 GHz ou mais rápido ou SoC;
RAM: 1 gigabyte (GB) para a versão de 32 bits ou 2 GB para a de 64 bits;
Espaço em disco: 16 GB para a versão de 32 bits e 20 GB para a de 64 bits;
Placa gráfica: DirectX 9 ou posterior com driver WDDM 1.0;
Tela: Resolução mínima de 1024 x 600.

Lojas físicas vão para internet para melhorar vendas em ano de crise

A crise fez muito comerciante mudar de endereço. Milhares de lojas foram parar na internet para melhorar as vendas. O comércio de um modo geral teve resultados ruins, mas no comércio eletrônico é diferente. No primeiro semestre, bombou.

O número de lojas virtuais cresceu mais de 40% no primeiro semestre. O desafio delas agora é fazer com que as páginas funcionem bem nas telas menores, dos celulares e tablets. Isso para conseguir aumentar ainda mais as vendas.

O ponto é bom. O produto, desejado. E os preços, de mercado. Mesmo assim, a Claudia sentiu aquele friozinho na barriga de quando as vendas não andam bem. “A loja física estava em um movimento muito lento por causa da crise e a gente sentiu a necessidade de ter mais um canal de venda. Aí pensamos em criar um online”, diz a administradora de empresa Cláudia Venâncio.

Juntos, ela e o marido, que trabalha na área de tecnologia, criaram uma loja virtual. O diferencial é um atendimento que tenta trazer o cliente, que ninguém vê, para bem pertinho, respondendo as dúvidas em um bate-papo online. O resultado está dando mais um friozinho na barriga. Mas dessa vez, a emoção é boa. “O resultado tem sido ótimo. A gente espera no próximo trimestre vender mais pela loja virtual do que pela loja física”, afirma o especialista em tecnologia, André Venâncio.

A loja online foi criada no início do ano em um espaço virtual voltado para quem está começando e ainda não tem tamanho. No primeiro semestre, 55 mil novas lojas online nasceram nessa plataforma, 42% mais que no mesmo período do ano passado.

Quase 40% dos acessos às lojas virtuais são feitos pelos dispositivos móveis, os celulares e tablets. Mas só uma em cada dez vendas são feitas por eles. Um desafio para quem quer ter crescimento real no mundo virtual é investir em sites que rodam bem em telas menores.

A experiência mostrou para Felippe que esse era o caminho. A loja dele começou em 1954. A papelaria mudou de endereço algumas vezes, até ganhar também o endereço eletrônico.

“O site se complementa com a loja física. Muitas vezes, a pessoa vê o produto no site e acaba vindo na loja física”, afirma o comerciante Felippe Naufel.

Nos primeiros quatro meses do ano, o faturamento do comércio eletrônico cresceu 11%. O valor médio das compras hoje é de R$ 378. “O comercio eletrônico hoje ele é mais um canal de venda para os varejistas e, principalmente, ele é uma possibilidade do consumidor analisar melhor as ofertas, analisar melhor um determinado produto antes de, efetivamente, realizar uma compra”, analisa o diretor executivo da E-Bit André Ricardo Dias.

O analista de marketing digital Thiago Ciafreis abriu uma loja virtual há três meses. Os produtos mais vendidos no site dele são telescópios e binóculos por causa da proximidade do dia dos pais. A loja de presentes nasceu em março como plano B para Thiago conseguir uma grana extra. Hoje está sobrando um dinheirinho para aumentar o estoque e crescer mais. “Todo mês tem dobrado de tamanho. Daqui um ano, acho já vai estar girando legal”, conta.

Só nos primeiros quatro meses deste ano, o setor de e-commerce faturou R$ 12 bilhões.

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