Sandra Turchi: 5 maneiras de investir no mundo digital

Nos últimos 15 anos, as tecnologias – principalmente as de comunicação – evoluíram numa velocidade nunca antes vista na história. No final dos anos 1990, aqueles computadores com monitores de tubo, brancos ou ligeiramente amarelados, eram artigos de luxo. Conexão à internet era algo caro, restrito, sem qualidade e, no fim das contas, não servia para muita coisa, já que a web, naquele tempo, era quase um deserto virtual (se tomarmos como referência o oceano de informações que temos à disposição hoje). Só alguns poucos visionários poderiam supor naquela época que, em menos de duas décadas, viveríamos conectados praticamente 24 horas, através de múltiplos dispositivos e por meio de uma infinidade de canais.

Compreender o ritmo e os cenários criados a cada novo ciclo desse movimento é indispensável para se integrar ao mundo. Isso vale para indivíduos, mas vale ainda mais para empresas. Se uma pessoa quiser não ter celular, não usar o Facebook e morar num mosteiro no alto do Himalaia, ela pode e, a seu jeito, vai viver muito bem. Se a padaria da esquina decidir que não vai se preocupar com o virtual, porque só vende para pessoas de carne e osso que vão ao seu balcão todos os dias, talvez não dure mais muito tempo, porque a concorrente do outro lado da rua avisa os clientes pelo Whatsapp sempre que sai uma nova fornada de pão quentinho e aí todo mundo acaba preferindo ir para lá.

É sobre esse universo que Sandra Turchi, especialista em marketing digital e sócia-diretora da Digitalents, fala na Live Class disponibilizada nesta semana no meuSucesso.com. Dentro do estudo de caso sobre Robinson Shiba, fundador do China in Box, a aula traz ensinamentos valiosos para empreendedores – independente do segmento em que atuem.

Sandra frisa que, antes de pensar em estratégia, é indispensável compreender o contexto atual e, para ela, o primeiro passo é saber que não é possível mais tratar offline e online como coisas independentes. Ela ressalta que o foco de toda ação deve ser sempre o usuário/cliente/consumidor, personagem já inteiramente híbrido, que até compra na loja física, mas lá mesmo, através do celular, compara os preços dali com os do e-commerce e depois compartilha suas impressões sobre a empresa nas redes sociais.

Nesse sentido, ela destaca ainda outro aspecto, que é o conceito de business to network (negócio para a rede de contatos). “Eu não estou mais fazendo negócios com um consumidor, eu estou fazendo negócios com a rede desse consumidor. Porque se eu atender bem, ele vai falar bem de mim para sua rede. Se eu não atender, provavelmente, ele vai detratar minha marca”, afirma Sandra.

Tendo tudo isso em mente, confira abaixo cinco das dicas que a especialista em marketing digital dá para que você, empreendedor, invista no mundo digital:

Redes sociais

É, atualmente, um dos mecanismos mais potentes para ações de marketing. Mas é preciso saber utilizar. Sandra lembra que, nesse tipo de espaço virtual, é preciso prezar pelo relacionamento. Lá, o cliente quer interagir e vai participar, seja falando bem, seja falando mal da sua iniciativa. Por isso, a dica é buscar construir uma boa reputação, para conseguir influência. Num segundo passo, após construir uma relação com o público, lançar mão de ferramentas que convertam os resultados desejados (exposição da marca, realização de uma venda por meio do social commerce, atrair a visita de um leitor para um site etc.).

– PUBLICIDADE –

Buscadores

Ao falarmos em buscadores, como destaca Sandra, podemos nos resumir ao Google, que domina mais de 90% do tráfego nesse campo. A especialista explica que existem duas maneiras de desenvolver ações nessa área: pagando anúncios de links patrocinados (para isso, é importante estudar o assunto de maneira mais detalhada, para conhecer a ferramenta e saber qual a melhor maneira de utilizá-la) e estruturando seu site para que o Google o indexe bem (para isso, deverão ser implantadas técnicas de SEO – Search Engine Optimization, que em português significa Otimização para Mecanismos de Buscas).

Site/Hotsite

Para desenvolver uma ação para buscadores, é importante investir em um bom site. Otimizado por um bom planejamento e implementação de SEO, esse canal pode ser uma maneira poderosa de gerar cadastros e construir uma boa base de clientes e clientes em potencial. Nesse aspecto, é importante diferenciar o site do hotsite. O primeiro é perene e funciona, inclusive, com caráter institucional. O segundo é, geralmente, dedicado a alguma ação pontual, como uma promoção.

E-mail marketing

Embora seja o instrumento mais antigo de comunicação na internet, ainda é bastante utilizado e funciona, se for bem planejado. Sandra explica que mais de 90% dos e-mails marketing enviados hoje são classificados como spam. Para não cair nesse mar de lixo, sua empresa deve evitar más práticas, como enviar e-mails a pessoas que não solicitaram, e implementar boas, como trabalhar uma comunicação mais pessoal e direta.

Mobile

Se o mundo está conectado 24h é graças à tecnologia mobile, seja pelo smpartphone, o tablet ou qualquer outro dispositivo. E a tendência é de que isso se aprofunde, com a popularização dos wearable, como relógios e óculos conectados. Por isso, pense uma estratégia para o mobile. Desenvolva versões dos seus canais que se adaptem bem a esse tipo de dispositivo e trabalhe uma linguagem específica (textos mais curtos e objetivos) para seu público que chega a seus canais por meio dessas ferramentas.

Conteúdo Administradores.com especial para o meuSucesso.com

Cientista político destaca tendência mobile para o marketing político

Pesquisas apontam que mais da metade dos brasileiros já está conectada à internet. A projeção, segundo o sociólogo e cientista político Rodrigo Mendes Ribeiro, indica a tendência da fragmentação da mídia. Esse foi um dos pontos levantados na palestra “Estratégias de Marketing Político e as Mídias Sociais no Mandato e na Campanha”, proferida durante o XI Seminário de Vereadores de Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (26).

De acordo com Rodrigo Mendes, atual subsecretário de Comunicação do governo do Estado e pós-graduado em Marketing, o contexto atual resultou na criação de novos nichos de comunicação política. “A TV, mesmo atingindo um grande número de pessoas, está perdendo o papel como principal meio de comunicação porque ela não permite diálogo ao contrário da internet”, afirmou.

O subsecretário definiu o recurso mobile como a nova televisão. Segundo Rodrigo, a realidade de navegar pela internet por meio de smartphones e tablets impõe o desafio para os planos de comunicação e marketing que é migrar sites, produtos e serviços para o mobile. “As novas tecnologias vêm alterando profundamente o relacionamento das pessoas e, consequentemente, a comunicação não é a mesma de dez anos atrás”, destacou.

Diante do universo do marketing digital, Rodrigo ressaltou que é importante buscar ferramentas que garantam interação e diálogo permanente com o eleitor. “Quanto mais participativo, mais chance o mandato tem de dar certo. É preciso manter um canal de relacionamento ativo”, explicou.

Cerca de 400 vereadores acompanharam a palestra. Para Antonio Jorge dos Santos, vereador no município de Eldorado, as informações repassadas por Rodrigo Mendes são relevantes no sentido de focar no novo cenário da comunicação política. “É preciso manter uma proximidade maior com o eleitor e transmitir a mensagem de forma planejada e eficiente”, constatou.

Reforma Política – Ao fim da manhã, os vereadores assistiram a palestra sobre Reforma Política, proferida pelo advogado Orlando Moisés Fischer Pessuti, de Curitiba (PR). Representando a Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político, ele abordou as principais regras discutidas na Câmara Federal. O palestrante falou sobre o fim da reeleição presidencial, o aumento do tempo de mandato para cinco anos e salientou questões relacionadas ao atual sistema proporcional no processo eleitoral.

Sobre a aprovação do financiamento privado de campanhas, o advogado destacou que o problema está nos valores doados e na possibilidade de a empresa doar para mais de um candidato. “É importante o financiamento privado para a campanha, mas a doação deveria ser pessoal e intransferível com limites razoáveis e com total publicidade”, argumentou Orlando, que não vê qualquer possibilidade das novas regras da Reforma Política serem aprovadas até as próximas eleições.

 

 

DE QUE O E-COMMERCE BRASILEIRO PRECISA

Logística, software e pessoas qualificadas. Em cerca de quinze anos, desde a febre das pontocom nos anos 2000 e dos sites de compra coletiva (Peixe Urbano e Groupon) em 2009, o comércio eletrônico brasileiro já conquistou tudo isso. Com empresas mais maduras e operações mais estruturadas, o que o setor precisa a partir de agora é desenvolver sistemas de métricas para ganhar eficiência e competitividade.Essa é a opinião de Gabriel Lima, especialista em e-commerce, professor da Business School São Paulo e mestre em administração de empresas pelo Insper. “As pessoas hoje já sabem operar um e-commerce no Brasil. O custo de muitos dos processos ficou muito mais baixo e há profissionais capacitados. O próximo desafio agora é nas métricas e no marketing”, diz.

Lima acompanhou de perto o desenvolvimento desse nicho do mercado. Em 2005, ingressou no Submarino, onde trabalhou por três anos ajudando a desenvolver um case que tornaria-se referência no varejo digital. Ajudou a estruturar uma operação que depois abriria capital e fundiria-se com a Americanas para formar o que hoje é a B2W. Em sua carreira pós-Submarino, especializou-se e fundou, em 2008, a enext, consultoria brasileira para e-commerce. Estudioso do nicho, percebeu que apesar do surgimento de inúmeras empresas e grandes players, não havia uma bibiliografia didática sobre o assunto. Faltavam os guias de “boas práticas”. Nos últimos três anos, Lima dedicou-se a estudar cases e levantar dados para lançar, nesta semana, o livro “Comércio Eletrônico – Melhores Práticas do Mercado Brasileiro”.

O público-alvo do livro de Lima são aqueles profissionais que estão começando uma operação de comércio eletrônico. A ideia dele, como defende no livro, é mostrar que abrir uma loja online não é tão simples quanto parece, ao mesmo tempo que não pode ser apenas uma extensão da loja física. Mapeando todas as etapas de abertura e profissionalização de um e-commerce, Lima defende o que acredita hoje ser o maior desafio para as empresas do setor: aprender a usar métricas internamente, aplicando-as a cada etapa do trabalho.

“Falo de criar campanhas inovadoras de marketing, gerir o estoque de forma inteligente e gerar ações que levem ao aumento do ciclo de venda de seus clientes. Agora é uma questão de personalização, de experiência mobile”, diz. É utilizar métricas para entender o custo-benefício de oferecer um frete grátis ou o tempo médio de resolução das reclamações. É também descobrir como incentivar, de maneiras indiretas, os clientes a entrarem no seu site.

A evolução do e-commerce brasileiro

Quando Lima ingressou neste nicho, o e-commerce vivia uma época de poucos concorrentes, onde as pessoas ainda resistiam muito em comprar pela internet, mas os retornos eram altíssimos. A oportunidade atraiu muitas pessoas e o e-commerce brasileiro vivenciou um crescimento acelerado sustentado por alta demanda e rentabilidade, que funcionou até meados de 2009. Foi quando o gargalo logístico se fez sentir, a tecnologia desenvolvida até então mostrou-se insuficiente e a presença de muitas empresas diminuiu as margens, já que o preço dos produtos caiu e o frete grátis virou lei em todos os negócios.

De acordo com a análise de Lima, “sobreviveram” as empresas que naquele momento investiram em softwares, gestão de estoque ou profissionalizaram o processo operacional. “Foi o momento em que era preciso olhar para dentro de casa. Foi o auge dos investimentos em softwares e quando percebeu-se que o gargalo logístico poderia ser minimizado com um relacionamento mais cuidadoso com as transportadoras”, afirmou. Foi a época também em que os Correios entenderam que o futuro de seu negócio não estaria no cógido postal, mas em atender a demanda de todos os e-commerce.

Nesse caminho destacam-se grandes varejistas online e negócios de porte médio que investiram muito – mas ainda não devolveram o alto retorno aos investidores. Mas é possível ver muitos ‘negócios de nicho’, que apostaram em um único produto ou um público específico. Esses, segundo Lima, têm obtido maior sucesso – e até atingido o break-even (quando a empresa dá mais lucro do que gasta em despesas)- em comparação a operações mais generalistas, como as de grandes varejistas. “Já conheci diversos clientes que têm operações saudáveis porque detém todo o conhecimento do produto deles, a marca própria e conseguem mais facilmente engajar o cliente”, disse.

Apesar da consolidação de empresas e maior competitividade, o potencial do e-commerce no Brasil ainda é enorme. Segundo o Spending Pulse, relatório mensal sobre varejo da MasterCard divulgado no último dia 10 de junho, o e-commerce cresceu 7,4% em maio em comparação ao mesmo mês de 2014. Já as vendas totais do varejo (excluindo automóveis e materiais de construção) caíram 4,6% na mesma comparação. Segundo o relatório, as vendas de móveis e vestuário cresceram acima das vendas totais do e-commerce.

Pesquisador afirma que número de usuários de SMS é quase quatro vezes maior que do Facebook

Com o aumento considerável nos últimos anos de pessoas que utilizam redes sociais para se comunicar, temos cada vez mais gente que prefere enviar mensagens através do WhatsApp e do Facebook ou então fazer uma ligação pelo Skype para entrar em contato com seus amigos. Ainda assim, segundo uma pesquisa realizada pelo ex-executivo da Nokia Tomi T. Ahonen, o número de usuários ativos de um meio de comunicação muito mais antigo ainda é incrivelmente superior às formas que recebemos com o advento dos smartphones.

Estamos falando do envio de SMS, ou as famosas mensagens de texto, algo que surgiu nos telefones celulares ainda nos anos 90, ou mais precisamente no dia 22 de dezembro de 1992, quando um engenheiro da Vodafone foi capaz de enviar uma alegre mensagem de “Feliz Natal” para o aparelho de seu chefe.

De acordo com a pesquisa, esta forma de comunicação ainda é utilizada diariamente porcerca de 5,4 bilhões de pessoas ao redor mundo, o que corresponde a 75% de toda a população mundial atual, algo realmente impressionante se considerarmos que nem todos possuem a capacidade de adquirir um telefone mesmo nos dias de hoje. Para efeito de comparação, o Facebook possui atualmente 1,4 bilhões de usuários ativos e o WhatsApp possui 900 milhões, o que significa que mesmo combinados eles não são capazes de corresponder a mais do que 31% da população mundial.

Outro dado interessante é disponibilizado pela pesquisa. Segundo Ahonen, cerca de 3 bilhões de pessoas possuem acesso à Internet em todo o mundo, enquanto “apenas” 2,2 bilhões delas fazem isso através de um dispositivo móvel, o que é utilizado como justificativa para a diferença do número de usuários ativos dos serviços.

Isto nos mostra que cada vez mais as pessoas estão migrando para os smartphones e tablets na hora de acessar serviços online, porém muitas delas ainda não conseguem deixar para trás certos hábitos, seja pela limitação de conexão com a Internet que temos em muitos países ou pela falta de recursos para obter um aparelho capaz de usufruir desta tecnologia.

Vale destacar ainda um outro fato levantado pela pesquisa: usuários costumam ler SMS recebidas de maneira completa e imediatamente, enquanto postergam a visualização de conversas em redes sociais caso estejam fazendo algo mais interessante ou acabam lendo apenas o início da mensagem quando se trata de algo que não é de seu interesse no momento.

Isto explica o porquê de muitas operadoras e companhias ainda utilizarem o SMS como forma de marketing, pois além de permitir que sua mensagem seja enviada para um número muito maior de pessoas, estas pessoas possuem uma maior chance de lerem o que foi enviado de maneira instantânea, absorvendo assim aquela propaganda mesmo que inconscientemente.

Não sabemos exatamente como será este cenário no futuro, mas se levarmos em conta que os smartphones já estão à nossa volta há quase 10 anos e as tradicionais mensagens de texto ainda continuam presentes de maneira plena em nossas vidas, é possível deduzirmos que ainda levará algum tempo para que elas percam espaço para o “mundo moderno”.

Como conquistar os primeiros clientes para minha loja virtual?

É claro que conquistar e fidelizar clientes é o objetivo de qualquer negócio para crescer e, até mesmo, sobreviver. No e-commerce, isso parece ser ainda mais desafiador pois não há contato físico entre cliente e vendedor. Afinal, não é como se estivéssemos andando na rua ou no shopping, vemos uma vitrine, experimentamos os produtos e já saímos com a sacola em mãos. Como conquistar os primeiros e novos clientes? Como incentivar eles a voltarem? A indicarem?

E-commerce de nicho

Se você tem vontade de abrir uma loja virtual mas não sabe o que vender, avalie a possibilidade de segmentar ao máximo o seu público. Por exemplo, existem milhares de e-commerces de moda. Se você conseguir especificar ainda mais, como “moda feminina hip-hop”, talvez terá um público muito menor, mas mais fácil de atingi-lo e, até mesmo, mais fiel. Normalmente estas pessoas também têm em seu círculo de amizade pessoas como ela, e a propaganda boca a boca se torna mais provável.

Layout

Crie (ou “peça” para criarem, mas não para o sobrinho, ok?) uma identidade visual para sua marca. Em questão de cores, todos os elementos da loja virtual devem estar em harmonia para construção de uma IDV consistente. O layout impacta diretamente na navegação e usabilidade do site e provavelmente seja o maior fator para transmitir credibilidade e segurança para o cliente. Sua loja virtual também deve estar adequada para navegação em smartphones e tablets.

SEO

De que adianta ter produtos bacanas, frete grátis, um bom layout, se as pessoas não encontram sua loja, não é mesmo? O investimento em SEO é indispensável que deve ser tratado com seriedade. Um bom posicionamento no Google não acontece da noite pro dia e depende de um trabalho que nunca para. URLs amigáveis, sites adaptados para visualização via mobile, descrições de produto, tags, atualização de conteúdo, são alguns dos fatores que contribuem para o SEO. Investir em links patrocinados também é válido para aumento de tráfego, o custo é baixo, é de rápida ativação e orientada para a segmentação de público que você determinar. (Tem baixo custo, mas não é de graça e não surte o mesmo efeito de resultado em busca orgânica. Faça bem pensado – e use com moderação).

E-mail marketing

Apenas envie e-mails aos contatos que registraram interesse em recebê-los. Envie as campanhas com uma frequência regular, mas não diariamente, isso pode irritar seu cliente. Já ouviu falar em e-mail marketing comportamental? Com esta ferramenta, é possível enviar e-mails com conteúdo direcionado aos interesses de cada cliente.

Informações disponíveis

Disponibilize todas as informações úteis para o cliente, como dados para contato, endereço físico, informações sobre o produto, prazo de entrega, políticas de troca e devolução. A propósito, não esconda do cliente que ele tem o direito legal de trocar e devolver o produto se necessário. Por mais que todas as lojas virtuais ofereçam este serviço (deveriam), muitas tem receio de deixar isso claro por sair prejudicada arcando com custos de devolução e troca. Mas e quantas pessoas deixam de comprar por acharem que não podem devolver ou trocar (e talvez nem precisariam)?

Selos de certificação e segurança

Invista em certificações digitais. Os selos normalmente estão localizados no rodapé da página. Adicionar selos de “compra segura” próximos ao botão comprar também é uma boa estratégia. As imagens de cadeado remetem à segurança de dados. Convide seu cliente a avaliar a compra no e-bit. Esse selo também pode ser adicionado no rodapé.

Atendimento

Disponibilize em sua loja alternativos canais para contato, como telefone e e-mail. Seja sempre ágil nas respostas. Chat? Somente se tiver a certeza que haverá atendentes disponíveis em imediato para responder ao cliente.  Vale ressaltar que o atendimento também continua após a venda. Você pode convidar seu cliente a responder uma pesquisa de satisfação – para dar credibilidade aos futuros clientes e, claro, aperfeiçoar seu trabalho.

Promoções, incentivos e frete grátis

Encare a realização de promoções, cupons de descontos, programas de fidelidade e concessão de frete grátis como investimentos, e não gastos. Essas ações podem ser suas maiores aliadas para o aumento no volume de vendas.

Mimos

Vendeu? Agora é só embalar num papel pardo, colar a etiqueta e enviar, certo? Bom, pode ser só isso. Mas eu acho muito mais legal receber algo mais especial. Você pode fazer uma embalagem mais criativa e ecológica; incluir um panfleto dentro da caixa divulgando alguns produtos/com informações sobre troca e devolução; enviar um brinde simbólico; deixar um recadinho escrito à punho  (uma vez comprei um par de fones de ouvido e junto havia um bilhete “que a música boa te acompanhe qualquer lugar”).

Conheça seus potencias consumidores e faça um cronograma de marketing. Descubra os meios adequados para falar com esse público e quais seus interesses. Assim, você economizará e direcionará seus investimentos.

6 Ferramentas De Inbound Marketing Essenciais Para Gerar Oportunidades De Negócios

Por Gustavo Paulillo
Atualmente a concepção de inbound marketing está transformando a maneira com que as empresas se relacionam com seus públicos e, consequente, sua relação de vendas. Segundo a Resultados Digitais, empresa referência o assunto, a melhor definição para este conceito pode ser qualquer tática de marketing que se baseia em conquistar o interesse do consumidor ou cliente por meio de conteúdo relevante e atrativo, ao invés de apenas “empurrar” produtos de massa.
Deixamos para trás a era de um canal unilateral de comunicação e entramos em um momento em que o consumidor deseja se sentir parte da marca que consome. Por isso, a aplicação do inbound marketing é uma das melhores estratégias para empresas que desejam, não só ganhar novos clientes, mas também fidelizar o que já consomem seus produtos. Porém, em tempos de alta tecnologia, dispositivos móveis e mudanças cada vez mais rápidas, pode ficar complicado saber quais meios utilizar para aplicar o inbound em sua empresa.
Pensando nisso, elenco aqui 6 dicas de ferramentas que podem te ajudar:
1-   Blog: é a base central do inbound marketing. É nele que se concentra toda a estratégia de conteúdo da empresa. Por meio dessa ferramenta, a marca pode compartilhar conteúdos relevantes como artigos, infográficos, cases de sucesso, entre outros assuntos que chamam a atenção dos internautas e fazem com que eles cheguem até a empresa;
2-   Redes sociais: canal de comunicação que permite uma maior interatividade com o público. É por meio dessa ferramenta que o blog terá uma maior visibilidade, além de ser um canal onde é possível captar leads com maior facilidade;
3-   Landing pages: são grandes aliadas para promover conteúdos especiais, como e-books. Com essa ferramenta, é possível converter um simples internauta curioso em um potencial cliente;
4-   CRM: ferramenta que concentra todas as informações relevantes do seu público em um único lugar. Identifica em qual nível do funil de vendas ele se encontra, além de ter a seu dispor listas de e-mail para potencializar estratégias com e-mail marketing ou follow up a qualquer momento, podendo acompanhar tudo em dispositivos móveis;
5-   E-mail: Hoje em dia todo mundo usa o e-mail como um canal de comunicação. É com o e-mail marketing, por exemplo, que a empresa nutre seus leads com conteúdos especializados e direcionados, conduzindo-os pelo funil de vendas até que se tornem clientes efetivos;
6-   Monitoramento: Essencial para que a empresa conheça o impacto das suas ações com seu público e possa otimizar cada vez mais suas campanhas para atrair e converter mais leads e mais clientes. Uma das empresas referência no setor é a Scup, ferramenta que coleta conversas realizadas nas redes sociais em tempo real, armazena informações e permite uma análise por meio de uma interface simples e intuitiva.
Em resumo, você pode aliar técnicas de inbound, com a geração de conteúdo e então, trabalhar o lead pelo funil de vendas. Depois de gerar oportunidades por meio dos materiais divulgados, faça contato com as pessoas que mais se interessaram e baixaram seus materiais, incluindo eles no funil de vendas e fazendo o acompanhamento com follow-ups até a conversão da venda.

Designer explica porque Apple adotou a fonte San Francisco

Com o lançamento do seu primeiro relógio inteligente, a Apple trouxe para o seu ecossistema, também, uma nova fonte chamada San Francisco, esta que foi projetava especificamente para combinar com um olhar mais limpo e para trazer legibilidade à tela do Apple Watch. E como informou o site 9to5mac na semana passada, a empresa parece ter planos de levar a mesma fonte para o iOS 9 e OS X 10.11, futuras versões dos sistemas operacionais utilizados em aparelhos da empresa.

Para explicar a substituição da atual Helvetica Neue, o designer Wenting Zhang apresenta alguns itens que a Apple pode ter levado em consideração na hora da escolha. Ele praticamente dissecou a fonte no site Type Detail em uma análise profunda, revelando alguns dos detalhes que fazem da San Francisco uma fonte tão agradável de ser lida até mesmo em tamanhos muito pequenos.

Uma das chaves para a legibilidade da fonte é a altura: letras minúsculas parecem ser maiores do que em uma fonte típica. Mesmo em tamanhos menores, ainda assim a San Francisco se torna simples de ser compreendida – elas são 75% “maiores” do que as fontes tradicionais. Para explicar melhor, o site exibe uma variedade de tamanhos e estilos, comparando-a e mostrando similaridades com as fontes Open Sans e Arial.

Para o iOS 9 e OS X 10.11 a Apple pode não estar preparando uma grande leva de novos recursos e a atualização deverá focar em qualidade e estabilidade do sistema. Uma das grandes mudanças no sistema deverá ser o Rootless, que tornará o sistema menos vulnerável e dificultará, deste modo, os processos de jailbreak.

 

5 tendências para o digital marketing em 2015

São Paulo – O ano de 2015 será repleto de mudanças e discussões que ditarão a nova realidade do mercado de marketing digital.

A AUNICA, empresa brasileira de consultoria estratégica de serviços especializados para performance e análises de canais digitais, elaborou uma lista com as tendências que deverão perpetuar nas estratégias dos anunciantes e agências.

De acordo com Elcio Santos, sócio-diretor de negócios da AUNICA, há cinco principais pontos que serão imprescindíveis no próximo ano: Data Driven Market, Mídia Programática, Content Delivery, a Internet Das Coisas e Pessoas.

 

 “Acreditamos que a disciplina Dados vai ser o grande diferencial entre as empresas que vão liderar o cenário digital daquelas que serão as eternas seguidoras de tendências. Além disso, as empresas que não olharem com a devida atenção para a capacitação de suas equipes podem perder grandes oportunidades”.

Cinco tópicos apontados pela Aunica:

Data Driven Market

O desafio será transformar os dados em informações cada vez mais integradas e acionáveis.

Desta forma será possível transformar uma grande quantidade de dados (Big data) em informações inteligentes, distribuídas em tempo real aos consumidores e de maneira absolutamente relevante independente do ponto de contato em que sua marca for acionada (Smart data).

Conectar, entende e agir com base nas informações vindas da web, mobile, social, call center, e etc, utilizando plataformas analíticas, será crucial na busca pela maior porção do share of hart do consumidor, que está cada vez mais conectado e interconectado.

Disciplinas como o digital CRM, terão um papel importante tanto na otimização dos processos, quanto na melhor aplicação dos investimentos, possibilitando estabelecer um relacionamento ainda mais rentável com os clientes fiéis além de trazer novos consumidores de maneira mais eficaz.

Fortalecer o posicionamento das marcas, construir o conceito de relevância e fidelizar clientes, serão estratégias vencedoras para aumentar o retorno sobre os investimentos.

Internet das Coisas

A internet das coisas, ou em inglês Internet of Things (IOT), é um mercado novo e extremamente valioso, potencialmente na casa do trilhão de dólares. Muitas empresas estão se preparando para surfar esta nuvem, em bom trocadilho.

Google, Apple, Oracle e outras, estão se posicionando rapidamente neste mercado, onde será desenvolvido uma infinidade de gadgets inteligentes, como carros, casas, escovas de dentes, garfos e óculos, todos conectados em nuvem, para facilitar a vida das pessoas.

Este novo mercado gerará inúmeras oportunidade para empresas de vários setores como infraestrutura, segurança digital e business analytics.

Porém, vai depender essencialmente do posicionamento estratégico das marcas, para aproveitar esta grande oportunidade desenvolvendo serviços que agreguem valor a vida das pessoas, uma vez que estes consumidores estarão sempre conectados.

Entender qual a melhor hora, oferta e lugar para conversar com estes consumidores possibilita, por exemplo, utilizar conceitos como o de geolocalização para fazer uma oferta personalizada cada vez que eles passarem em frente uma loja física.

Para isso, deve-se levar em conta a visão integrada sobre os rastros de informações deixadas por estes mesmos consumidores nos sites, nos aplicativos ou no call center das empresas.

Mídia Programática

O mercado publicitário de mídia está em uma profunda transformação e tem buscado entender e agir rapidamente para atender às novas necessidades do mercado e características dos consumidores.

Para ter uma ideia do crescimento previsto, a compra de mídia programática representará U$59 bilhões até 2019.

A compra de mídia deixará de ser feita no famoso estilo tradicional e passa a ter sua estratégia focada na compra da audiência correta, nos canais certos e no momento mais adequando para o consumidor.

Para se comunicar com uma audiência cada vez mais volátil e, em tempo real, os anunciantes tem a oportunidade de conversar por meio de vídeo, rich media, display e até mesmo com banner segmentado dentro de e-mail marketing, sendo este último, uma tendência que cresce aceleradamente nos EUA e já presente no mercado brasileiro desde o 1º semestre de 2014.

Content Delivery

Outra enorme oportunidade será a capacidade que as marcas terão de entregar conteúdos adequados para consumidores altamente granularizados.

A figura de um WCM (web content management) integrado à ferramentas analíticas, soluções de dados, mídia e outras que envolvam todo o ecossistema digital de uma organização, farão toda a diferença no relacionamento entre pessoas e marcas.

Os sistemas mais modernos de WCM, tem a capacidade de entregar conteúdo tanto on-line quanto off-line, como exemplo, em totens dentro das lojas, nos POS (point of sales), provadores que contenham interação social e etc.

De acordo com uma pesquisa recente encomendada pela Adobe, 79% dos CMO’s pretendem investir em soluções que permitam criar, gerenciar e distribuir adequadamente seus conteúdos.

Pessoas

Com esta enormidade de tecnologias emergentes, este importante elo da cadeia precisa receber a devida atenção. A profissão de cientista de dados se tornará uma das principais do mercado e com alta remuneração.

Haverá 4,4 milhões de postos de trabalho a nível mundial em business analytics, mas apenas um terço desses empregos serão preenchidos.

Com a crescente demanda por Big Data, as empresas terão de reavaliar as suas competências e habilidades para responder a esta oportunidade.

Quais são os perigos da internet?

O modo em que as pessoas começaram a se comunicar e buscar informações mudou muito, principalmente ao que diz respeito a velocidade dessa comunicação. Veja uma lista dosprincipais golpes praticados na internet.

Hoje em dia temos acesso a notícias praticamente em tempo real, o mesmo acontece com conversas on-line,seja através somente de textos como também com o auxílio da webcam.Na internet temos acesso a praticamente tudo: informação imediata, cultura, entretenimento diversificado, conteúdos destinados ao público adulto, enfim, inúmeros segmentos.

Você tem a liberdade de percorrer caminhos diferenciados na internet; a principio com segurança, realiza pesquisas, explora conteúdos, acessa sites de relacionamentos, trabalha, entre outras tantas atividades que a internet oferece.

Então, com todas essa diversidade de alternativas de uso da internet, você acha que está seguro atrás da tela de um computador?

A resposta é não. A cada acesso estamos expostos a vírus e malware, eles estão espalhados por todos os lugares, onde talvez, menos imaginaríamos. Com apenas um clique você poderá se expor a riscos, como vírus, farsantes e conteúdos impróprios.

Mesmo com todas as informações que os meios de comunicação passam quase que diariamente, as pessoas parecem ignorar e continuam se expondo aos perigos. O mundo virtual tem o poder de prejudicar a vida de uma pessoa. Há pouco foi mostrado na televisão vídeos de conteúdo impróprio realizados por adolescentes. Em um dos casos,puseram o vídeo a disposição em um grande site.

Não imaginariam que a partir daquele momento suas vidas iriam mudar. Final da história: devido ao grande constrangimento da família da adolescente, mudaram-se de cidade.Outros tantos casos também já foram noticiados e assim, um grande alerta foi dado.

Na internet pode-se também haver inúmeras informações totalmente desnecessárias. É possivel publicar comentários sobre uma determinada pessoa, denegrir sua imagem,como também há roubo de identidade, calúnia, enfim, tantas outras coisas. O que não podemos esquecer é que os crimes virtuais ainda são poucos os solucionados, então, o melhor é se precaver.

Sites de relacionamento

Sites de relacionamentos estão entre os grandes vilões da internet. Muitos perfis falsos são criados com uma única finalidade: enganar. Muitas pessoas estão especializadas em aplicar golpes através da internet, e muitos deles ocorrem pela ingenuidade da vítima. Os farsantes acabam criando vínculo com a suposta vítima e assim, conseguem além de roubar, muitas vezes até cometer algum crime sexual e pior, cometer um assassinato.

Os vírus são também prejudicam a internet. Com um computador contaminado, os ladrões virtuais conseguem ter acesso a contas bancárias e assim, realizar diversos desvios de dinheiro. Quando a pessoa vai procurar por seu dinheiro, ele não está mais lá.

Há risco para adultos na internet?

Para os adultos a internet pode oferecer vários riscos. Pensando nas criança, o risco aumenta ainda mais. Já faz tempo que as reportagens comentam sobre os crimes da internet, muitos deles ligados a pedofilia. Os pedófilos costumam usar sites de relacionamento para procurar suas novas vítimas. Muitos deles se passam por crianças da mesma idade até chegar onde eles pretendem. Sites de pedofilia também são rotineiros, cada dia mais são descobertas novas páginas desse tipo de conteúdo.

Em países mais evoluídos, o tema sobre segurança no mundo virtual começa desde pequeno, como matéra de sala de aula ou mesmo em forma de palestras e grupos de discussão. Temos que lembrar que se hoje a internet já é fundamental na nossa vida, daqui alguns anos ela será indispensável e todos estarão conectados à ela. Assim, ensinar a lidar com a internet e seu males precisa começar na infância, seja na escola ou em casa mesmo. Nós adultos precisamos nos reeducar, precisamos estar sempre atentos ao acontecimentos e as pessoas que nos rodeiam na rede. As crianças precisam ser educadas a saber lidar com essa tão preciosa arma. Os maiores riscos da internet são: realizar download de vírus e malware; ter conversas impróprias em chats ou redes sociais (lembre-se que sua conversa pode estar sendo gravada!); acessar conteúdos impróprios; acessar sites de pedofilia; golpes financeiros, geralmente com o roubo de alguma senha através de vírus; e não deixando de lado o cyberbullyng .

Para não esquecer, algumas regrinhas fundamentais no manuseio da internet:

  • Em caso de um encontro virtual, tenha sempre muito cuidado, tente conhecer ao máximo a pessoa;
  • Desconfie das pessoas e propagandas, lembre-se que “ nem tudo que reluz é ouro”;
  • Nunca divulgue seus dados pessoais, como endereço, telefone, números de documentos, quanto menos informações a seu respeito, melhor;
  • Tenha muito cuidado com fotos e assuntos comprometedores.

Aos pais, algumas dicas:

  • Mantenha o computador em um lugar que você possa ver o que as crianças estão olhando e fazendo;
  • Converse muito com seus filhos, explique a eles os assuntos que despertam interesse, assim, eles não terão curiosidade em procurar na internet;
  • Limite os horários de acesso à internet;
  • Incentive o uso da internet para pesquisas, vídeos interessantes e aprendizado.

 

O que é Manual de Identidade Visual?

Também conhecido como Manual de Identidade Corporativa, ou apenas Manual da Marca, este consiste em, basicamente, criar espécies de regras e especificações para o uso do logotipo da empresa, dispondo seus detalhes, cores e medidas, assegurando, assim, a patente da imagem, retornando-lhe mais segurança. Este, portanto, tem sido de grande utilidade para todas empresas que fazem uso desta ferramenta.

O manual, expresso através de um documento, eletrônico ou impresso, é desenvolvido pelos designers que realizam a criação do logo, onde os mesmos especificam todos os formatos, tamanhos, cores, padrões de fonte e restrições que são impostas sobre essa identidade. Qualquer modificação/alteração destes elementos feitas por outros usuários prejudica a identificação e o objetivo, que é o reconhecimento da marca.

A imagem corporativa de uma instituição nasce e cresce à medida que todos os elementos de comunicação com o público estejam devidamente integrados num padrão de homogeneidade na apresentação de seus produtos e ou serviços, em todas as manifestações gráficas, incluindo marca, logotipo, tipografia e cores. Uma imagem corporativa forte pressupõe uniformidade e coerência de comunicação.

A criação deste documento, por sua vez, se apresenta como uma etapa mais complicada do trabalho, pois exige um maior grau de detalhamento e atenção redobrada. Os designers costumam criar seus Manuais de Identidade Visual em programas para diagramação como o Adobe PageMaker, QuarkXpress, Adobe InDesign e até mesmo o CorelDRAW ou o Adobe Illustrator. Os documentos normalmente são enviados para o cliente em formato PDF. Em relação ao conteúdo, o ideal é que sejam incluídas normas e recomendações sobre o contexto de construção da marca, dimensões do logo, malha construtiva, fonte utilizada, cores em diferentes formatos (CMYK, RGB, Pantone), aplicações em papelaria, e etc. Algumas normas e especificação para a criação giram em torno de:

  • explicar a lógica construtiva da marca – dos elementos que a compõem (ex. símbolo, logotipo e designações);
  • estabelecer as variações formais da marca (ex. assinaturas vertical, horizontal etc.);
  • explicar a organização dos elementos que compõem a marca em cada variação formal (ex. símbolo, logotipo e designações);
  • estabelecer as dimensões mínimas de reprodução para preservar a legibilidade em função de cada um dos diversos meios de reprodução gráfica, assim como nas diversas mídias disponiveis no mercado;
  • indicar as especificações técnicas das cores utilizadas na marca, para garantir a fidelidade da cor em cada um dos diversos meios de reprodução gráfica, assim como nas diversas mídias disponiveis no mercado;
  • regulamentar a aplicação da marca em diferentes condições de impressão e fundos de cor;
  • explicar aspectos particulares da marca no contexto e complexidade onde esta vai funcionar;
  • demonstrar algumas situações de aplicação da marca a serem evitadas.

(Fonte: Wikipédia)

Vantagens do Manual de Identidade Visual

A utilização deste manual de normas, além de permitir uma maior segurança para a marca, possuem várias outras vantagens, que serão elencadas a seguir:

Aplicação

Traz as maneiras corretas que se é permitido o uso do logotipo, como seus formatos, cores, fundos, impressões e, também, os possíveis erros de aplicação da mesma.

Agilidade

Após pronto o seu manual de identidade da logomarca, se torna consideravelmente mais rápida a tarefa de efetuar mudanças, como escala cromática ou alteração de fundos, por exemplo.

Economia

Devido ao detalhamento de formatações, cores, fundos e etc., evitam-se erros, tanto na impressão quanto na aplicação do logo, economizando assim, tempo e dinheiro.

Conceito do logotipo

No manual são expressos o conceito da criação da marca, o porquê da escolha das cores e também o significado dos símbolos escolhidos. Com isso, é possível que a empresa conheça e busque mais informações sobre si próprias, podendo expor suas imagens ao público alvo e serem compreendidas.

Escala cromática

A escala cromática apresentada no manual auxilia a divulgação do logotipo nos diversos meios de comunicação, seja ele digital ou impresso. Com esta ferramenta pré definida, fica fácil para a gráfica responsável garantir uma fidelidade na impressão.

Tipologia

Exemplificando o uso das fontes gráficas utilizadas, revela que a escolha de uma fonte única garante uma fidelidade na marca, valorizando o nome da empresa.

Materiais de divulgação

A respeito dos materiais de divulgação, o manual apresenta grande valia, pois permite seguir o conceito criado para o logotipo, como a apresentação do mesmo em cartões de visita, por exemplo, permitindo a ampliação de sua comunicação e possibilitando conhecer novos clientes e negócios.

A criação de um bom e completo manual de identidade visual é de extrema importância para que as empresas não percam o foco de sua logo, nem os princípios criados na concepção inicial da mesma. Vale lembrar que este manual não é um amontoado de regras que devem ser rigorosamente seguidas, e sim normas e especificações a respeito do uso e concessão da logomarca da empresa. Esta, portanto, pode servir como uma espécie de embasamento, e também de segurança da marca, objetivando uma padronização nas imagens.