Protótipo avisa se criança é alvo de pedofilia na web.

Um protótipo de software brasileiro desenvolvido em uma dissertação de mestrado pode ajudar pais a descobrirem se seus filhos são alvos de pedofilia na internet.

Criado por Priscila Santin, 35, durante o mestrado em Informática pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, o programa usa 500 conversas catalogadas entre aliciadores e crianças para identificar sinais de crime sexual. Com base nessas conversas, uma espécie de “semáforo” monitora o diálogo da criança no computador.

Caso surja um indício de aliciamento, a cor amarela é exibida. Se o estágio da conversa avançar, ele vai para a cor vermelha. A ideia é que os pais indiquem a seus filhos deixar a conversa com a pessoa já no farol amarelo. Além disso, o software poderia ser exibido também em um segundo dispositivo, como um tablet ou smartphone, para os pais acompanharem os sinais.

Em entrevista ao G1, Priscila explica que além do catálogo, o programa usa como fundamento uma adaptação da Teoria da Comunicação Lubridiante, estabelecida por um grupo de pesquisadores que analisou o compartamento de pedófilos e a partir daí, estabeleceu estágios desde o primeiro contato até o encontro pessoal.

A mestranda conta que o protótipo usou conversas em inglês, já que não existem diálogos em português de aliciadores catalogados. Isso porque a legislação no Brasil determina sigilo para todas as investigações envolvendo crianças e adolescentes. No entanto, o software poderia ser facilmente adaptado para outras línguas.

Japonês cria anel que funciona como controle de TV e luz.

Ligar e escolher o canal da televisão, acender e apagar a luz ou mudar a música ambiente apenas com um leve movimento dos dedos. Esse foi o cenário imaginado por Takuro Yoshida ao criar o The Ring, anel que funciona como controle para sistemas de iluminação, televisão, smartphones, aparelhos de som e câmeras.

“Eu quis dar um olhar inteligente adequado para qualquer tipo de situação, para que até os usuários que não estão tão familiarizados com a tecnologia se sintam confortáveis ao utilizá-lo”, explicou o criador a um blog do The Wall Street Journal. “Se você chamar meu anel apenas de ‘gadget’, ficarei triste”, brincou.

O produto, fabricado pela TSLJ Co e que deve sair por algo em torno de 270 dólares, ainda precisa sofrer alguns ajustes antes de ser comercialziado. Ele ainda é pesado (duas vezes mais que um anel convencional), é sensível a ondas de outros aparelhos eletrônicos e falha em determinadas situações. Na demonstração de Yoshida, por exemplo, acendeu uma lâmpada ao invés de ligar a televisão.

“Nosso objetivo é vender mais de um milhão de unidades até o final do ano que vem”, finalizou o criador.

Aviões podem ter telas no lugar de janelas dentro de 10 anos.

O conceito de aviões com menos janelas está prestes a se tornar realidade em menos de uma década. Brevemente, os passageiros poderão navegar na internet, checar seus e-mails ou, mesmo, ver o céu do lado de fora através de grandes telões. As informações são do The Mirror.

Em uma demonstração sobre como poderão ser as aeronaves da próxima geração, o Centro de Processo para Inovação (CPI) britânico revela que janelas podem ser substituídas por telas inteligentes de corpo inteiro que permitirão que as pessoas vejam fora sempre que desejar.

Além de planejar as telas de imagens de alta resolução, superfinas e grandes, a empresa também desenvolve formas de reduzir o peso do avião – o que poderia reduzir o consumo de combustível, elevando as tarifas aéreas. De acordo com os cálculos, para cada 1% de peso reduzido é economizado 0,75% de combustível.

A ideia futurística envolve a projeção de painéis que apresentam qualquer cenário que o passageiro queira, e isso mudaria quando passageiros movessem seus olhos. “Isto iria ser criado usando diodos orgânicos emissores de luz (OLED), que é uma combinação de materiais que dão a sua própria luz, quando ativado pela eletricidade”, disse um porta-voz da CPI.

Novo recorde de transferência de dado foi estabelecido.

Parece que foi ontem que cientistas haviam conseguido alcançar a marca de Tbps (terabits por segundo) na hora de transferir dados. Há alguns meses, cientistas tinham atingido impressionantes 43 Tbps, valor que seria capaz de baixar um filme de 1 GB da internet em apenas 0,2 milissegundos (ou 0,0002 segundos). De lá para cá, essa marca já deve ter sido batida algumas vezes, mas nenhuma deve ter se aproximado do recorde que apresentaremos nessa matéria.

Um grupo de cientistas da Holanda e dos Estados Unidos conseguiram, juntos, estabelecer um novo recorde na velocidade de transferência de arquivos: 255 Tbps ou 32 TB por segundo. Usando a mesma escala comparativa anterior, o mesmo filme de 1 GB seria baixado em apenas 0,03 milissegundo ou 0,00003 segundos.

E, para mostrar o quanto essa velocidade é impressionante, vale ressaltar que a conexão comercial mais rápida que utiliza uma única fibra óptica é de apenas 100 Gbps, ou 2.550 vezes mais lenta que o alcançado pelos cientistas. Esse valor é tão monstruosamente alto que ele seria capaz de suportar, com folga, a soma total de tráfego que percorre toda a internet no horário de pico.

O princípio utilizado pelos cientistas holandeses e americanos é o mesmo dos detentores do recorde anterior: uma fibra óptica com múltiplos núcleos. Ao contrário dos componentes utilizados atualmente, que são compostos por filamentos de apenas um núcleo, essa nova fibra possui sete canais por onde a luz pode trafegar. Outros mecanismos também foram utilizados para permitir que a velocidade fosse aumentada em muito mais vezes.

Vale ressaltar que esse não é um projeto laboratorial em que os cientistas não conseguiram replicar os mesmos resultados no mundo real. Esses valores, na realidade, foram alcançados com a utilização de um cabo de 1 km, o que mostra a viabilidade da criação.

Apesar de ainda estarem em fases de testes, esses fibras poderão ser utilizadas no futuro para substituir as conexões que, eventualmente, se tornarão lentas demais para os nossos padrões. Com o aumento de tráfego da internet por causa de fatores como o streaming de vídeo, por exemplo, e com o acréscimo no número de pessoas que acessam a grande rede de dispositivos móveis, saber que estamos preparados para aumentar a velocidade da nossa conexão quando for preciso é um acalento aos mais alarmistas.

Vídeo mostra que iPad Air 2 também entorta.

Ao que parece, a Apple a terá mais uma dor de cabeça para se incomodar nos próximos dias. Um vídeo divulgado ontem (23) pelo canal Marvin macht’s, no YouTube, mostra que o mais novo tablet da empresa, o iPad Air 2, também pode entortar caso algum usuário faça força com as mãos.

Vale lembrar que essa constatação, de certa forma, pode ser considerada um pouco óbvia. Não por se tratar de um dispositivo da Apple, mas sim pelo tamanho do tablet em relação ao iPhone 6. Quanto maior é a área de superfície de um dispositivo fino, maiores são as suas chances de dobrar.

A Apple ainda não se manifestou sobre o ocorrido, mas diferente do que aconteceu no iPhone 6, quando muito consumidores relataram que o aparelho envergou de forma acidental, este obviamente é um caso em que o aparelho foi dobrado de forma proposital – e com o uso de muita força – um procedimento que nenhuma fabricante recomendaria.

Homem recebe prótese que o faz enxergar depois de 33 anos cego.

As próteses têm melhorado significativamente nos últimos anos, permitindo que pessoas com deficiências dos mais variados tipos consigam melhorar sua qualidade de vida.

Um bom exemplo desses avanços é o olho biônico Argus II implantado em Larry Hester, um homem que estava completamente cego há mais de 33 anos devido a um problema crônico de degeneração da retina.

O procedimento médico envolveu o implante de 60 eléctrodos que apontam para o nervo ótico do paciente. O aparelho permite que Larry consiga distinguir áreas claras de escuras, mas ele é considerando ainda legalmente cego, já que é difícil a distinção de objetos.

Apesar do estado embrionário do projeto, os pesquisadores do Centro do Olho da Universidade de Duke e a Scond Sight Medical Products, nos Estados Unidos, estão otimistas com a prótese, que ainda tem muito potencial para receber melhorias.

Aparelho colocado no ouvido promete ser o vestível definitivo para fitness.

Para os adeptos da vida saudável, o mercado está inundado de produtos que analisam o estado do seu corpo e faz o monitoramento dos seus sinais vitais, garantindo que você esteja se exercitando dentro dos próprios limites. Um novo produto, porém, promete cuidar de absolutamente tudo relativo as suas atividades saudáveis. Diferente de outros dispositivos vestíveis, que geralmente vão no seu pulso, o SensoTRACK é um aparelho bem peculiar, já que você o coloca no seu ouvido.

Com a base de um fone de ouvido unilateral, o produto lembra bastante aparelhos mais robustos usados por deficientes auditivos – embora com uma roupagem e um design mais arrojados. O SensoTRACK pode monitorar batimentos cardíacos, pressão sanguínea, oxigenação, respiração e muitos mais. Os desenvolvedores citam que pelo aparelho ser colocado no ouvido, próximo à artéria temporal da nossa cabeça, a precisão de suas medições é muito maior do que das pulseiras inteligentes.

Controle total sobre o seu corpo

Além dos sinais vitais, o dispositivo também conta passos, calorias queimadas, detecta sua velocidade, localização geográfica e postura corporal. É possível também que o próprio usuário insira novos parâmetros, como Índice de Massa Corporal (IMC), glicose e estado emocional, que, então, podem ser analisados pelo SensoTRACK.

De posse dessa avalanche de dados biométricos, o dispositivo inteligente sabe que tipo de atividade física você está praticando e pode te ajudar a chegar nos seus objetivos. O aparelho se comunica com outros dispositivos e pode ser configurado através de aplicativos para Android e iOS, além de oferecer um portal com todos as informações sobre seus treinos e histórico de exercícios.

Desenvolvido pela norte-americana Sensogram Technologies, o projeto foi colocado no Kickstarter e espera receber 250 mil dólares para ser financiado. A empresa já tem protótipos finais do SensoTRACK, mas precisa levantar o dinheiro para que o aparelho seja produzido em uma escala maior. O apoiador precisa se comprometer com no mínimo US$ 199 para garantir um exemplar do vestível, que deve começar a ser enviado no começo de 2015.

Esses são os prováveis preços dos novos iPhones no Brasil.

Oficialmente ainda não se sabe quando os novos iPhones serão lançados no Brasil. Além disso, a empresa da Maçã ainda não confirmou qual será o preço final dos seus produtos por aqui. Entretanto, é bem possível que os valores praticados pela empresa sejam esses que estão listados abaixo nesta matéria.

O site MacMagazine teve acesso a informações de uma fonte que, segundo eles, já se mostrou confiável em outras ocasiões. A publicação afirma que o modelo mais simples de iPhone 6, com 16 GB de espaço de armazenamento, deve chegar às lojas brasileiras custando R$ 3.199. O modelo mais caro, o iPhone 6 Plus com 128 GB de espaço de armazenamento, deve custar R$ 4.399,00.

Confira os prováveis preços do iPhone 6 no Brasil:

iPhone 6 de 16 GB – R$ 3.199,00;
iPhone 6 de 64 GB – R$ 3.599,00;
iPhone 6 de 128 GB – R$ 3.999,00;
iPhone 6 Plus de 16 GB – R$ 3.599,00;
iPhone 6 Plus de 64 GB – R$ 3.999,00;
iPhone 6 Plus de 128 GB – R$ 4.399,00.

Apple e Nike se unem para criar novo dispositivo vestível.

A Apple trabalha com a Nike para lançar outro dispositivo vestível, mas ainda não se sabe o que será esse produto. Ao menos não se trata de rumor, porque quem deu a notícia foi o diretor-executivo da marca esportiva, Mark Parker.

Em entrevista à Bloomberg repercutida pelo The Guardian, Parker afirmou que o dispositivo – seja lá o que for – será mais discreto, integrado , estiloso e funcional do que os que existem atualmente.

As duas empresas têm um longo histórico de cooperação nesse setor; em 2006 foi lançado o Nike+, sensor de corridas que se conecta com o iPod sem precisar de fios.

A divisão responsável pela FuelBand, pulseira tecnológica da Nike, foi desativada em abril, e ao menos dois engenheiros-chave migraram para a Apple, onde hoje fazem parte da equipe do Apple Watch. Espera-se que, quando o relógio da Apple for lançado, ele conte com um aplicativo Nike+ que se conecte com o Health, app de saúde da companhia da maçã.

Aplicativo usa a câmera do seu celular para resolver equações.

Esqueça o lápis de tabuada ou a calculadora. Um novo aplicativo chamado PhotoMath, lançado para iOS e Windows Phone, promete revolucionar as colas, permitindo que equações sejam resolvidas apenas apontando a câmera do celular para o papel.

O app, desenvolvido por uma empresa chamada MicroBlink, também mostra de forma detalhada o passo a passo para a resolução da equação, o que permitiria enganar o professor que mais atento que não aceitar apenas a resposta final do problema.

É claro que a cola não é a única aplicação da ferramenta (embora seja uma das principais). Ela pode ajudar quem precisa fazer uma conta mais rebuscada sem a necessidade de abrir uma calculadora. O app pode ser usado até mesmo, sim, para ajudar nos estudos, mostrando como resolver determinada equação para reforçar o aprendizado.

Como já foi dito, o aplicativo está disponível para iOS (disponível neste link) e Windows Phone (neste link). O Android só deve receber o PhotoMath em 2015.