A sua marca fala a verdade?

Buscar encantar o consumidor e expor suas verdades é o grande desafio do momento para as marcas. Discursos sem conteúdo não encantam mais a nova geração, todos estão atentos ao que as marcas estão fazendo fora dos canais de comunicação, buscamos saber a história de vida de cada marca e assim estabelecemos conexões diferentes daquelas que nossos pais estabeleciam com as marcas.

A verdade nunca esteve tão em voga. Não que algum dia aceitamos mentiras para comprar algum produto, mas digamos que não éramos muito “ligados” nessas questões, sendo assim, a primeira informação passada era a verdadeira, não tínhamos profundidade na busca de conteúdo e acabávamos por aceitar as primeiras informações recebidas. Hoje, se uma marca se posiciona publicitariamente de uma forma, e toma atitudes que não condizem com esse posicionamento, logo ela é desmascarada, a busca está na coerência entre desejos e ações.

consumidor-dica-propaganda-enganosaA responsabilidade das agências de comunicação se torna cada vez maior, pois passa por esses profissionais a missão de alinhar o que a empresa quer passar a seus consumidores com o que a empresa realmente é. Buscar esse entendimento não vem sendo tarefa fácil, explicar aos gestores que eles só podem falar o que realmente praticam no dia a dia vem causando certa confusão em suas cabeças, principalmente aos que ainda não se acostumaram com esse “novo” modo de se comunicar. Não que no passado eles mentissem sobre seus produtos, mas com certeza não se importavam tanto com esses detalhes, todo anúncio devia cumprir sua tarefa básica de expor o produto, demonstrar a maior qualidade possível e apresentar o preço como um atrativo imperdível.

Uma dica para as empresas que estão querendo passar suas verdades para os consumidores é a de iniciar pela sua própria empresa. De nada adianta gritar aos quatro ventos se dentro da nossa própria casa ninguém nos ouve, ou pior, nos ouve, mas não acredita em nosso discurso. Por isso, nossas ações devem ser condizentes com nossas palavras até mesmo dentro de nossas organizações. Se conseguirmos o reconhecimento interno, teremos maiores chances de impactar o consumidor final.

O trabalho compartilhado e colaborativo vem se tornando fundamental para a construção eficaz de novos projetos e na comunicação não é diferente. As marcas devem estar cada vez mais receptivas para essa prática, nada melhor do que ouvir as pessoas mais próximas por primeiro, elas podem nos alertar para alguns erros que podem ser corrigidos antes mesmo do consumidor ter contato com nossa marca.

Com tudo isso acontecendo podemos concluir que, as histórias contadas pelas empresas no passado não são mais suficientes para garantir uma boa construção de marca no presente e muito menos para o futuro. Estamos na era da transparência absoluta, as pessoas estão muito mais conscientes sobre a falta de autenticidade de algumas marcas. Não crie mais as suas histórias, conte histórias de pessoas reais, use o alcance e a força da sua marca para transmitir a verdade.

 

by MARCUS TONIN

A Fantástica Fábrica de Clientes: Fidelização i.Ltda

Quando não praticamos a fidelização, a concorrência precisa encontrar a porta apenas uma vez aberta para conquistar nosso cliente”.

A: Fidelização i.Ltda, bom dia! Em que posso ajudar?

B: Bom dia! Quem fala é o seu Cliente tudo bem?

A: Olá Cliente, estou muito bem e você, como está?

B: Confesso que estou angustiado, pois gostaria de me tornar um Cliente Fiel da sua empresa! Temos um relacionamento constante de negócios há praticamente um ano e estou muito contente com seu atendimento, produtos e preços oferecidos para a minha empresa em relação aos demais fornecedores, gostaria de estreitar ainda mais essa relação, poderia me ajudar?

A: Claro que sim! Será um prazer tê-lo como cliente fiel, na próxima semana seu representante irá visita-lo para informar todas as vantagens que oferecemos para quem é leal há nossa empresa, combinado?

B: Perfeito! Agradeço a atenção e aguardarei ansioso a visita!

A: Estamos à disposição! Poderia auxiliá-lo em algo mais?

B: Não, somente isso.

A: A Fidelização i.Ltda agradece seu contato e tenha um bom dia!

B: Eu que agradeço, excelente dia!

A não ser que tenhamos um produto/serviço inovador ou a patente de algum recurso único, dificilmente conquistaremos clientes fiéis por simples e pura vontade, sem ações que os estimulem para isso. A fidelização acontece no relacionamento de longo prazo, entendendo as necessidades e desejos de cada cliente, uma troca constante de informações e conhecimento que estabelece uma parceria no qual bloqueamos as ações de concorrentes.

Precisamos ficar atentos pois um cliente satisfeito não significa necessariamente que é um cliente fiel. A satisfação pode ocorrer com passar do tempo, através de acompanhamento e volume de negócios contínuos, mas também ocorre em uma simples transação onde o processo de venda agradou o cliente devido a um bom atendimento, preço e entrega rápida. Neste momento a satisfação é acionada e o cliente nos agradece, demonstrando o que chamo de “valor reativo”, ou seja, algo pontual devido ter atingido e até superado suas expectativas – o problema deste tipo de cliente (transacional) é que se por acaso falharmos no próximo atendimento, elevarmos o preço devido ao aumento da matéria-prima, ou até mesmo o caminhão do transportador sofrer um sinistro, toda aquela satisfação anterior desaparecerá.

Acredito que já tenha escutado que é muito mais barato e rentável para uma empresa manter um cliente do que conquistar um novo, frase muito popular no mundo dos negócios, porém o que mais vejo são investimentos gigantescos para aquisições de novos clientes e depois de conquistados, nada é feito para retê-los e posteriormente fideliza-los. Estabelecido esse ciclo (investimento-aquisição-cliente-insatisfação-perda) o que geramos não é simplesmente prejuízo financeiro em ter que iniciar novamente este processo, pois se esse fosse o grande problema tenho certeza que os CEOs e a alta cúpula das empresas que adotam este modelo já teriam tomado alguma decisão – mas, o que geramos é perda de tempo! Sim, tempo. Fator determinante no ciclo de vida de qualquer empresa, o tempo perdido jamais será recuperado, pois ele é intangível perante as possibilidades de um mercado altamente competitivo.

Onde a capacidade de inovação esta tão dinâmica, a possibilidade de surgir uma nova tecnologia ou algum recurso melhor que prevaleça sobre os atuais é grande, por isso a fidelização se faz necessária para minimizar impactos externos deste tipo. Não sou um cliente fiel, muito menos um appleboy, porém o que Steve Jobs construiu foi além de um excelente portfólio ousado e inovador – a Apple ensinou o mercado como fidelizar clientes. Reportagens recentes, dizem através de analistas que o iPad será imbatível até 2016, agora na mente dos clientes fiéis da empresa a velocidade do mercado não é o fator chave, mas sim a rapidez que a Apple oferecerá algo novo a eles.

Na fantástica fábrica de clientes chamada fidelização, a capacidade de lealdade dos clientes é ilimitada perante a atenção e importância que a empresa estabelece. Por isso:

by EDUARDO SILVA

Como tornar o cliente leal em tempos instáveis?

“Uma coisa é identificar um cliente leal, outra é cultivar essa lealdade.”

tex

Em tempos onde somente a mudança é constante, como podemos tornar o cliente mais leal?

Isso depende muito do público e da necessidade do cliente, mas tem alguns itens em comum a todos que vamos tratar. Cada item é uma etapa que sua empresa deve planejar como fazer.

Todo cliente quer o produto entregue conforme combinado no momento da aquisição, seja por valor/preço, entrega e qualidade. Esses itens por si só já podem afetar e muito o primeiro degrau da escala da lealdade.

1 – Satisfação

A satisfação do cliente vem basicamente pelos itens citados. Se a compra não teve problema de preço errado ou valor alterado, se a entrega foi feita no prazo combinado sem atraso e o produto foi entregue em perfeito funcionamento, teoricamente o cliente deve estar satisfeito.

Essa é a primeira preocupação com o cliente que temos que ter para almejar ter um consumidor leal. Para saber isso, leia mais sobre pesquisa de satisfação. A recompra pode ser um bom indicador também.

2 – Recompra (Fidelização)

Segundo e não tão difícil, trabalhar a recompra do cliente.

Nessa fase, temos que pensar muito bem como o cliente pode ter uma nova compra, seja de um acessório ou complemento ao que ele comprou anteriormente dependendo do produto. Se for algo de consumo, quando ele terá a próxima necessidade.

É importante que a empresa tenha um canal de relacionamento com o cliente para que ele sempre se lembre da empresa quando essa necessidade surgir. E nessa fase um erro ou problema pode custar todo o relacionamento construído com o cliente.

O cliente fiel é aquele que compra em sua loja pela satisfação que sua empresa proporciona a ele: seja pelo atendimento, pelo preço atrativo, pelos produtos variados, ou até mesmo pela entrega rápida. Mas não esqueça uma coisa: ele prefere sua loja apenas.  Veja umapesquisa/infográfico sobre itens que fazem o cliente voltar a comprar.

3 – Novos clientes (indicação)

Após o cliente comprar e comprar mais de uma vez, é hora de pensar o que ele precisa ter para indicar sua empresa aos amigos.

Mapeie o processo de compra da sua empresa e identifique onde você pode com menor investimento conseguir uma boa experiência com o cliente ou onde pode investir para diminuir eventuais problemas.

Um bom atendimento faria recomendar sua empresa? Uma boa experiência da marca? Tempo de entrega ágil? O que seu cliente quer… você sabe?

4 – Evangelista

É aquele que fala para todo mundo que usa o produto e recomenda aos amigos e familiares. Um caso bem comum de identificar são os applemaníacos ou fanboys – que ficam horas e horas na fila para comprar um aparelho novo. Usam adesivos no carro e fazem questão de somente comprar aquela marca, deliram somente de ver a marca ou escutar falar na marca. É quase uma questão de religião.

Poucas empresas chegam neste ponto. Podemos dizer que são clientes encantados. Leia mais nessa reportagem sobre ‘O cérebro de um applemaniaco.

5 – Defensor

No último nível da escada da lealdade estão os chamados clientes defensores que são quase garotos propaganda ambulantes. Insistem aos amigos para ir a certo local ou indicam uma pessoa para fazer seguro. Se evangelistas já são difíceis de encontrar, um defensor é muito mais raro. Geralmente é aquela pessoa que consegue convencer a outra a adquirir certo produto ou experimentar algo e ajuda a construir a empresa. Para alcançar esse ponto é preciso muito marketing de relacionamento, pesquisa e desenvolvimento.

É fato que onde existem pessoas satisfeitas e motivadas um bom resultado sempre aparece!

by ANDERSON WENNINGKAMP

Apple obtém nova vitória no processo de patentes contra Samsung

Um tribunal de apelações dos Estados Unidos deu vida nova à antiga tentativa da Apple de obter uma liminar contra a Samsung Electronic. Nesta segunda-feira, o tribunal ordeno um juiz da Califórnia a reconsiderar impor uma proibição permanente às vendas de alguns produtos da Samsung.

O tribunal de apelações do Circuito Federal disse que a instância inferior abusou de seu juízo ao negar a liminar sobre patentes e pediu que a questão fosse reconsiderada.

O tribunal distrital da Califórnia havia negado a liminar em dezembro de 2012. A Apple havia solicitado a liminar porque produtos da Samsung infringiram seis patentes relativas a aparelhos móveis.

A Apple, que fabrica o iPhone, ficou indignada com o que considera serem imitações de iPhones e iPads, muitos dos quais são feitos pela Samsung. As duas empresas se enfrentam em uma longa e complexa batalha global de patentes.

 

Bill Gates critica esforços para levar conexão a países pobres

A Fundação Bill & Melinda Gates tem trabalhado na tentativa de livrar os países mais pobres da malária Foto: Gus Ruelas / Reuters

A Fundação Bill & Melinda Gates tem trabalhado na tentativa de livrar os países mais pobres da malária
Foto: Gus Ruelas / Reuters

 

O fundador da Microsoft, Bill Gates, voltou a criticar os esforços de empresas gigantes da tecnologia em fornecer internet aos mais pobres. Em uma entrevista à Financial Times Magazine, Gates fez uma crítica velada a empresas como Google e Facebook e seus projetos para conectar pessoas em vez de incentivar esforços mais básicos à sobrevivência, como água potável e serviços básicos de saúde.

“Veja esta vacina contra a malária, essa coisa estranha em que eu estou pensando. O que é mais importante? Conectividade ou a vacina da malária? Se você acha que é conectividade, isso é ótimo. Eu não acho”, afirmou. “Eu certamente adoro as coisas de TI. Mas quando nós queremos melhorar a vida, você tem de lidar com as coisas mais básicas, como a sobrevivência da criança, nutrição infantil”, afirmou. A Fundação Bill & Melinda Gates tem trabalhado na tentativa de livrar os países mais pobres da malária.

Em agosto, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, lançou o projeto Internet.org em parceria com outras empresas de tecnologia para levar conectividade a 5 bilhões de pessoas sem acesso atualmente à rede. O Google também anunciou o Projeto Loon, para levar Wi-Fi gratuito através de balões enviados à estratosfera.

À época, Gates já havia criticado a iniciativa do Google. “Quando você está morrendo de malária, eu acho que você vai olhar para cima e ver aquele balão, e eu não tenho certeza de como ele vai ajudá-lo. Quando uma criança tem diarréia, não, não há nenhum site que alivie isso. Certamente eu acredito muito na revolução digital. Conectar centros de cuidados de saúde primários, conectar escolas, essas são coisas boas. Mas não, aquilo que não é, para os países realmente de baixa renda, a menos que você diga que vai realmente fazer algo sobre a malária”, disse.

Terra

Cofundador da Apple gostaria que empresa fosse parceira do Google

Wozniak fundou a Apple com Steve Jobs Foto: Reuters

Wozniak fundou a Apple com Steve JobsFoto: Reuters

 

O cofundador da Apple Steve Wozniak afirmou que se ainda estivesse na empresa, ela estaria trabalhando com um de seus maiores rivais, o Google. Em entrevista à BBC, Wozniak, que fundou a Apple com Steve Jobs mas não trabalha atualmente na empresa, disse que a companhia seria mais poderosa se trabalhasse com a gigante das buscas.

“Eu peço a Deus que a Apple e o Google sejam parceiros no futuro. Se eu estivesse lá, seria muito provável”, afirmou. Segundo ele, a Apple poderia melhorar seu assistente pessoal de voz Siri usando o motor de busca do GOogle, além de desenvolver melhores gadgets de vestir.

“Eu provavelmente estou errado. Há muita coisa que eu não sei sobre os interesses do negócio, e uma coisa que você tem que lembrar em uma empresa que você sempre tem que fazer dinheiro”, relativizou.

A2DESIGNER – Seu projeto feito com qualidade

Visando alcançar a qualidade e 100% de satisfação, seu projeto passará por várias etapas antes da publicação. Após uma entrevista apurada, iremos desenvolver a arquitetura do site e em seguida o MOCKUP – uma forma rápida e de fácil entendimento de como será disposto as informações dentro de um site. Onde ficará a caixa de busca, onde ficarão as chamadas, quais chamadas e seções o site deverá ter, etc. Serve como documento que irá nortear toda a equipe, do programador ao web designer.

Segue abaixo um exemplo de mockup:

ClubeUnaMockup

 

Entenda como as agências de inteligência coletam dados

Documentos divulgados pelo ex-funcionário da inteligência americana Edward Snowden sugerem que o governo americano realizou operações de vigilância em massa em todo o mundo – incluindo em seus países aliados.

 

As acusações fizeram com que o comitê de inteligência do Senado prometesse rever o modo como a maior organização de inteligência do país – a Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) – realiza as operações.

 

Saiba o que se sabe até agora, de acordo com os documentos “vazados”, dos principais métodos utilizados pela agência.

 

Acesso a informações de empresas de tecnologia
Em junho, os documentos divulgados pelo jornal Washington Post revelaram como a NSA têm acesso a diversas grandes empresas de tecnologia pela “porta dos fundos”. A agência tinha acesso aos servidores de nove empresas de internet, incluindo Facebook, Google, Microsoft e Yahoo, para monitorar comunicações online como parte de um programa de vigilância chamado Prism.

 

Os documentos afirmam que o projeto deu à NSA – e ao serviço de inteligência britânico GCHQ – acesso a e-mails, chats, informações armazenadas, chamadas de voz, transferências de arquivos e dados de redes sociais de milhares de pessoas. No entanto, as empresas negaram que tivessem oferecido “acesso direto” a seus servidores para a agência.

 

Alguns especialistas também questionaram o poder real do Prism. O professor de perícia digital Peter Sommer disse à BBC que o acesso pode ser mais semelhante a uma “portinha de cachorro” do que a uma “porta dos fundos” – de modo que as agências de inteligências pudessem acessar os servidores somente para coletar inteligência a respeito de um alvo específico.

 

Que dados o Prism poderia acessar?
EMPRESA QUE TIPOS DE DADOS PODIAM SER COLETADOS?
Microsoft Alguns sites da Microsoft coletam endereços de e-mail, nomes, endereços de casa ou do trabalho e números de telefone. Alguns serviços requerem que o usuário entre com seu e-mail e senha. A Microsoft também recebe informações enviadas pelo navegador a respeito de sites visitados, como endereço de IP, endereço do site e tempo da visita. A empresa também usa cookies para conseguir mais informações sobre a visualização de páginas.
Yahoo! O Yahoo! coleta informações pessoais quando os usuários se cadastram para produtos ou serviços, incluindo nome, endereço, data de nascimento, código postal e profissão. A empresa também grava informações dos computadores dos usuários, incluindo endereços de IP.
Google Detalhes pessoais são exigidos para se cadastrar para contas do Google, incluindo nome, e-mail e número de telefone. O e-mail do Google – Gmail – armazena contatos de e-mail e sequências de e-mails (envios e respostas) para casa conta, que tem capacidade de 10 gigabytes. Termos de busca, endereços de IP, informações sobre chamadas telefônicas e cookies que podem identificar cada conta também são armazenados, além de bate-papos – a não ser que o usuário escolha a opção ‘Desativar gravação’
Facebook O Facebook exige informações pessoais no cadastro, como nome, e-mail, data de nascimento e sexo. O site também coleta atualizações de status, fotos ou vídeos compartilhados, mensagens em murais, comentários nos posts alheios, mensagens privadas e bate-papos. Nomes de amigos e os detalhes de e-mail dos perfis destes amigos também são gravados. Informações sobre a marcação dos usuários em fotos e posts, assim como dados sobre localização e GPS são, também, armazenadas.
Paltalk O Paltalk é um serviço de bate-papo e troca de mensagens de voz e de vídeo. Os usuários devem fornecer informações como endereço de e-mail. A empresa também usa cookies que ficam armazenados em navegadores, com o objetivo de monitorar o comportamento dos usuários para fazer anúncios dirigidos.
YouTube O YouTube pertence ao Google e a empresa aplica os mesmos métodos de coleta de dados que em outros serviços. Usuários que se conectem ao site por suas contas do Google terão suas buscas, inscrições e listas de vídeos armazenadas.
Skype O Skype é parte da Microsoft e seu serviço de mensagens substituiu o MSN Messenger este ano. Os usuários devem fornecer informações pessoais incluindo nome, nome de usuário e endereço quando se cadastram. Outras informações de perfiz como idade, sexo e idioma preferido também são armazenados. Listas de contatos também são gravadas, além de dados de localização de telefones celulares. Mensagens instantâneas, de voz e de vídeo geralmente são guardadas pelo Skype por um período de 30 a 90 dias, mas os usuários podem optar por preservá-las por mais tempo.
Aol O AOL coleta informações pessoais dos usuários que se cadastram para seus produtos e serviços, mas sua política de privacidade determina que os usuários que escolham não se identificar por estes métodos são “geralmente anônimos”.
Apple Contas da Apple – as chamadas Apple IDs – são necessárias para serviços como o iTunes ou para registrar produtos. Ao fazer o cadastro, os usuários devem fornecer dados pessoais como nome, endereço, e-mail e número de telefone. A empresa também coleta informações sobre as pessoas com as quais os usuários da Apple compartilham conteúdo, incluindo seus nomes e endereços de e-mail.

 

Extração de dados de cabos de fibra óptica
Ainda no mês de junho, mais documentos do serviço de inteligência britânico publicados pelo jornal The Guardian revelaram que a Grã-Bretanha extraía dados de cabos de fibra óptica que transportam comunicações globais e compartilhava as informações com a NSA. Os documentos diziam que o GCHQ tinha acesso a 200 cabos de fibra óptica, o que dava ao órgão a capacidade de monitorar até 600 milhões de comunicações todos os dias.

As informações sobre o uso de internet e telefone eram supostamente armazenadas por até 30 dias para que fossem filtradas e analisadas. O GCHQ se recusou a comentar as acusações, mas disse que sua obediência à lei era “escrupulosa”.

 

Em outubro, o jornal italiano L’Espresso publicou acusações de que a GCHQ e a NSA alvejaram três cabos submarinos que terminavam na Itália, para interceptar dados comerciais e militares. Os três cabos, na Sicília, se chamavam SeaMeWe3, SeaMeWe4 e Flag Europe-Asia.

 

Escuta em telefones
Em outubro, a mídia alemã afirmou que os Estados Unidos grampearam o telefone da chanceler alemã Angela Merkel por mais de uma década – e que a vigilância só acabou há alguns meses. A revista Der Spiegel, também citando documentos revelados por Edward Snowden, sugeriu que os Estados Unidos tinham acesso ao telefone de Merkel desde 2002.

 

Os documentos citados pela revista dizem que uma unidade de escuta ficava dentro da Embaixada americana em Berlim – e que operações semelhantes aconteciam em outras 80 cidades pelo mundo.

 

O jornalista investigativo Duncan Campbell explica em seu blog como áreas com janelas fechadas, visíveis do lado de fora dos prédios oficiais poderiam na verdade ter “janelas de rádio”. Estas janelas externas – feitas de um material que não conduz eletricidade – permite que sinais de rádio passem e cheguem até os equipamentos de coleta e análise dentro dos edifícios.

 

A Der Spiegel disse que a natureza do monitoramento do celular de Merkel não estava clara nos documentos divulgados. No entanto, relatos posteriores afirmaram que dois dos telefones da chanceler haviam sido grampeados – um telefone não criptografado usado para ocasiões informais e um aparelho criptografado, usado para o trabalho.

 

De acordo com especialistas em segurança, os sistemas padrão de criptografia dos telefones celulares podem ser vulneráveis porque seus sistemas para “embaralhar os dados” são – em termos de software – separados dos programas utilizados para criar mensagens. Por isso, é possível que uma operação de escuta se posicione entre o software que faz a mensagem e o sistema de criptografia em cada uma das pontas da conversa – e tenha acesso à informação antes que ela seja criptografada ou depois que é reordenada.

 

A criptografia de ponta a ponta, que agora é adotada por muitos, preenche esta lacuna ao fazer com que o programa de mensagens faça o “embaralhamento” diretamente. Além disso, muitos destes sistemas compartilham dados em redes fechadas, então muitas mensagens não passam pela internet e só são reordenadas quando chegam ao seu destinatário.

 

Além do telefone de Merkel, há acusações de que a NSA teria monitorado milhares de chamadas telefônicas de cidadãos alemães e franceses, além de e-mails e chamadas dos presidentes do México e do Brasil.

 

Reportagens do Guardian também afirmaram que a NSA monitorou os telefones de 35 líderes mundiais depois de ter recebido seus números de telefone de outro oficial do governo americano. Edward Snowden também foi a fonte dos documentos que revelaram estas informações.

 

Espionagem dirigida
Ainda em junho, a revista alemã Der Spiegel afirmou que a NSA teria espionado também os escritórios da União Europeia (UE) nos Estados Unidos e na Europa. A revista disse ter visto documentos revelados por Snowden mostrando que o país teria acesso a redes de computadores internas da União Europeia em Washington e do escritório da ONU em Nova York. Os documentos também sugeriam que a NSA realizou uma operação de escuta em um edifício em Bruxelas, onde funcionam as sedes do Conselho de Ministros da UE e o Conselho Europeu.

Pouco depois, em julho, o Guardian disse – citando como fonte outros documentos “vazados”- que um total de 38 embaixadas e missões foram “alvos” de operações de espionagem americanas. Os países alvejados incluíam a França, a Itália e a Grécia, assim como outros aliados não-europeus dos Estados Unidos como Japão, Coreia do Sul e Índia. Embaixadas e missões em Nova York e Washington também estariam sob vigilância.

Os documentos, segundo o jornal, detalharam “uma variedade extraordinária” de métodos de espionagem usados para interceptar mensagens. Elas incluíam grampos, antenas especializadas e escutas.

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Operadoras de internet são obrigadas a entregar 70% da velocidade

 

Entram em vigor nesta sexta-feira os novos limites de velocidade de banda larga fixa e móvel no Brasil, obrigado as operadoras a entregarem, em média, pelo menos 70% da velocidade contrata pelos usuários mensalmente. Isso quer dizer que, seu um assinante tem um plano de 10 Mbps, a velocidade média entregue pela operadora deve ser de, no mínimo, 7 Mbps no mês, em média. O novo limite faz parte das metas estabelecidas nos regulamentos de Gestão da Qualidade dos serviços de Comunicação Multimídia (banda larga fixa) e Móvel Pessoal (banda larga móvel). Além da média mensal, a velocidade instantânea, no momento da conexão, deve ser de pelo menos 30%. Caso a prestadora entregue apenas 30% da velocidade contratada por vários dias, terá de, no restante do mês, entregar uma velocidade alta ao usuário para atingir a meta mensal de 70%. Esses percentuais valem até novembro de 2014, quando serão ampliados para 80% na média mensal e de 40% na velocidade instantânea. O controle na velocidade da banda larga fixa é feita pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) através de medidores instalados nos computadores de voluntários. Já a medição na banda larga móvel é feita através de uma parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os medidores que monitorarão a qualidade do serviço serão instalados em escolas atendidas pelo Projeto Banda Larga nas Escolas Públicas Urbanas.

9 dicas para marketing de guerrilha para o seu negócio

Defina objetivos claros e faça o público interagir com a campanha, diz especialista

homem olhando pela persiana

 

9 dicas para marketing de guerrilha para o seu negócio
Respondido por Eduardo Andrade, especialista em marketing

As pessoas são bombardeadas diariamente por empresas com intenções de fazer suas marcas serem percebidas. De acordo com o Heibrunn, pode-se dizer que um indivíduo que circula por uma grande cidade está exposto a 1200 marcas por dia. Dois milhões de comerciais de TV serão vistos pela média da população até os 60 anos de idade, segundo a revista SuperInteressante. Isso equivale a 16 mil horas de exposição apenas desse tipo de mídia. Dá pra imaginar o esforço de cada empresa em tentar ser notada em meio a esse turbilhão de anúncios.

Esse contexto de supercompetição pela atenção do público-alvo motivou profissionais de marketing a criarem formas inusitadas e audaciosas de anúncios. A ideia é se fazer ser percebido e fugir do lugar comum. Assim surgiu o Marketing de Guerrilha, que exige cuidados para ser executado

1. Defina objetivos claros: o briefing da ação deve ser muito bem preparado para não gerar frustrações no contratante da campanha. Defina se o objetivo á aumentar o tráfego no website da empresa, gerar comentários nas redes sociais, fazer a marca ser lembrada ou divulgar um vídeo ou novo produto.

2. Faça o público interagir com a campanha: um dos pontos fortes do marketing de guerrilha é a possibilidade do target interagir com a marca. Por isso, promova conexões da ação com redes sociais, QR codes, interferência do público em vídeos e peças publicitárias, relacionamento entre os participantes da campanha, etc. A proposta deixa de ser estática e unilateral e passa a ser dinâmica e bi ou multilateral.

3. Vire notícia: informação é diferente de notícia. Esse princípio da comunicação retrata muito a intenção das ações do marketing de guerrilha. Anúncios convencionais trazem uma série de dados e informações, mas raríssimas vezes se tornam notícia. A intenção aqui é que a própria mídia noticie sua proposta como algo fora do usual.

4. Não deixe de utilizar mídias convencionais: as mídias convencionais sempre terão seu lugar, e já provaram por décadas de atividade que podem gerar bons resultados se bem usadas. É um equívoco acreditar que ações de guerrilha irão substituir totalmente campanhas tradicionais. O ideal é combinar as campanhas de marketing propondo uma comunicação integrada.

5. Atenção à verba: os custos envolvidos geralmente são baixos, o que evidencia um cuidado ainda maior na assertividade da proposta. O próprio nome dessa atividade de marketing remete às guerrilhas urbanas nas quais um oponente mais fraco (com recursos escassos) tenta vencer o adversário mais forte (geralmente com mais verba). As campanhas geralmente têm um custo mais baixo que divulgações nas mídias tradicionais.

6. Use equipes multidepartamentais ou multidisciplinares: no desenvolvimento da campanha, as experiências e expectativas diversificadas de um conjunto de profissionais tendem a promover o inusitado e impactante. Saiba trabalhar de forma holística e criativa com a equipe de desenvolvimento.

7. Mensure os resultados: já dizia Peter Drucker: quem não mede não administra. Assim, esteja atento aos instrumentos de mensuração adequados ao objetivo da campanha. Os indicadores são diversos como número de likes, comentários, intervenções na peça publicitária, quantas pessoas foram expostas diretamente pela ação de marketing, número de visualizações, o que foi falado na web (perspectiva qualitativa), o quanto se gerou de mídia espontânea, etc.

8. Evidencie o boca a boca: a velha máxima de “falem de mim” deve ser explorada ao extremo no marketing de guerrilha. A intenção é intrigar as pessoas para que elas comentem sobre o acontecimento promovendo a marca. Mas o anunciante deve estar preparado para receber comentários positivos e negativos e, quando for necessário e possível, fazer intervenções de correção.

9. Faca seu anúncio não parecer um anúncio: pode parecer contraditório, mas quanto mais disfarçado for o anúncio, mais as pessoas terão curiosidade e deixarão de ter resistência a ele. O foco é promover a experiência capaz de gerar atenção e envolver pessoas.

 

Eduardo Andrade é professor e coordenador do CBA Marketing do Ibmec/MGEnvie suas dúvidas com a palavra marketing no assunto da mensagem paraexamecanalpme@abril.com.br