Você gosta de ser bem atendido?

Muito mais que atender e compreender, o responsável pelo atendimento deve conseguir alinhar as expectativas com seus clientes, e assim, extrair da negociação uma relação de confiança onde todos possam obter ganhos.

Vou aproveitar este espaço que o Ideia de Marketing me concede para falar um pouco da minha experiência como sócio de uma agência de comunicação e principalmente da minha experiência como responsável pelo atendimento desta agência. Acredito que o atendimento seja uma das áreas mais importantes de uma empresa, e para não ficarmos limitados apenas ao mundo da comunicação, você pode imaginar a empresa que preferir. Creio que realizar o primeiro contato com o cliente, estabelecer laços fortes, cuidar dos interesses conflitantes da empresa com seus clientes e conhecer profundamente o comportamento humano, sejam alguns dos pontos que tornam tão importante e ao mesmo tempo tão desafiadora essa função.

Saber o que está acontecendo no país e no mundo é tarefa básica de qualquer pessoa que trabalha com atendimento, curiosidade é fundamental. Estar a par das tendências de consumo, comportamentos, mudanças tecnológicas e no que os grandes formadores de opinião falam sobre o futuro é essencial. Li outro dia algo que dizia que um criativo dentro de uma agência, sem conhecer o negócio do cliente, até poderia criar bem, mas não criaria para ninguém. É exatamente isso que vejo acontecer, muitas peças bem feitas, designs primorosos e o resultado final não acontece, o cliente não sai satisfeito.

O atendimento deve ser o elo de ligação entre empresa e cliente, deve conhecer a fundo a missão, visão e os valores de seus clientes, assim ele assimilará da melhor forma possível as informações que irá coletar, e somente após isso, conseguirá conectar as empresas envolvidas de maneira que todos que não estiveram presentes com o cliente entendam exatamente a essência do negócio, e a partir de um briefing, todos consigam iniciar o trabalho com a mesma sintonia.

Muito mais que atender e compreender, o responsável pelo atendimento deve conseguir alinhar as expectativas com seus clientes, e assim, extrair da negociação uma relação de confiança onde todos possam obter ganhos. Os clientes por muitas vezes não percebem, mas o papel deles na realização de um trabalho não é apenas o de contratar e pagar a fatura, eles precisam fazer mais do que brifar, precisam inspirar, no ramo da comunicação se diz que um anunciante sem conteúdo não aprova e nem reprova bem.

Dias atrás em uma reunião, ouvi de um cliente que buscava um novo conceito para uma linha de produtos, que o problema seria meu se eu não conseguisse aplicar este tal “novo” conceito no prazo de uma semana. Parei um pouco para pensar se realmente este problema era meu, logo cheguei à conclusão que este problema era dele. Continuei a pensar neste caso, e após alguns dias, mudei a minha conclusão, descobri que o problema era nosso; afinal, ele me contratou para ajudá-lo a resolver uma situação que ele não sabia como fazer, mas de maneira nenhuma, ele poderia jogar toda responsabilidade do caso sobre os meus ombros, pois o produto foi desenvolvido por ele. Portanto, o correto a meu ver, deveria ser dessa forma: ele entraria com toda a sua experiência de produto, com a história da fabricação e com a inspiração que o fez chegar até aquele momento. Enquanto eu entraria com a minha experiência em comunicar, com a escolha das palavras, canais e métodos de comunicação; assim certamente, chegaríamos a um resultado brilhante e verdadeiro no final.

Atender é uma arte, não vejo palavra que descreva com mais sutileza e elegância a tarefa diária que enfrentam estes profissionais. Lidar com pessoas com mau humor, com o excesso de humor, arrogantes, gentis, tristes e felizes faz parte do dia a dia. Assim, tudo deve ser superado na busca de gerar valor para o cliente, procurando sempre estabelecer uma relação de confiança e transparência que gere prosperidade e longevidade para ambas as partes.

Adobe mostra o que acontece quando não se avalia direito as métricas de uma campanha

Criação da Goodby Silverstein & Partners

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por 
@cmerigo
18 horas atrás

Adobe diz que realizou uma pesquisa com profissionais de marketing e a conclusão foi alarmante. Segundo a empresa, mais da metade dos profissionais da área não tem ideia do que estão fazendo. Bem, não usaram esses termos, mas em resumo revelam o óbvio: Todos querem bons números para colocar no relatório, mas não sabem fazer uma leitura adequada desses resultados.

Através de uma empresa fictícia de enciclopédias, a Adobe ilustra – com bom humor – toda uma cadeia de consequências quando métricas de uma campanha online não são avaliadas profundamente. O comercial promove o Marketing Cloud, um conjunto de ferramentas para auxiliar o monitoramento de publicidade digital.

A criação é da Goodby Silverstein & Partners.

Adobe

Designer cria sapatos pras pessoas baixarem de graça e imprimir em casa

Desta vez, trazemos uma linha de sapatos de salto alto que podem ser baixados de graça e impressos em seis ou sete horas a três dimensões. A criação é de Janne Kyttänen.

O designer finlandês disponibilizou os modelos para que as próprias pessoas possam personalizá-los. As peças vêm em quatro estilos (facet, macedonia, leaf e classic, com pequenos detalhes que os diferenciam), estão disponíveis gratuitamente na internet e o usuário só precisa escolher o tamanho e imprimi-lo na cor da sua preferência.

Os sapatos foram concebidos para serem impressos com uma CUBEX e são apenas uma dentre muitos trabalhos de Kyttanen nesta área. Ele é um apaixonado pela tecnologia da impressão 3D e mantém uma loja virtual, a Cubify, com diversas peças construídas apenas com esta inovação.

Veja os sapatos estilosos que ele disponibilizou gratuitamente, com a explicação no vídeo abaixo.

 

 

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Sabemos que pouquíssimas pessoas já podem se dar o luxo de ter uma impressora 3D em casa, mas esse é um exemplo do que nos aguarda num breve futuro.

Container vira escola movida a energia solar e muda a realidade de jovens

Uma escola móvel ecológica, que recebe energia através de painéis fotovoltaicos colocados no teto, é a grande inovação da Samsung para proporcionar às crianças de comunidades rurais na África do Sul uma forma moderna de aprender.

A ideia é facilitar o acesso à educação, e de forma sustentável, a crianças nascidas em lugares remotos e com condições de vida difíceis. A escola é simples e a energia solar a torna autosuficiente: pode gerar eletricidade durante nove horas por dia, está equipada com notebooks com internet, tablets Galaxy, câmeras Wi-Fi ou ainda um sistema de refrigeração.

Solar Powered Internet School consiste em um container de 12 metros de comprimento, que pode ser transportado por caminhões para qualquer ponto do país e onde cabem 21 alunos. Foi instalada em Phomolong, uma zona rural perto de Joanesburgo, capital do país.

Veja com esta ideia da Samsung está mudando a vida destes jovens:

 

 

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O projeto só está no começo e a ideia da empresa é que ele se expanda bastante até 2015, chegando para cerca de 5 milhões de pessoas. No continente africano, menos de 25% das pessoas que vivem em áreas rurais têm acesso a eletricidade, o que dificulta a educação. Esse projeto inovador quer mudar esse cenário. A gente aprovou.

(Imagens: Samsung Tomorrow)

“Estradas Inteligentes” brilham e carregam bateria de veículos elétricos

Se a cada dia aparecem novas e sofisticadas tecnologias para melhorar a experiência de dirigir um carro, por que não focarmos também em melhorar as estradas? Partindo da ideia, o designer holandês Daan Roosegaarde criou um projeto chamado de Smart Higways (Rodovias Inteligentes), que promete revolucionar as estradas no futuro.

As Smart Highways são especiais por várias razões: como os contornos da pista são feitos com uma tinta especial, elas brilham no escuro, o que dispensa a iluminação. Isto não só permite uma poupança de energia elétrica, como pode salvar vidas em zonas rurais, onde não existe iluminação. Roosegaarde garante que a tecnologia é capaz de absorver a luz solar durante o dia e brilhar por cerca de 10 horas de noite.

Estas tintas inovadoras são ainda úteis para ir dando informações aos motoristas, como por exemplo, acerca do estado da pista. Se as temperaturas são muito baixas, a rodovia reage comsímbolos de flocos de neve, indiciando que a pista pode estar escorregadia e alertando os motoristas.

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Outra das inovações das Smart Highways são as faixas exclusivas para veículos elétricos querecarregam as baterias dos veículos enquanto estes circulam. A Pista Prioritária Elétrica quer promover o uso desse tipo de veículo sustentável, cujo grande problema é a necessidade de estar muito tempo abastecendo energia. Assim, o problema ficaria resolvido com uma tecnologia que já é utilizada para carregar celulares.

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O designer diz ter mais de 20 ideias para colocar em prática, com as que referimos acima ou como a da Luz de Vento, em que o vento gerado pela passagem de carros faria girar pequenas turbinas, que seriam usadas para criar energia e transformá-las em luz.

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O projeto de Daan Roosegaarde, que já ganhou prêmios, é feito em parceria com a construtoraHeijmans Infrastructure e, por enquanto, ainda não saiu do papel. Mas as ideias têm sido testadas e até ao final do ano o protótipo deve se tornar real.

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Por aqui, enquanto o governo não faz mais pelas nossas estradas, ficamos aguardando por inovações como essas para ajudar a melhorar o tráfego no país.

Série de fotos criativa mostra pessoas interagindo com graffitis

É uma interessante combinação entre duas artes que muito apreciamos: o graffiti e a fotografia. O francês Julien Coquentin, fotógrafo de 37 anos, decidiu colocar pessoas (às vezes ele próprio) interagindo com pinturas em murais, como se elas fossem reais.

A ilusão de ótica criada pelas fotos, na sua maioria com uma pequena menina, dá a sensação de que os desenhos são feitos a três dimensões. A série foi intitulada Please Draw Me a Wall (Por Favor, Me Desenhe um Mural) e é um autêntico mundo de fantasia da street art.

Veja algumas que selecionamos para você.

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Família resolve viver por 1 ano como se estivesse em 1986

Quando Blair McMillan, de 26 anos, começou a notar que seus filhos Trey, de 5 anos, e Denton, de 2, estavam dando mais atenção a seus aparelhos tecnológicos do que à família, ele resolveu fazer um experimento, junto com sua mulher: viver como se estivessem em 1986, ou seja, nada de smartphones, tablets, iPods e notebooks.

O motivo da escolha do ano foi basicamente por ser o ano em que nasceram, pois não foi um ano particularmente especial ou inesquecível (a não ser pela fundação da Pixar em fevereiro), e a mudança foi radical: ele usa o corte de cabelo estilo mullet (!), usa aparelhos de vídeo-cassete para ver filmes com a família, a única comunicação é o aparelho telefônico, as operações bancárias são feitas diretamente nas agências sem o auxílio da internet, até os amigos tem que se submeter à regra e trancar seus celulares desligados em uma caixa enquanto estiverem os visitando. A única exceção mantida foi o carro, do ano 2010, mas que eles usam sem GPS, e quando viajam procuram os endereços em bons e velhos mapas.

Os melhores momentos são registrados com uma máquina fotográfica analógica, e nada de post em Instagram pra mostrar a família feliz. As fotos só são conhecidas pelos amigos quando esses os visitam. A diversão dos filhos fica a cargo de um Nintendo do ano de 85. Mas calma, isso tudo não vai durar pra sempre, eles tem planos de seguir com esse estilo de vida até abril do ano que vem, quando pretendem depois disso fazer um balanço das coisas que passaram, o que aprenderam, o que pode ser levado como lição, e onde eles podem aplicar na educação dos filhos.

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Casal faz viagem de bike ao redor do mundo com os 4 filhos bebês

É provável que esta história desbanque dois mitos que muita gente tem com relação a viagens: 1) que viajar é caro; 2) que só é possível quando não temos compromissos, como emprego e, principalmente, filhosMartin Glauer, de 30 anos, e a mulher Julie, de 40, decidiram pegar nas bicicletas e correr o mundo durante um ano. Com eles levaram Moses, Caspar, Turis e Herbie, os filhos.

O mais velho, Moses, tinha cinco anos e o mais novo, Herbie, apenas 9 meses. Mas nem isso impediu este casal de cumprir o sonho de viajar pelo mundo de forma sustentável. Martin, alemão, e Julie, canadense, se conheceram em uma passagem pela Austrália e logo perceberam que as viagens seriam parte de suas vidas. Foram viver  na Alemanha e começaram a construir uma família.

5 anos e 4 filhos depois, eles decidiram que tinha chegado o momento de pegar na bike e partir. Para testar, fizeram uma viagem de preparação à Romênia para perceber se os filhos tinham o espírito de aventura necessário. Como eles se mostraram entusiasmados, o casal arriscou na aventura.

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A preparação física foi uma das preocupações de Martin e Julie, já que não é qualquer um que consegue pedalar 35 quilômetros por dia a cerca de 20 km/h – a meta do casal -, levando os filhos atrás. Por isso, Martin correu algumas maratonas antes da viagem e Julie fez pilates.

Acoplados a cada uma das bicicletas, viajaram dois mini-trailers, sendo que duas das crianças iam com a mãe e as outras duas com o pai (na verdade, o caçula ia na cadeirinha, sempre com Julie, enquanto os outros 3 se revezavam). O mais bacana é que as estruturas, feitas de lona, incluíam cinto de segurança e uma tela para proteger do vento e dos mosquitos. As crianças tinham assim um lugar privilegiado, e bem confortável, para descobrir o mundo.

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E como o mundo é grande demais para que o possamos conhecer numa só viagem, o casal foi obrigado a fazer escolhas. Eles optaram por países mais planos e tentaram sempre fugir do inverno, para carregar menos roupas e sacolas e para facilitar o trabalho com as crianças e o próprio alojamento. A família preferiu acampar do que ficar em hotéis ou pousadas. O alojamento em casa de famílias locais foi outra das opções.

Martin e Julie garantem ser mais barato viajar com os filhos desta forma (mesmo contando com as passagens de avião, que o mais novo não paga e o segundo paga só metade) do que levar uma vida normal na Alemanha, onde é preciso pagar renda da casa, combustível do carro e aquecimento, entre outras despesas. Eles calcularam gastar em média 50 euros por dia, o que dá 22.500 euros no ano (pouco mais de 68 mil reais).

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Os seis partiram do Canadá, de onde seguiram para Estados Unidos, Guatemala, El Salvador e Brasil (por aqui desembarcaram no Rio de Janeiro e foram até Salvador, onde ficaram dois meses). Seguiu-se a Austrália, Nova Zelândia, e depois Emirados Árabes, Omã, Índia, Tailândia, Camboja, China, Mongólia, Rússia e mais alguns países europeus, num total de 20 países visitados. Voltaram a Alemanha em julho de 2012, a tempo de Moses começar seus estudos, já com 6 anos completados.

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O casal nunca teve pressa de cumprir o roteiro, que muitas vezes teve de ser ajustado às necessidades das crianças. É preciso lembrar que todos eles eram bem novos e birras, enjôos ou simples cansaço era alo que acontecida de vez em quando. A alimentação foi uma das grandes preocupações dos pais, que andavam sempre prevenidos com água, iogurtes, fruta ou pão integral.

O que também não faltou foram medicamentos, para coisas simples como uma gripe, mas também para doenças típicas de alguns lugares, como a malária. Sacolas com roupa, a barraca para dormir, uma pia, chuveiros portáteis, panelas, copos e um fogareiro fizeram também parte do kit de viagem.

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Apesar da coragem, há que falar também dos apoios que a família recebeu: os pais de Julie ajudaram a conseguir patrocinadores, a empresa onde Martin trabalhava contribuiu com a estrutura das bikes e o equipamento de camping. Os móveis da casa na Alemanha, que foi vendida para financiar o sonho, ficaram na garagem dos pais de Julie e o irmão de Martin, com mais tempo e melhor acesso à Intenet, foi atualizando o site da família – o Global Mobile Family.

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Apesar da viagem já ter terminado, ele continua lá, com informações e fotos, para que todos possam seguir os passos dessa aventura e se inspirar também.

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E então, você teria coragem de sair pelo mundo acompanhada de filhos pequenos?

A Lamborghini que foi feita somente utilizando papelão e cola

Olhando rápido, nem daria para dizer que essa Lamborghini Aventador foi feita somente utilizando papelão e cola – mas é isso mesmo que você acabou de ler. O artista visual e designer Taras Lesko construiu junto com a sua esposa essa réplica, que tem quase o tamanho real, medindo 244 x 115 x 63cm, e com peso de  11.3kg. Segundo o criador, ele decidiu montar a réplica de um tamanho menor do que o original pois ele queria guardá-lo dentro de sua casa.

Assista ao vídeo abaixo que mostra o processo completo de criação:

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Tocante animação mostra o sinistro mundo da industrialização da comida

Chipotle é uma rede de comida mexicana que vem há alguns anos se destacando por mostrar uma grande preocupação sobre a industrialização da comida, e fortalece essa visão com o posicionamento “Cultivate a better world” (algo como: cultivar um mundo melhor) de forma bastante eficaz. Recentemente, eles lançaram um vídeo memorável para lançar seu novo app de um jogo (para iOS e gratuito) que mostra a saga de um espantalho em ajudar animais enjaulados, proteger  e levar vegetais frescos para sua cidade.

O vídeo, que acompanha o lançamento do jogo, é uma bela animação feita pelo estúdio Moonbotcuja trilha sonora é uma versão da música “Pure Imagination”, do filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, feita pela Fiona Apple. A animação mostra um solitário espantalho (símbolo típico de proteção das plantações) observando frangos ‘inflados’ de forma não natural, vacas tendo seu leite tirado de forma ininterrupta, e depois o mostra começando um movimento de usar coisas naturais e não-industrializadas. No release do jogo, a Chipotle fala:

Em um mundo de fantasia distópica, toda a produção de alimentos é da fictícia indústria controlada por corvos, Crow Foods. Espantalhos foram deslocadas de seu papel tradicional de proteger alimentos, e agora são usados pelos corvos e os seus planos malignos de dominar o sistema alimentar. Sonhando com algo melhor, um solitário espantalho propõe oferecer uma alternativa aos insustentáveis alimentos processados na fábrica. 

Assista abaixo a animação feita para divulgar o jogo:

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O trailer do jogo para quem quiser conhecer mais:

Que fique claro que a rede não é prega o vegetarianismo, ela trabalha com carne de animais (muitos pratos mexicanos acompanham carne), mas o que a Chipotle defende e faz, é ter fornecedores de carnes responsáveis, onde o rebanho é criado de forma natural, sem intervenção de hormônios e/ou aditivos. Essa é uma causa de interesse de todos, pois hoje em dia temos nos alimentado de carnes que vêm carregadas de hormônios sintéticos e absolutamente prejudiciais para a nossa saúde. Para se ter noção, uma galinha demora em média 5 meses para crescer normalmente em seu habitat natural, sem intervenções humanas. Ao passo que, as galinhas de granjas, criadas para o abate, tem somente 45 dias de vida. Se o abate ocorrer depois dos 45 dias, o animal começa a desenvolver várias doenças, como câncer, leucemia, deformações físicas, etc. Ou seja – quando você come aquele filé de frango, achando que está fazendo super bem pra sua saúde, você está na verdade se alimentando de uma carne contaminada. Várias pesquisas têm apontado os efeitos que começam a surgir nas pessoas que se alimentam diariamente de carne contaminada com hormônios sintéticos – envelhecimento precoce (há casos de crianças que menstruam e começam a desenvolver seios em idade absolutamente precoce), cistos e tumores na mama, no colo do útero, nos ovários femininos e na próstata masculina, dentre outros.

 

Sabemos que apenas um jogo não é suficiente para mudar a consciência das pessoas sobre o que elas comem, mas, convenhamos, é um belo começo ver uma empresa tratar de um assunto tão obscuro de forma tão aberta. Eles já haviam abordado esse tema em um vídeo arrebatador de 2011, feito em stop-motion e sempre com uma trilha sonora impecável:

Para baixar o jogo (por enquanto somente para iOS), clique aqui.