Dica: Como enviar arquivos de até 10 GB no Gmail através do Google Drive

A integração do  Google Drive com o Gmail passou a permitir que os usuários enviem e-mails com anexos de até 10 GB. Agora, os usuários podem encaminhar arquivos ainda maiores, com mais facilidade para transmiti-los. Confira neste tutorial do site TechTudo.

Passo 1. Na sua caixa de entrada do Gmail, clique sobre a opção escrever. Na tela de composição de e-mail, paire a seta do mouse sobre o botão “Anexar arquivo” – localizado no rodapé da tela – e, em seguida, clique no botão “Inserir arquivos com o Google Drive”.

Na tela de composição de mensagens do Gmail, escolha a opção "Inserir arquivos com o Google Drive" (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt
Na tela de composição de mensagens do Gmail, escolha a opção “Inserir arquivos com o Google Drive” (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt

Passo 2. Na janela seguinte, clique no botão “Selecione arquivos de seu computador”. Observe também, que você poderá, por meio do menu lateral, escolher um arquivo que já esteja armazenado no Google Drive.

Clique no botão "Selecione arquivos de seu computador" (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)
Clique no botão “Selecione arquivos de seu computador” (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)

Passo 3. Na pequena janela do Finder que for exibida, escolha o arquivo o qual você deseja enviar por e-mail, e clique no botão “Open”.

Escolha o arquivo que será anexado ao e-mail (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)
Escolha o arquivo que será anexado ao e-mail (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)

Passo 4. Quando o seu arquivo for exibido na interface de upload do Google Drive, clique no botão “Fazer upload”.

Faça o upload do arquivo desejado para o Google Drive (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)
Faça o upload do arquivo desejado para o Google Drive (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)

Passo 5. Após o upload do arquivo terminar, a tela de mensagens do Gmail será novamente exibida. Você poderá observar, que o seu arquivo estará anexado a mesma. Após redigir sua mensagem, clique no botão “Enviar”.

O arquivo estará anexado a mensagem, clique em "Enviar" (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)
O arquivo estará anexado a mensagem, clique em “Enviar” (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)

Passo 6. Antes de enviar a mensagem, o Gmail exibirá uma diálogo avisando que o arquivo não foi compartilhado com o destinatário. Portanto, clique no botão “Compartilhar e enviar”.

Compartilhe o arquivo com o destinatário (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)
Compartilhe o arquivo com o destinatário (Foto: Reprodução/Thiago Bittencourt)

É importante observar, que o destinatário da mensagem não precisará ter uma conta do Google Drive para acessar o link enviado por e-mail, e então, baixar o arquivo compartilhado.

 

Retirado do site: http://www.techtudo.com.br

Seu Google, nós existimos

Mapas do Google

 

A luta de um grupo de crianças das favelas de Calcutá para se colocar no mapa do mundo e mudar também as nossas vidas

– Mãe, estou fazendo um mapa da nossa comunidade porque não existe nenhum – disse Sikha, uma menina de 12 anos e olhos muito vivos de uma favela de Calcutá, na Índia.
– Mas tem mapa de todos os lugares, deve ter um daqui também – disse a mãe.
– Não tem – Sikha respondeu.
– Você tem certeza?
– Procuramos no Google e não conseguimos encontrar um mapa da nossa comunidade.
Ao buscar o Google Maps para se enxergar nele, as crianças descobriram que não estavam lá. No lugar onde viviam suas vidas, suas dores, seus sonhos, suas fomes e suas faltas, onde dançavam e choravam, nasciam e morriam, havia só um vazio – um grande nada.
Sua luta para existir – também no mapa – é contada no premiado documentário The revolutionary optimists (Os otimistas revolucionários), de Nicole Newnham e Maren Grainger-Monsen, filmado ao longo de três anos e meio. Com a ajuda do empreendedor social Amlan Ganguly, Sikha e outras crianças desenharam seu mapa. Ao forjar sua inscrição na geografia do mundo, mudaram destinos e salvaram vidas.

 

O mundo, como Sikha tão bem percebeu, é dividido entre os que estão no mapa – e aqueles que não estão. Não é esquecimento, não é acaso. É violência. Uma violência original – a invisibilidade – que gera todas as outras. Nem os mapas, ou muito menos os mapas, são inocentes. Na Índia, em toda parte. E também aqui.

 

Era um grande vazio de gente o que os “descobridores” enxergavam ao avistar a terra que chamariam de América. Era um vazio o que se batizaria de “Brasil” no olhar dos portugueses que aportaram aqui. E, mesmo havendo centenas de povos habitando o mapa, foi vazio o que continuaram enxergando enquanto o sangue era derramado e penetrava a topografia. E de novo foi vazio o que a ditadura militar viu ao lançar sua política para a Amazônia, nos anos 70, perfurando-a com o slogan “Terra sem homens para homens sem terra”, matando primeiro numa frase, depois a tiros, aqueles que não poderiam continuar no mapa. Ainda é vazio o que os grandes grileiros de terra tentam convencer os outros que veem, para que então possam se apossar de vastas porções habitadas do território e dizer que não há nada lá. Agora mesmo é vazio o que o governo federal diz ver quando condena povos indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhos ao construir as hidrelétricas amazônicas, trocando a frase obscena da ditadura por outra, mais vaga, mas não menos terrível: “Não serão afetados”. O único jeito de não ser “afetados” é não existir. Assim como só foi possível expulsar as comunidades pobres que estavam no caminho das grandes obras da Copa nas capitais enxergando-as como vazio – e não como uma geografia humana e amorosa em que brasileiros que também jogam suas peladas de futebol esculpem suas vidas duramente dia após dia.

As crianças das favelas de Calcutá lembraram ao mundo essa violência que atravessa a história – os sem-mapa. A que o Google Maps deu uma atualidade quase hiper-real. Elas descobriram num clique que não estavam lá. Mas como não estavam lá? O que eram suas vidas para aqueles que não as reconheciam lá? Eram invisíveis, então? Por quê? Se no mapa de quem manda no mundo eram vazio, eram um nada, então decidiram mapear-se, contrapor seu olhar ao não olhar que os varria da história. O que outros têm travado no campo da política e até mesmo no campo da guerra, os pequenos favelados enfrentaram com papel e caneta colorida.
Para fazer o mapa perceberam que precisavam se tornar seus próprios descobridores. Tão importante quanto enxergar o que estava ali era enxergar também o que não estava. E por que não estava? “Que problemas você vê aqui? Por que você acha que nós não temos água potável?”, pergunta a uma vizinha Salim, o menino que acorda as quatro horas da manhã e percorre três quilômetros para conseguir água, como fazem as 884 milhões de pessoas no mundo que a cada dia enfrentam o desafio de encontrar água para beber.
As crianças de Calcutá desenharam as ruas, desenharam cada casa, deram a cada uma um número, para que pudessem ser encontradas. “Para ser honesto, às vezes a gente cometia erros e perdia uma casa ou outra”, disse um dos meninos. Conseguiram, então, com o apoio da Universidade Columbia, celulares com GPS. E passaram a fotografar e a localizar casas e pessoas com o auxílio da tecnologia. Colocaram-se no mapa. E, graças a essa façanha, pela primeira vez uma campanha de vacinação contra a poliomielite atingiu 80% de cobertura na comunidade. (Assista a um vídeo imperdível de quatro minutos aqui. Ainda que as legendas sejam em inglês, dá para escutar muita coisa.)
Se era possível mudar o mapa, como não seria possível mudar a vida? “Como uma menina, eu sempre disse que as coisas aconteciam porque era destino”, diz uma das crianças. “Mas são as coisas que eu faço que determinam meu destino, não a sorte. Então, precisamos esquecer do destino e seguir em frente.” Uma frase poderosa na boca de uma garota de uma favela de Calcutá, já que 47% das meninas indianas são casadas antes dos 18 anos, e menos da metade chega a se matricular no equivalente ao ensino médio. Uma frase poderosa na boca de qualquer menina, em qualquer lugar. Sikha tenta dissuadir as meninas de se casar cedo e luta para que possam jogar futebol. Quer ser advogada ou jornalista. Ao entrar no mapa, ingressou também no território das possibilidades.
As crianças das favelas de Calcutá seguiram em frente. Ao desenhar os contornos da sua geografia, perceberam que era preciso embrenhar-se ainda mais. Tinham de detectar o que devia e o que não devia estar no mapa. Malária, não devia. Diarreia, não devia. Dança, sim. Descobriram que se apropriar do mapa do seu mundo torna possível mudá-lo. E agora, as crianças de Calcutá, os daredevils (“destemidos”), como se autodenominaram, estão no mapa. E passaram a influenciar o mundo para além do seu. Entre as inspirações do The revolutionary optimists, está o lançamento do Map your world (Mapeie seu mundo), que coloca o poder das novas tecnologias nas mãos de agentes de mudança em lugares pobres do planeta.
Ainda que o primeiro passo seja reconhecer e esquadrinhar seu território, como nos mostraram Sikha e Salim, acabar a tarefa por aí seria ainda permanecer passivo, como eles também nos mostraram. É preciso ter a coragem de imaginar um mapa mais largo para conseguir chegar perto de eliminar a poliomielite ou incluir água potável nas casas. Quando moradores de rua distribuem seus pertences por uma casa invisível para a maioria, embaixo da ponte ou mesmo numa esquina, como se estivessem passando da cozinha ao quarto ou conversando na sala com um amigo, evoluem por seu próprio mapa, ainda que ninguém possa ver. Antes de existirem, os mapas são sonhados.
É também a capacidade de imaginar um mapa, de fora e de dentro, que nos define, já que a primeira cartografia de cada um é o corpo. Depois, a casa onde evoluímos em nossa geografia íntima. É triste que os mapas de nossas vidas estejam cada vez mais restritos, mais tacanhos, cheios de barreiras e de senhas, ao refletir esse mundo que vai se apequenando pelo medo do mundo de quase todos os outros. Cada vez mais nosso mapa inclui menos gente, restrito aos interesses territoriais da família ou nem isso, e acaba na porta da rua. Os muros que erguemos internamente deveriam nos escandalizar tanto quanto aqueles que separavam – e separam – os povos no embate da história. Os muitos muros fincados na forma de vidros escuros, portas gradeadas, cercas eletrificadas, as concretas e as subjetivas, são um aviso também de que não reconhecemos todos os outros como parte do nosso mapa. E de que para nós é mais natural desejar um pequeno lago individual que um rio que mata a sede de muitas aldeias. Ao contrário das crianças das favelas de Calcutá, temos sido maus construtores de pontes.
Sikha e Salim só conseguiram se colocar no mapa do mundo porque derrubaram primeiro as barreiras internas e petrificadas por séculos de opressão, que determinavam o que cada um deles podia ser ou realizar. “Agora está na minha cabeça que posso fazer mais pela minha comunidade”, diz uma das crianças. “E quem sabe eu coloque na sua cabeça que você também pode.”
Os “destemidos” das favelas de Calcutá não apenas desafiaram o Google e se colocaram no mapa a partir do seu próprio olhar. Também desenharam-se sem fronteiras e só por isso nos alcançam aqui, em toda parte, incluindo-nos em seu mapa afetivo. Esses meninos e meninas sem água potável para beber foram capazes de tornar o mundo maior – também para nós.

Notícia retirada do site http://epoca.globo.com

Lula, Marina e Feliciano são os políticos mais curtidos no Facebook

 

Marina
Marina Silva

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e Marco Feliciano (PSC-SP) são os políticos brasileiros que mais têm “curtidas” na rede social Facebook. O ex-presidente aparece em primeiro lugar, com 332.056 fãs; contra 310.419 de Marina e 193.829 do pastor evangélico. A quarta posição é ocupada pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), com 145.711 curtidas, seguido do senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 131.894 fãs.

Os três prefeitos mais curtidos na rede social são de capitais: Eduardo Paes (PMDB-RJ), com 38.171 fãs, Arthur Virgílio (PSDB-AM), com 34.754, e Roberto Cláudio (PSB-CE), com 20.960 curtidas. Chama a atenção os poucos governadores na lista dos 50 políticos mais curtidos no Facebook. São apenas quatro: Beto Richa (PSDB-PR), André Puccinelli (PMDB-MS), Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e Ricardo Coutinho (PSB-PB).

Os números são da plataforma de monitoramento de redes sociais Socialbakers.

 

TERESA PEROSA

Notícia retirada do site http://epoca.globo.com

Como o marketing digital pode ajudar seu negócio

Mão no computadorMuitas pequenas empresas e startups alcançam um novo patamar quando prestam mais atenção no comportamento dos consumidores online. Com custos mais acessíveis, o marketing digital se tornou um aliado para aumentar as vendas desses negócios.

Se o empreendedor se dedicar, consegue começar este trabalho de divulgação sozinho, criando perfis em redes sociais que combinem com seu público e criando um site amigável para o usuário.

Há, no entanto, mais possibilidades para fazer o negócio aparecer online que exigem esforços e, muitas vezes, um funcionário dedicado a isso. Em épocas de rede social, o cliente quer o retorno cada vez mais rápido e eficiente, a qualquer hora do dia.

1. Produza conteúdo

Uma boa ferramenta para atrair clientes é produzir conteúdo, livre de propagandas do seu produto, e virar referência na sua área de atuação. “O que mais funciona, até porque pouca gente faz, é conteúdo educativo sobre o tema do seu negócio. O resultado em tração de potenciais clientes e até na conversão é muito grande”, explica Eric Santos, CEO da Resultados Digitais, empresa focada em marketing digital para pequenas empresas.

2. Use bem as redes sociais

Quem já atua nas redes sociais sabe como este canal é relevante para pequenas empresas. Não basta ter um perfil, é preciso usá-lo com estratégia. Para Tiago Luz, co-fundador da infracommerce, o trabalho vai além de ter muitos fãs ou seguidores, é preciso criar engajamento. “Se você erra, admita que errou. Quando você trata bem o cliente, a coisa funciona”, diz Luz.

3. Pense no curto e no longo prazo

A criação de conteúdo em um blog da empresa costuma dar retorno no longo prazo, quando o negócio ganha fama por ser especializado em sua área. “Ser referência não acontece do dia para noite. Por outro lado, tem uma série de coisas que dão resultado no curto prazo. Uma delas é a compra de mídia, como investir em Google Adwords ou no Facebook. Isso permite ganhar fôlego para trabalhar as estratégias de longo prazo de forma correta”, ensina o CEO da Resultados Digitais.

4. Observe o mobile

Com smartphones mais baratos, os consumidores querem encontrar empresas e até comprar sem precisar usar um computador. É preciso se adaptar, criar apps, ter um site amigável às telas dos celulares e até pensar em ações específicas para este meio.

“O site tem que ser responsivo, aparecer no celular, no tablet e no monitor do computador. Não vale mais a pena gastar dinheiro fazendo um site que não seja assim . Leva mais tempo, mas se vai adaptar depois custa muito mais”, explica Luz.

5. Não copie as grandes

Outro ponto importante na hora de pensar sua estratégia online é não copiar o que grandes empresas estão fazendo. “O contexto de PME é totalmente diferente”, indica Santos. A dica é observar como outras pequenas e médias empresas atuam nas redes. “A realidade é diferente. A grande empresa tem orçamento maior e métricas diferentes. Para pequenas, as métricas devem ser mais próximas de resultado de negócio do que de criar um buzz”, diz Santos.

 6. Invista em atendimento

Se você faz vendas online, divulgue claramente como o cliente consegue entrar em contato com a empresa, seja para reclamações ou dúvidas. Isso ajuda a criar credibilidade e aumentar as vendas. “Tem que ter a informação do horário de atendimento e ir além das 17 horas. Muita gente compra fora do horário comercial e tem dúvidas”, diz Luz.

7. Cuide da infraestrutura

Um site bonito e funcional só vale a pena se a hospedagem suportar os acessos do público. Uma dica é se precaver durante épocas de grande fluxo de compras e promoções. Online, a concorrência fica ainda mais acessível ao cliente.

Preste atenção na velocidade e no compartilhamento de servidores. “A geração nova não tem paciência para esperar carregar. Se demora mais do que sete segundos, não aparece bem no Google”, indica Luz. Na hora de contratar o servidor, verifique se ele vai ser compartilhado com outros sites muito grandes. “Se está com alguém muito grande, o seu vai ficar mais lento”, afirma.

8. Conheça seu público

Na hora de criar materiais de divulgação, saiba identificar quais são as preferências do público. Se a ideia é fazer uma divulgação mais personalizada, conheça o histórico de compra do cliente. Luz explica que se o consumidor já comprou uma TV, você deve oferecer um home theater nas próximas ações e não a mesma TV mais barata. “O cliente mais importante é o que cliente que você já tem”, opina.

Notícia do site: http://exame.abril.com.br

Homem sente na pele as dores do parto – e só aguenta duas horas

Henry McKean, jornalista de rádio na Irlanda, se inspirou em frases muitas vezes repetidas por algumas mulheres – “você não sabe o que é dar à luz”, “um homem não aguentaria jamais uma dor como essa” – e tentou replicar as dores do parto em seu próprio corpo. Aguentou duas horas.

McKean continua sem saber o que é dar à luz, mas ao menos já tem uma ideia do sofrimento pelo qual passam milhões de mulheres. Ele suportou as dores durante cerca de um terço do tempo que leva, em média, o trabalho de um parto normal. A experiência foi feita através da colocação de seis eletrodos em torno do abdômen de McKean, que recebeu impulsos elétricos na região pélvica.

É provavelmente o mais próximo de um parto que algum homem já sentiu. E a tentativa lhe deu fama, em um vídeo que se tornou viral. McKean diz que se sente agora mais próximo das mulheres e, para os homens, faz a descrição: “foi como ter 100 escovas de dente elétricas dentro da barriga, com muitos bonequinhos Lego chutando. Se você já pisou em um Lego sabe que eles são muito afiados”.

Confira o sofrimento do jornalista no vídeo (e valorize ainda mais as mulheres!):

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Sem diminuir o mérito das mulheres, é preciso lembrar que a dor faz com que o organismo da mulher produza os hormônios chamados endorfina, que diminuem a dor e a relaxam, deixando-a menos cansada e mais resistente para enfrentar todo o processo do parto. Quanto mais evolui o trabalho de parto, mais endorfina é lançada no corpo da mulher. Nesse caso mostrado aqui, o homem obviamente não teve uma ajuda desses hormônios.

Novo canal de atendimento

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Novo canal de atendimento: http://suporte.a2designer.com
E–mail de atendimento: atendimento@a2designer.com

Informações sobre o novo atendimento:

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Vá de um continente ao outro em menos de 1h com o novo aeroporto espacial

Situado no deserto do estado do Novo México, nos EUA, o Spaceport America nasceu com o intuito de mudar pra sempre as viagens espaciais, fazendo delas viagens comerciais. Conheça o projeto do magnata Richard Branson rumo ao turismo espacial.

A empresa Virgin Galactic, propriedade de Branson, é a responsável pelas viagens que partirão desse espaçoporto, que faz até lembrar a superfície lunar, e que contém um edifício futurista da autoria de Norman Foster. O projeto custou 200 milhões de dólares e deverá colocar os primeiros turistas a bordo de uma SpaceShipTwo rumo à linha de Kármán, a 100 quilômetros do nível do mar, ainda este ano.

É previsto que, com essa altitude, os passageiros possam conseguir uma bela vista do planeta Terra, quem sabe até com algum tempo pra aproveitar a falta de gravidade. A experiência custa uma pequena fortuna (200 mil dólares por duas horas no espaço, com direito a 3 dias de treinamento no espaçoporto), mas ‘destranca a porta’ desse admirável mundo novo pra todos nós.

E o mais interessante para todos nós: com a expansão do mercado, acredita-se que além de fazer viagens para o espaço, esse aeroporto permitirá realizar viagens de, por exemplo, um continente para o outro, em uma hora ou menos, diminuindo muito o tempo em que precisamos passar dentro de um avião em viagens longas, e revolucionando para sempre esse setor.

O Spaceport America inclui todas as infraestruturas e será responsável por hospedar 2WhiteKnightTwo, a nave-mãe, e 5 SpaceShipTwo, as espaçonaves prontas a ser enviadas pro espaço. Veja a animação no vídeo abaixo.

 

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Veja também o vídeo da National Geographic sobre este mega projeto.

 

Imagem de topo por Virgin Galactic

Designers criam piscina flutuante que filtra a água do rio em Nova York

Quando a comunidade se une em torno de um objetivo, tudo é possível. Se até aqui parecia impossível os habitantes de Nova York nadarem em águas limpas vindas do East River, a partir de agora já não: um grupo de designers criou uma piscina flutuante que serve de filtro à água vinda do rio.

O sistema de filtragem permite assim que todo mundo tenha acesso a água limpa e possa nadar tranquilo. A piscina, em forma de sinal de ‘mais’, está dividida conforme a atividade que se pretende: uma parte é exclusiva para as crianças, outra para os esportistas, uma terceira para simplesmente relaxar e a última servindo para as habituais voltas à piscina em diversos estilos de natação.

O projeto conseguiu financiamento coletivo no Kickstarter há 4 dias e com um detalhe curioso – cada pessoa ajudava comprando um azulejo, onde depois será inscrito o nome do comprador, e colocado na piscina. Assim todos fazem realmente parte dela. Assista ao vídeo de apresentação e veja as fotos desse projeto fantástico:

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A repartição pública mais bonita e moderna que você já viu

É raro associarmos repartições públicas a espaços bonitos e voltados para o futuro. Mas em Holstebro, Dinamarca, a história é bem diferente. O UDK Holstebro é o eficiente edifício onde se concentram os trabalhadores desta repartição, que proporciona um ambiente de trabalho moderno, promovendo o contato entre as pessoas e mantendo a preocupação com a sustentabilidade.

UDK Holstebro fornece aos cidadãos serviços essenciais, como pensões do Estado ou subsídios de maternidade. Dada essa importância, o escritório de arquitetura CEBRA caprichou e criou um edifício onde qualquer um gostaria de trabalhar.

Em forma de triângulo, o prédio acaba garantindo múltiplas formações espaciais e funcionais e foi construído de modo a pensar no menor consumo de energia para funções como ventilação, iluminação (o sol fornece luz natural), aquecimento ou resfriamento. O clima interior é assim o melhor possível.

Com certeza essa é a repartição pública mais bonita que você já viu:

UDK1

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Primeiro computador da Apple é leiloado por US$ 387 mil

Apple I foi primeiro computador da Apple, montado por Steve Wozniak na garagem da casa dos pais de Steve Jobs em 1976

 

Apple I é exibido no Museu de História dos Computadores em Mountain View, na Califórnia Foto: EFE
Apple I é exibido no Museu de História dos Computadores em Mountain View, na Califórnia
Foto: EFE

O Apple I com número de série 01-0025, um dos 25 primeiros computadores criados pela Apple, em 1976, foi leiloada nesta terça-feira por US$ 387.750, batendo o recorde de dispositivos tecnológicos na empresa de leilões Christie. Montado manualmente pelo cofundador da Apple Steve Wozniak na garagem da casa dos pais de Steve Jobs, o Apple I consistiu em uma placa de madeira com um teclado, sem tela, placa visível, microprocessador e dois switches.

 

A semente do que viria a se tornar uma das principais empresas de informática saiu com uma série de 200 exemplares e vendida na época por US$ 666,66 dólares, segundo a Christie. O lote leiloado também incluiu uma foto de Jobs e Wozniak com seu primeiro aparelho e o manual de instruções original.

 

Com o número de série escrito no quadro em tinta preta, e a assinatura de Wozniak, que também está no manual e na foto, este modelo foi vendido para o maior lance em um leilão on-line da Chistie’s, em que participaram compradores de 96 países.