Um novo número 1

Imagina o IE sendo o segundo browser do mundo… Imaginou?

Imagine um mundo onde o Internet Explorer não é o browser dominante… Imaginou? Pois é… você vive nesse mundo.

Durante muito tempo o Google tem feito várias ações para divulgar o Chrome em vários países, inclusive aqui. O comercial do Chrome foi o primeiro comercial de televisão que eu vi aqui no Brasil falando sobre um browser.

E assim caminha a humanidade, em direção a uma web mais envolvente e inovadora, com browsers mais robustos e atuais. Até que enfim… Demorou, mas estamos chegando lá.

 

Source: StatCounter Global Stats – Browser Market Share

 

O Chrome não é o principal browser em vários países, por exemplo na América do Norte, mas é muito popular em países como Índia e até o Brasil. No Brasil o gráfico fica mais ou menos assim:

 

Veja só a diferença entre a linha do Chrome e do Internet Explorer. A diferença é gritante! Mais um motivo para você conseguir convencer aquele pessoal chato sobre quais browsers devem ser mantidos nos projetos.

O IE8 é a versão de browser mais usada. Depois vem o IE9. Mas não se engane… Há mais versões do Chrome sendo utilizadas do que qualquer outro browser. Note no gráfico abaixo que há pelo menos 8 versões do Chrome sendo utilizadas pelos usuários contra duas versões do IE – IE 8 e IE9.

 

20 dúvidas frequentes sobre o registro de marcas

Nove entre dez empresas e pessoas físicas em dúvida sobre o processo e os requisitos para o registro de marcas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), isso gera centenas de consultas no meu site (E-Marcas), em geral eles fazem mais ou menos as seguintes perguntas:

1. Já tenho meu registro na Junta Comercial. Preciso registrar a marca?

Sim. O registro na Junta Comercial tem abrangência estadual; a marca registrada no INPI tem abrangência nacional. Além disso, o registro da marca no INPI pode cancelar o registro na Junta Comercial.

2. Qual a vantagem de ter uma marca registrada?

Basicamente a marca é registrada de forma defensiva ou ofensiva. Ou seja, você pode registrar uma marca para evitar que alguém tente impedi-lo de usá-la (caso das pequenas empresas) ou para evitar que os outros usem essa marca (geralmente estratégia de empresas médias e grandes).

Só uma marca registrada pode gerar receita através de licenciamento, franquia ou venda.

3. Se tiver problemas eu mudo de marca, certo?

Errado. Você pode até mudar de marca, mas isso não evita que você responda pelo uso que fez da marca registrada de outra empresa. Nesses casos, é comum que o titular da marca exija indenização, além da mudança imediata da marca.

Só na mudança de marca você já tem prejuízo: imagine ter que mudar todos os impressos, veículos, fachada, placas, carimbos e até o registro na Junta Comercial.

4. Mas o nome da minha empresa é o meu sobrenome. Então não preciso me preocupar, certo?

Errado. Um dos maiores erros é imaginar que, sendo seu sobrenome, não há riscos. Existem outros parentes com o mesmo sobrenome; muitos talvez você nem conheça e nada impede que um deles tenha uma empresa no mesmo ramo que o seu. Então é importante que você proteja sua marca antes que outro o faça, e o impeça de usá-la.

5. Fiquei sabendo que existe outra empresa com o mesmo nome (marca) que uso. Então não posso registrar minha marca?

Talvez. No Brasil as marcas são registradas por classes. São 45 classes diferentes, que reúnem produtos ou serviços com afinidades. Então podemos ter a marca “Continental” registrada para uma empresa na classe de Cigarros e para outra na classe de Eletrodomésticos e assim por diante.

Se a empresa citada estiver usando a marca para outro produto ou serviço, é bem possível que você possa proteger sua marca. Além disso, se o uso for para a mesma atividade mas você tiver como provar que usa a marca há mais tempo, também há chance. É preciso estudar o caso detalhadamente.

6. Custa caro registrar uma marca?

Não. Para pedir o registro de uma marca você gasta uns mil reais. É um investimento baixo, comparado ao risco de poder ser impedido de usá-la e ainda estar sujeito a ser processado e ter que pagar uma indenização. Para microempresas, entidades sem fins lucrativos e pessoas físicas, várias taxas têm redução de 50%.

7. Mas se eu não registrar, qual pode ser meu prejuízo?

É difícil quantificar um problema que pode até nem acontecer, mas vamos tentar: se você não registrar, mas alguém fizer isso e sua empresa pode ser processada por uso indevido de marca e o autor do processo poderá solicitar indenização. Essa indenização varia entre 3% e 5% do faturamento bruto de sua empresa nos últimos cinco anos.

Caso ele somente solicite que você pare imediatamente de usar, isso pode ser exigido com um, dois ou mais dias, a critério do proprietário da marca (cabe ao juiz concordar ou não com esse prazo). Você terá que desembolsar os valores referentes à impressos, fachada, notas fiscais, veículos adesivados etc.

8. Quem pode registrar uma marca?

O INPI estabelece que para o registro da marca você deverá exercer licitamente a atividade para a qual pretende proteger a marca. Por exemplo, se você pretende registrar uma marca para proteger artigos do vestuário, deverá provar que exerce essa atividade. Geralmente isso é feito através do objetivo social descrito no contrato social da sua empresa, por isso geralmente as marcas são registradas por pessoas jurídicas.

9. Então uma pessoa física não pode registrar marca?

Sim, em alguns casos. Os profissionais liberais, por exemplo, podem comprovar facilmente o exercício da atividade. Então advogados, engenheiros, arquitetos, dentistas, contabilistas e muitos outros podem registrar marcas. Mas esse registro deve ser vinculado à atividade que exercem; um engenheiro não pode registrar uma marca para o “produto” cimento ou para confecções; somente para “serviços de engenharia”.

10. São só essas profissões que podem registrar marcas como pessoas físicas?

Não. Como dissemos antes, a exigência do INPI é que você comprove que exerce a atividade licitamente. Então, se você for, por exemplo, organizador de eventos e tiver registro como autônomo na prefeitura da sua cidade, poderá fazer o registro da marca dos eventos que criou.

Essa regra vale para outras atividades também. Outra exceção é para os agricultores inscritos no Incra, que podem registrar marca para todos os produtos relacionados à atividade agropecuária – cereais (arroz, milho, feijão etc.); carnes (aves, suínos, bovinos, peixes etc.); legumes e verduras.

11. Qual a proteção que tenho ao registrar uma marca?

O registro da marca garante ao seu titular o direito de exploração comercial da marca, o direito de impedir que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos com sua marca sem sua autorização.

12. Então, ao registrar a marca “Continental” para eletrodomésticos, terei a marca protegida e ninguém poderá usá-la, certo?

Errado. Você terá a marca protegida e ninguém poderá usá-la na atividade ou produto para o qual você pediu o registro. Outras atividades ou produtos podem até ter uma marca igual à sua. Veja a marca “Continental”, por exemplo. É registrada para eletrodomésticos para uma empresa, cigarros para outra, hotéis para outra, transportadora e vários outros segmentos, sempre para empresas diferentes.

13. Não entendi. Então qual é a função do registro de uma marca?

Simples: a marca é registrada para evitar que os consumidores comprem produtos ou serviços de outra empresa achando que estão comprando da sua marca. A principal função do registro de marcas é evitar que o consumidor seja iludido, enganado. Por isso há a possibilidade de registro de marcas iguais em classes diferentes por empresas diferentes. O cliente que deseja uma lavadora Continental não vai se confundir com um pneu Continental.

14. Então se uma marca (mesmo famosa) não tiver registro para um determinado produto ou serviço, posso registrá-la?

Calma, existem exceções. Marcas muito conhecidas recebem uma proteção especial do INPI, mas isso não é nenhuma irregularidade, lobby ou coisa assim. É simplesmente a manutenção do mesmo princípio que guia o registro da marca – ?evitar que o consumidor se confunda?. Imagine ter uma marca Farmácia Gerdau. Certamente todos pensariam que tem vínculo com a Gerdau S/A, certo? E uma lanchonete Coca-Cola? Confecções MacDonald’s?

15. Minha empresa vende tapetes. Minha marca é Rei dos Tapetes. Posso registrá-la?

Sim! Mas, atenção, toda marca que é “evocativa” (que engrandece suas qualidades) ou “descritiva” (descreve o produto ou serviço) é considerada marca fraca. Ou seja, ela pode ser registrada por sua empresa, mas outras poderão registrá-la também, porque ela não tem o que comumente chamamos de “características distintivas”. É uma marca tão diretamente ligada ao produto que não pode ser exclusiva de nenhuma empresa.

16. Então não vale a pena registrar esse tipo de marca?

Depende. Se você tem um logotipo que o diferencia e, dentro da região onde atua, é reconhecido, vale a pena sim. Lembre-se que a marca tem função defensiva também. Ou seja, neste caso você fará o registro para evitar que outra empresa a registre e o impeça de usar sua própria marca.

17. Posso registrar como marca nome de personagens de histórias em quadrinhos ou do cinema?

Não. Apesar de muitos deles não estarem registrados em nenhuma das 45 classes previstas no INPI, existe uma restrição na própria Lei de Marcas (lei 9.279) que proíbe que títulos ou personagens protegidos pelo direito autoral sejam registrados como marca, salvo com consentimento do autor. Esse tipo de erro é especialmente mais comum em conjuntos musicais, bandas de rock etc.

18. Qual é o “prazo de validade” de um registro de marca?

No Brasil o registro de marca é concedido por períodos de dez anos e pode ser renovado indefinidamente. Mas o titular da marca tem que solicitar a renovação do seu registro durante o nono ano de vigência do registro, caso contrário ele pode perder a marca.

19. Se eu não renovar minha marca, alguém poderá registrá-la em seu nome?

Sim. Esse é um problema muito comum, especialmente quando a empresa entra em processo de falência é freqüente a perda de prazo. Além desses casos, muitas vezes a empresa simplesmente perde o interesse na marca e abandona o produto/serviço. É uma excelente oportunidade para que alguém que procura por uma marca nova.

Essas marcas, abandonadas, estão legalmente livres para que qualquer um as registre. Muitas delas ainda têm forte apelo de mercado e consumidores fiéis.

20. E as marcas mistas, devo registrá-las?

Sim. As marcas mistas, também chamadas de logomarcas ou logotipos, são fundamentais para a diferenciar seu produto ou empresa dos demais.

Quando você tem somente o registro da marca nominativa, tem somente o texto. Se um piratacopiar seu logotipo com outro texto, somente com o registro da marca mista você terá como de proteger. Se você tem o registro na forma nominativa apenas, pode ter problemas com um concorrente que imite seu logo e escreva nele um nome parecido. [Webinsider]

Gerenciamento com Scrum

04 de julho de 2012, 14:17

Em trabalhos mais longos ou mesmo quando não se tem o escopo totalmente definido e controlado desde o início, essa metodologia pode trazer resultados muito bons.

Por Rafael Dalosto

Atualmente, a complexidade dos softwares é algo que vem crescendo constantemente, junto com a necessidade dos sistemas incorporarem diversas funcionalidades. Para isso, a Informant investe em metodologias de gerenciamento, como o Scrum, que é  aplicada  ao desenvolvimento de projetos, em busca de melhor controle sobre o planejamento estratégico, técnicas e qualidade do software. Considerada uma metodologia ágil de gerenciamento de projetos executados por pequenas equipes, auto-organizáveis e que trabalham com entregas cíclicas, tornando o desenvolvimento do projeto algo interativo, o Scrum pode ser utilizado em projetos que não estejam ligados ao desenvolvimento de software, embora seu uso concentre-se nesta área.

Mas, quais seriam os diferenciais desta metodologia?

Basicamente, ela apresenta-se como uma maneira alternativa para o gerenciamento de projetos, que não possam ter todo seu processo definido, tornando mais controlável as mudanças que poderiam acontecer durante o desenvolvimento. Ou seja, o Scrum defende que um projeto seja executado em pequenas etapas, com no máximo 30 dias, chamadas de sprint e que, ao término de cada etapa, o produto desenvolvido possa ser entregue para avaliação do cliente. Vamos ver como isso funciona na prática?

A primeira atividade é uma reunião de planejamento, para definir um escopo de entregáveis, em um período de três ou quatro meses, dependendo do tamanho do projeto. Nesta reunião são levantados os cenários mínimos necessários para que essa entrega seja feita, etapa em que os cenários são descritos pelo dono do produto, junto com o ScrumMaster e a equipe completa, de uma forma menos detalhada, focando em regras de negócio mais importantes e funcionalidades prioritárias. Em seguida, é montado um backlog, com os cenários da entrega.

Feito isso, são planejados sprints, de uma ou duas semanas, em que os cenários vão sendo implementados, testados, entregues e validados pelo dono do produto. A cada reunião de sprint, cada cenário é detalhado tecnicamente pelo time de desenvolvedores em conjunto com o ScrumMaster, para verificar quanto tempo e esforço serão necessários para desenvolver cada um deles. É importante frisar que o resultado é um cenário vertical, entregue e validado pelo próprio dono do produto. Ou seja, todo final de sprint deve agregar valor ao produto, com funcionalidades que possam ser testadas por ele.

Para que você possa entender melhor, o Scrum define papéis a todos os envolvidos no projeto, e tarefas são repassadas a cada um. Acompanhando um raciocínio, a definição dos papéis engloba (SANCHES, 2011):

Dono do produto: define as funcionalidades do produto, prioridade de entrega, data de início do projeto e validação das entregas realizadas. Responsável por priorizar backlog e conhecer muito bem o roadmapdo produto, pela rentabilidade do projeto e as alocações dos recursos necessários para a execução (responsabilidade exercida pelo Scrum Master ou pelo líder técnico da equipe, em conjunto com o dono do produto);

ScrumMaster: gerente do projeto e intermediador da equipe, responsável por garantir que não haja obstáculos que afetem a produtividade, ou funcionalidade, evitando interferência externa. A responsabilidade principal é fazer com que as práticas propostas pelo Scrum sejam realizadas:

  • Reuniões diárias, de sprint e de planejamento;
  • Incentivar a atualização dos quadros de Scrum;
  • Alinhar expectativas do dono do produto junto com a equipe;
  • Tratar conflitos entre PO, desenvolvedores e outros stackholders do projeto.

Tudo isso para garantir que o time tenha tudo que é necessário, para poder trabalhar focado nas entregas.

Equipe: no máximo com nove integrantes, é responsável pelo desenvolvimento das tarefas definidas. O Scrum não especifica papéis aos integrantes, tornando a equipe auto-organizável. Os integrantes devem ser multifuncionais e atuar em tarefas de diversas.

Com base na metodologia, o Scrum define que, durante a fase inicial do projeto, cabe ao dono do produto elaborar uma listagem das funcionalidades que deverão ser entregues e organizá-las de acordo com a importância. Depois, a equipe deve realizar uma estimativa de tempo necessário para a conclusão de cada tarefa, que deve ser disposta em uma lista (produto backlog). Definido o produto backlog, é dado início ao projeto na data combinada.

Desenvolvido de forma interativa, são agendadas reuniões no início de cada sprint. Além disso, os itens alocados no produto backlog devem ser movidos para uma listagem de tarefas, denominada sprint backlog, de acordo com o tempo necessário estimado e o disponível, durante a realização.

No período de execução da sprint, a equipe e o ScrumMaster devem realizar curtas reuniões diárias, para que cada integrante apresente o que foi feito, o que será produzido e se existe algum impedimento na ação.

Ao término da sprint, todas as funcionalidades desenvolvidas devem ser apresentadas ao dono do produto, que irá validar a entrega, aceitando ou não o resultado. Por fim, antes do início de uma novasprint, equipe e ScrumMaster devem realizar uma nova reunião para discutir e montar um feedback, a respeito de problemas enfrentados na iteração anterior, e discutir o que pode ser alterado para as próximas iterações. Em seguida, novas reuniões são definidas, e este ciclo repete-se até o fim do projeto. Vamos começar? [Webinsider]

Google usa 16 mil chips para simular cérebros humanos

São Paulo — O Google X, laboratório secreto comandado pelo fundador do Google Sergey Brin, é conhecido por desenvolver carros sem motorista e óculos de realidade aumentada.

 

Agora, vem à tona outro dos projetos mirabolantes de Brin e sua turma. Eles montaram uma rede de mil computadores, totalizando 16 mil núcleos de processamento, para simular o cérebro humano. E a primeira tarefa dessa rede neural foi identificar gatinhos em vídeos do YouTube.

 

O experimento foi primeiro revelado pelo jornal New York Times (acesso restrito a assinantes). Mas o trabalho pode ser conhecido em detalhes por meio de um artigo acadêmico disponível no site da universidade de Cornell.

 

Trata-se da maior rede neural já construída. O desafio era criar um sistema capaz de aprender a identificar imagens sem que fosse necessário ensinar a ele os critérios exatos para essa identificação.

 

O sistema processou 10 milhões de imagens obtidas de cenas escolhidas aleatoriamente em vídeos do YouTube. Ele mostrou-se capaz de determinar quais delas continham gatos e outros objetos. O mais interessante é que a rede aprendeu sozinha como reconhecê-los.

 

“Nunca dissemos ao sistema, durante o treinamento, ‘isto é um gato’”, disse, ao New York Times, Jeff Dean, um dos responsáveis pelo experimento.

 

Trata-se de uma abordagem de força bruta. O enorme poder computacional foi empregado para permitir que, apenas analisando as imagens, os computadores aprendessem a classificá-las em função dos objetos, pessoas e animais contidos nelas.

 

A turma do Google X encarregou o sistema de identificar 20 mil categorias diferentes de objetos. As imagens não continham rótulos e nem legendas indicando seu conteúdo. O índice de acertos foi de 16%, o que representa uma melhora de 70% em relação a resultados obtidos anteriormente em experimentos similares.

 

 

A rede neural do Google X comprova que, com recursos computacionais suficientes, as máquinas podem aprender sozinhas. As aplicações práticas disso podem ser muitas, incluindo áreas como reconhecimento de voz e tradução.

 

É uma tecnologia que vai se tornar muito mais atraente quando a evolução tecnológica permitir colocar o poder daqueles 16 mil núcleos de processamento em alguns poucos chips.

Software de análise de dados já previa título do Corinthians

São Paulo – Por mais que os analistas esportivos afirmassem que a final entre Boca Juniors e Corinthians seria um jogo imprevisível, a tecnologia já apontava um campeão, a equipe paulista.

 

De acordo com a análise feita por aplicações criadas para processar dados estatísticos de jogos, como o software de interpretação de jogos de futebol desenvolvido pela TI da PUC-RIO, o vencedor não poderia ser outro senão o Corinthians.

 

Uma nova forma de comer pizza

Já pensou em chegar em um lugar qualquer e simplesmente ter uma máquina, assim como de refrigerantes, de pizza? Essa imaginação se tornou realidade!

A um tempo tem circulado na Europa uma máquina chamada “Let’s Pizza“, uma máquina de venda de pizza para quem corre contra o tempo na agitada rotina cotidiana.

A tecnologia funciona assim:  prepara a massa, coloca o molho, o recheio (3 tipos diferentes) e assa.  Esse processo acontece em apenas 3 minutos. E o melhor de tudo: funciona 24 horas por dia sem precisar de um pizzaiolo!

Após o sucesso na Europa, a máquina chega aos EUA  e o valor da pizza custará  US$ 6. Para isso chegar ao Brasil, pode ser um pulo. Os amantes de pizza agradecem.