As 14 coisas que você não pode fazer no Facebook

Como todas as comunidades, físicas ou virtuais, o Facebook tem suas regras de convivência. Elas nunca ficam muito claras e a maioria dos usuários jamais chegou a procurar a página onde os termos são descritos em detalhes, que podem ser conferidos clicando aqui. Abaixo está um resumo das principais regras da rede:

Violência e ameaças –  O Facebook se compromete a remover qualquer conteúdo que indique que alguma pessoa esteja em risco de sofrer violência. Organizações terroristas também são vetadas, assim como posts que promovam atos de vandalismo, roubo, ou que causem danos financeiros a outras pessoas.

Autoflagelação – O Facebook remove conteúdo que encoraje a automutilação, distúrbios alimentares ou o uso de drogas pesadas. Pessoas com tendências suicidas poderão receber auxílio de agências de prevenção.

Bullying e assédio – Comportamento abusivo direcionado a pessoas específicas, como envio de solicitações de amizade repetidamente, ou mensagens indesejadas são consideradas assédio, e o Facebook não aceita.

Discurso de ódio – A empresa faz distinção em discursos sérios e humor e encoraja discussões de ideias, mas não tolera que grupos ou indivíduo ataquem pessoas baseado em “raça, etnia, nacionalidade, religião, gênero, orientação sexual, deficiência ou doença”. A rede social, no entanto, não veta o compartilhamento deste tipo de publicação quando ele é feito com fins de educar outros usuários.

Conteúdo explícito – O Facebook não veta imagens violentas indiscriminadamente: existe uma subjetividade. A rede social permite a divulgação de material como decapitações, desde que seja com intuito de condená-lo. Para fins sádicos ou glorificação da violência, não é permitido.

Nudez e pornografia – Material pornográfico é proibido. Para a nudez existem limites: fotos de amamentação são permitidas, assim como imagens de mulheres mostrando o peito após uma mastectomia. Mamilos femininos sem um contexto mais específico serão removidos, e quaisquer outras genitálias descobertas também são proibidas.

Exploração e violência sexual – O Facebok diz que vai remover qualquer conteúdo que ameace ou promova a exploração e violência sexual, incluindo também a exploração de menores e assédio. A definição da empresa para exploração sexual é a “solicitação de material sexual, qualquer conteúdo sexual envolvendo menores, ameaças de compartilhamento de imagens íntimas e ofertas de serviços sexuais”. Por sua vez, a empresa define ofertas de serviços sexuais como “prostituição, serviços de acompanhantes, massagens sexuais e atividades sexuais filmadas”.

Ataques a figuras públicas – A rede social permite críticas a pessoas públicas, mas quando a crítica verbal se transforma em uma ameaça real, o conteúdo deverá ser removido. O mesmo vale para discursos de ódio, levando em consideração os mesmos critérios de “raça, etnia, nacionalidade, religião, gênero, orientação sexual, deficiência ou doença”.

Organizações perigosas – O Facebook diz que não permite o uso de sua plataforma por parte de organizações envolvidas com atividades terroristas e atividades de crime organizado. A empresa também vai remover conteúdo que expresse apoio a tais grupos e suas ações.

Atividades criminosas – O uso da rede social para facilitar ou organizar atividades criminosas não é permitido. O Facebook veta conteúdo que possa causar danos financeiros a pessoas ou negócios ou que causem danos físicos a pessoas, negócios ou animais. A empresa também diz trabalhar com as autoridades quando acreditam que há um risco real de danos físicos ou ameaça direta à segurança pública.

Identidade falsa – A rede social pede que sua comunidade utilize sua identidade real na rede social por incentivar o uso mais responsável da ferramenta. Se o Facebook descobrir que você tiver mais de um perfil pessoal, poderá solicitar que sejam fechados os perfis adicionais. Além disso, páginas que imitem outras pessoas serão fechadas.

Propriedade intelectual – O Facebook não permite uso e divulgação de material protegido por direitos autorais na rede se o usuário não tiver permissão para isso.

Produtos controlados – Não é permitido vender produtos regulamentados como armas, álcool e tabaco. Posts promovendo estes conteúdos devem obedecer a legislação local. O Facebook proíbe o uso de sua plataforma de pagamentos para este tipo de comércio.

Phishing e spam – O Facebook tenta evitar estas práticas e solicita que não se entre em contato com outras pessoas com fins comerciais sem permissão.

Como denunciar conteúdo?

Para marcar um post para análise, acesse a timeline da página ou usuário que postou o material que você considera impróprio e encontre o post em questão. Em seguida, pressione a setinha que acompanha o post e clique em “Denunciar vídeo”, “Denunciar publicação” ou “Denunciar foto” (depende do tipo de post). Uma janelinha irá surgir pedindo mais detalhes sobre o motivo daquele ser conteúdo ser considerado impróprio na sua opinião. Marque a opção mais adequada e o post irá sumir para você e o material será enviado para análise.

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Como funciona a remoção de conteúdo?

O Facebook diz que todas as denúncias são analisadas manualmente pela equipe. Segundo a empresa, a exclusão acontece apenas em caso de violação dos termos e mediante ordem judicial.

As denúncias são classificadas de acordo com o tipo e entram em uma fila de análise da equipe. Alguns casos, como conteúdo suicida e usuários menores de 13 anos (proibidos de criar contas) acabam passando na frente. No primeiro caso, a rede pode sugerir o encaminhamento para instituições de ajuda.

Depois de fazer uma denúncia, o usuário pode conferir a o status da análise no painel de suporte. Clique aqui para conferir o seu. O Facebook também diz que não adianta denunciar o mesmo conteúdo várias vezes; se ele não for considerado impróprio, ele não será removido.

Três respostas sobre as novas caronas pagas no Waze

Waze-carpool

O Waze vai trazer o seu serviço de caronas pagas, o Carpool, para o Brasil em breve. São Paulo deve ser a primeira cidade a receber a novidade, que vai funcionar em um aplicativo separado do já conhecido GPS com estatísticas de trânsito em tempo real.

Di-Ann Eisnor, diretora do Waze, veio ao Brasil para dar mais explicações sobre o novo serviço que a empresa vai oferecer aos seus mais de 3 milhões de usuários em São Paulo. Confira a seguir os três principais pontos sobre a novidade.

Como será definido o preço de cada viagem no Waze?

Como o preço do combustível pode variar de região para região, o Waze vai adotar um sistema de definição de preços baseado em quilometragem.

Nesse ponto, a política de preços é parecida com a Cabify, concorrente do Uber. No entanto, não há planos de aumentar o preço em horário de rush, apesar do consumo de combustível ser mais alto ao ficarmos parados no trânsito.

Como fica a questão da segurança?

O Waze vai usar um sistema de avaliação de motoristas e passageiros, ao estilo Uber. Aliás, a ideia da empresa é que você encontrará com o mesmo motorista com regularidade, se suas rotinas forem compatíveis – o que ajuda a criar um vínculo de confiança e aumentar a segurança no uso do app.

Além disso, ele terá um recurso de combinação de gêneros. Por exemplo, se você é mulher, será possível escolher pegar caronas somente com mulheres e vice-versa.

Como os pagamentos serão recebidos?

A política de pagamentos do Waze ainda está em fase de definição. Provavelmente, o dinheiro será pago aos motoristas por meio. É por isso que ainda não há uma data de lançamento oficial do Carpool no Brasil.

A princípio, a empresa não pretende cobrar por conectar os passageiros aos motoristas. No futuro, isso pode acontecer.

Você não vai poder usar o Waze para trabalhar como no Uber ou no Cabify. O limite de viagens será de duas por dia.

O serviço de caronas do Waze, por enquanto, funciona somente nos Estados Unidos e em Israel. No Brasil, ele deve estrear até o final do ano.

Veja o vídeo de divulgação do Waze Carpool a seguir.

https://goo.gl/nvhZGx

Microsoft oferece cursos de especialização de graça; saiba como participar

Durante todo o mês de março, a Microsoft vai oferecer, gratuitamente, cinco especializações com certificado. A iniciativa recebeu o nome de “Maratona Open Source + Azure” e tem duração de cinco semanas.

As especializações estão disponíveis em vídeos online e podem ser acessadas a qualquer hora, em qualquer dia. Os cursos contam ainda com um material de apoio em PDF, além de sessões ao vivo com instrutores para solucionar dúvidas.

Confira os temas disponíveis e se inscreva neste link. Confira abaixo mais informações sobre os cursos disponíveis.
  • Open Source + Azure para Educação
  • Open Source + Azure para Infraestrutura de Nuvem
  • Open Source + Azure para DevOps
  • Open Source + Azure para Dados e Análises
  • Especialista Open Source + Azure

Quem completar os curso com desempenho satisfatório deve receber um diploma emitido pela Microsoft América Latina.

https://goo.gl/Mxzfxb

Justiça classifica GIF como uma arma mortal

Um júri do Texas decidiu, com apoio do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que GIF pode ser tão mortal quanto uma faca, uma arma de fogo ou uma bomba, definição possivelmente sem precedentes na história judicial do país.

A decisão está dentro da análise de um caso do jornalista Kurt Eichenwald, da Newsweek, contra John Rayne Rivello. O primeiro acusa o segundo de usar uma imagem animada para tentar matá-lo.

Acontece que Eichenwald tem epilepsia e costuma falar abertamente sobre sua condição. Tendo essa informação em mente, Rivello tuitou um GIF com animações que poderiam forçar uma convulsão no jornalista — o que de fato aconteceu, segundo Eichenwald. Assim, ao analisar os autos do processo, a Justiça classificou o arquivo como uma “arma mortal”.

Um advogado da defensoria pública chamado Tor Ekeland, que costuma representar pessoas acusadas por crimes de cibersegurança federal, disse à NBC News que a definição provavelmente é inédita e difícil de se manter devido à subjetividade da situação. Para ele, a Justiça esbarra na liberdade de expressão — uma linha que tem sido usada por Ekeland em suas defesas: “Como você sabe que uma foto pode ou não disparar uma condição médica?”, questionou.

Em entrevista ao Washington Post, a especialista em cibersegurança da Universidade de Maryland Danielle Citron discordou de Ekeland, dizendo que a situação não tem nada a ver com expressão.

O que pode corroborar com sua posição é o fato de que investigadores descobriram que Rivello não só sabia da condição de seu alvo como ainda tuitou várias vezes confirmando suas intenções de causar danos a Eichenwald com o uso do GIF. Em uma das mensagens, ele é bem claro: “Enviei isso como spam a [Eichenwald,] vamos ver se ele morre”.

https://goo.gl/YW07Pp

Stephen Hawking vai fazer uma viagem ao espaço

Depois de passar a maior parte da vida estudando o espaço, Stephen Hawking finalmente vai conhecer o alvo de suas teorias.

Ao participar do programa “Good Morning Britain”, na última segunda-feira, 20, o físico informou ter aceitado uma oferta feita por Richard Branson, fundador do grupo Virgin, ainda em 2015. Na época, o empresário disse que sonhava em levar Hawking ao espaço: “Ele é a única pessoa a quem eu concedi um ingresso gratuito com a Virgin Galactic.”

Devido à sua condição de saúde, Hawking comentou que nunca imaginou que seria capaz de tamanha aventura. “[Mas] Richard Branson me ofereceu um assento e eu disse sim imediatamente”, revelou o cientista no programa televisivo.

Hawking será a primeira pessoa com ELA (esclerose lateral amiotrófica) a fazer o passeio. Hoje com 75 anos, ele só não será o mais velho porque o título cabe a John Glenn, que foi ao espaço aos 77 anos.

Nenhuma das partes divulgou detalhes sobre a viagem, então não se sabe nem mesmo quando ela ocorrerá. O Futurism diz que a espaçonave a ser usada é a SpaceShipTwo, um veículo de asas projetado para carregar oito pessoas (incluindo dois pilotos) e que pode ser reutilizado.

https://goo.gl/gHDovj

Não consegue lembrar onde estacionou o carro? O Google Maps vai te ajudar

Se você tem memória fraca e nem sempre consegue se lembrar do local exato onde estacionou o carro, o Google Maps tem uma boa notícia para você. O aplicativo está sendo atualizado e vai contar com novos recursos para ajudar o usuário a encontrar o veículo estacionado.

É bem verdade que o Google Maps já tinha uma função semelhante, mas ela nem sempre funcionava de forma satisfatória (ainda mais em estacionamentos de shoppings). Agora, o app de navegação GPS oferece mais precisão no recurso que grava o local onde o carro está parado.

Ao que já pode ser percebido nos Estados Unidos e na Europa, onde a atualização já chegou, agora o usuário poderá pressionar um botão azul na primeira tela do app e selecionar a opção “Salvar estacionamento”. Além de gravar o local graças ao GPS, o recurso permite o preenchimento de informações extras pelo próprio usuário. Ou seja, mesmo que o geolocalizador falhe, você não ficará sem encontrar o carro.

Reprodução

Além disso, quando o usuário estiver chegando próximo ao automóvel, o aplicativo começa a emitir uma notificação de proximidade. Isso ajuda você a saber que está no caminho certo para o veículo.

Como dito acima, por enquanto a função está disponível apenas na Europa e nos Estados Unidos. A previsão é que ela desembarque na versão Beta do Google Maps em breve aqui no Brasil.

https://goo.gl/hsLhp5

Três aplicações da impressão 3D que já são realidade na medicina

Biomodelo de um bebê feito pela BioArchitects

A impressão 3D já é usada em algumas áreas, desde a construção de prédios até a criação de comidas. Na medicina, espera-se que, em um futuro não tão distante, ela seja utilizada para salvar as vidas de milhares de pessoas que esperam por um órgão.

Enquanto isso não acontece, algumas empresas e universidades já estão encontrando outras aplicações para a tecnologia no mundo médico. As ideias vão desde o planejamento cirúrgico até o uso de modelos para substituir os cadáveres das aulas de anatomia.

Conversamos com Felipe Marques, CEO da BioArchitects, empresa brasileira que desenha e imprime próteses, para entender essas e outras aplicações da impressão 3D na medicina. Segundo ele, irá demorar pelo menos dez anos para que modelos tridimensionais de órgãos com vascularização, como coração, sejam usados em transplantes.

Outras partes do corpo humano, como pele e cartilagem, já estão sendo desenvolvidas para transplantes em pacientes vítimas de queimaduras. Contudo, falta a aprovação de agências regulatórias para colocar o produto no mercado. Além disso, a bioimpressão também já é uma alternativa para empresas de cosméticos que não querem usar mais animais em seus testes.

Confira abaixo algumas das aplicações que já são realidade no Brasil:

Simuladores

Felipe Marques afirma em entrevista a EXAME.com que é possível imprimir modelos em 3D com tamanhos e texturas que simulam órgãos e outras parte do corpo humano. “Em alguns países, o uso de simuladores impressos em 3D para a realização de treinamentos é comum, mas no Brasil isso ainda não é tão conhecido”, explica.

Ele conta que um modelo impresso pela BioArchitects já foi útil em uma cirurgia de aneurisma abdominal. Nesse tipo de procedimento é preciso colocar uma prótese na aorta para impedir que a área lesionada se rompa. “Nós criamos um modelo/simulador para que o médico pudesse treinar a entrada pela artéria até a hora que ele precisasse posicionar a prótese”, diz o CEO.

Além disso, os simuladores podem ser usados em faculdades de medicina para complementar o material didático. Segundo Marques, o acesso a cadáveres está cada vez mais complicado. Por isso, peças tridimensionais confeccionadas em escalas e cores diversas podem ser uma alternativa.

Materiais impressos pela BioArchitects

Planejamento cirúrgico

As impressoras 3D também podem ser usadas para a criação de modelos em tamanho real que replicam órgãos e outras parte da anatomia do paciente. Assim, o médico poderá estudar a patologia e planejar quais instrumentos irá usar antes de entrar em uma sala de cirurgia.

Marques explica que a impressão é feita a partir de um exame de tomografia ou de ressonância magnética. “O que nós fazemos é uma réplica do órgão da pessoa para que o médico possa diminuir custos e ainda otimizar o tempo da cirurgia. É bom para o cirurgião e para o paciente.”

Ele conta que a BioArchitects desenvolveu uma peça para um médico que faria uma cirurgia de costela. “O cirurgião geralmente precisa dobrar as placas durante um procedimento desse tipo, porém, isso foi feito antes com a placa impressa em 3D.” Desse modo, foi possível reduzir o uso de materiais e, consequentemente, o custo da cirurgia em até 22 mil reais.

Nesse campo, uma das entidades pioneiras no país é o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), em Campinas, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A instituição atende casos do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo os mais comuns de reconstituição óssea resultantes de anomalias genéticas, tumores e acidentes.

Próteses

Uma das aplicações mais comuns da impressão 3D é a criação de próteses. Com elas, o usuário pode ter uma peça artificial personalizada com tamanho e encaixe exatos.

Segundo Marques, o produto é totalmente impresso em titânio na BioArchitects e custa, em média, cinco mil reais. “Por ser uma tecnologia muito nova, ela vai ser primeiro usual na área privada e depois na pública”, acredita o CEO.

Materiais de medicina impressos pela Bioarchitects

Recentemente, uma equipe de pesquisadores do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) criou uma prótese facial humana com a tecnologia da impressão 3D. O paciente que recebeu o implante havia perdido parte do rosto em decorrência de um câncer.

Os especialistas usaram uma técnica chamada de fotogrametria, em que uma série de fotos é tirada de ângulos diferentes para a criação de uma malha digital da face. O formato da prótese é calculado com base no lado oposto do rosto. Depois que os testes de encaixe são feitos, a impressão é feita e pigmentada para ser colocada no paciente.

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ainda não dá aval para próteses personalizadas – apenas peças de tamanhos definidos podem ser fabricadas. A entidade, entretanto, fez uma parceria com o CTI para regulamentar o uso da impressão 3D na medicina.

https://goo.gl/6X5NZO

Microsoft libera update de segurança do Windows atrasado há mais de um mês

Um update de segurança que deveria ter chegado ao Windows 10 no mês passado finalmente começou a ser liberado pela Microsoft. A atualização equivale às correções de fevereiro e março, colocando o calendário de updates da Microsoft em ordem.

Em fevereiro, a empresa disse que a atualização de segurança do mês chegaria com mais de 30 dias de atraso graças à descoberta de uma questão “de último minuto que poderia impactar alguns usuários e não foi resolvida a tempo”.

O patch de segurança que chega nesta semana aos PCs com Windows 10 finalmente corrige uma brecha no protocolo de compartilhamento de arquivos do Windows, o chamado SMB. Como essa falha já é conhecida há algum tempo, o atraso pode ter colocado diversos PCs na mira de hackers mal intencionados.

Além disso, a atualização também corrige uma falha no Edge que foi divulgada pelo Google no início do mês, entre outros 31 bugs dentro do navegador. Você pode fazer o download manual do patch clicando aqui ou pode apenas esperar que o Windows faça o download automaticamente.

https://goo.gl/U0HAfP

Google Street View agora permite que você ‘entre’ em um vulcão ativo

Você já teve curiosidade de saber como é dentro de um vulcão ativo (daqueles que podem entrar em erupção a qualquer momento)? Se sim, saiba que agora você pode fazer isso sem colocar a sua vida em risco, graças ao Google Street View.

O vulcão em questão fica na ilha de Ambryn, no país de Vanuatu, um conjunto de ilhas no sul do oceano Pacífico a cerca de 1.600 quilômetros da Austrália. Trata-se de “um dos maiores lagos de lava do mundo”, segundo a empresa. Além de entrar no vulcão, também é possível explorar o resto da ilha, incluindo a aldeia de Endu, que fica próxima.

De acordo com o Business Insider, dois funcionários do Google foram até lá usando o Google Trekker (a mochila que a empresa usa para mapear regiões remotas). Chris Horsley, um dos que participaram do trabalho perigoso, disse que “ficar na borda [do lago de lava] e sentir o calor lamber sua pele é fenomenal”. “Espero que, colocando esse lugar no mapa, mais pessoas se deem conta de como é lindo o mundo em que vivemos”, completou.

Vivendo com vulcões

No total, cerca de 7.000 pessoas moram na ilha, apesar do vulcão. Ele consiste em uma cratera com área equivalente a aproximadamente dois campos de futebol. Para chegar nela, é necessário descer fazendo um rapel de 400 metros de altura ao longo da parede da cratera. No fundo dela se encontram dois cones vulcânicos (os “buracos” de onde sai a lava) chamados de Benbow e Marum.

Segundo o chefe comunitário Moses, da aldeia de Endu, a população local pensa em Benbow e Marum como um casal de demônios (Benbow sendo o homem e Marum, a mulher). Quando eles brigam, há uma erupção, e então é necessário sacrificar um porco ou uma ave para apaziguar os demônios. Quem quiser se aproximar dos vulcões deve ter cuidado, já que os demônios podem se irritar e se tornar agressivos a qualquer momento.

Com o Street View, é possível explorar tanto o interior do vulcão quanto a aldeia de Endu – algo que Moses vê com bons olhos. Ele acredita que fazer as pessoas se interessar pelo local onde ele vive é importante para torná-lo mais acessível, o que por sua vez pode ajudar a ilha a manter uma economia sustentável para preservar sua cultura e seu modo de vida.

Essa não é a primeira vez que o Street View torna acessível uma região diferente. O projeto do Google busca digitalizar diversas áreas interessantes, sejam elas paisagens naturais ou locais históricos. Algumas áreas que já estão no Street View são o Grand Canyon, nos Estados Unidos, e o Cemitério João Batista, no Rio de Janeiro – o cemitério mais famoso do Brasil.

https://goo.gl/atKsZ4

Empresa usa robôs e consultores humanos para dizer a cliente onde investir

A corretora Charles Schwab vai oferecer a seus clientes uma consultoria que une conselheiros humanos e um sistema de inteligência artificial para planejar os investimentos. A novidade traz consultores humanos disponíveis 24 horas por dia e uma carteira de investimentos que é gerenciada por algoritmos.

Para ter acesso ao serviço é preciso ter pelo menos US$ 25 mil disponíveis e será cobrada uma taxa de 0,28%. O sistema conta ainda com uma plataforma para concretizar metas financeiras, como planos de aposentadoria ou viagens.

“Nossa abordagem moderna espelha a maneira como os consumidores gerenciam outros aspectos de sua vida. A maneira como eles investem não deve ser exceção”, diz a empresa. A corretora explica que a ideia é tornar o processo de investimento mais acessível e democrático.

A mudança chama a atenção do mercado, já que no passado a Schwab foi uma das corretoras contrárias à adoção de robôs conselheiros para os clientes.

https://goo.gl/SaURTP